Ryan Gosling Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Ryan Gosling

Crítica: “Blade Runner 2049” já nasce como um novo clássico da ficção científica

Por Thiago Sampaio em Crítica

11 de outubro de 2017

Continuação chega 35 anos depois, não só mantendo as raízes do original, mas ampliando os questionamentos de maneira fiel, atualizada

Foto: Divulgação

Aquele “Blade Runner: O Caçador de Andróides” (Blade Runner, 1982) que foi aos cinemas demorou muito para ser compreendido. Depois de várias versões, em que pequenos detalhes que permeavam a mente do diretor Ridley Scott foram surgindo, o longa ganhou o status de cult por parte dos fãs de sci-fi. Só depois de alguns anos foi possível enxergar melhor que ali não se tratava de um longa de ação, mas uma produção de cunho existencialista.

Após muito se falar sobre uma continuação, projetos cancelados, rejeição dos fãs por considerá-la desnecessária (o que até faz sentido), “Blade Runner 2049” (idem, 2017) chega 35 anos depois, não só mantendo as raízes do original, mas ampliando os questionamentos de maneira fiel, atualizada e, principalmente, arquitetada como um produto de maneira admirável.

A trama é simples: trinta anos após os eventos do primeiro longa, um novo caçador de replicantes, o policial K (Ryan Gosling), do Departamento de Polícia de Los Angeles, desenterra um segredo que tem o potencial de mergulhar o que sobrou da sociedade em caos. A descoberta o leva a uma jornada em busca de Rick Deckard (Harrison Ford), um antigo blade runner (nome atribuído aos caçadores) que está desaparecido há décadas.

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Confira as apostas para as principais categorias do Oscar 2017

Por Thiago Sampaio em Oscar

24 de Fevereiro de 2017

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

A 89ª edição do Oscar acontece neste domingo (26), premiando os melhores de 2016. Não é surpresa para ninguém que “La La Land – Cantando Estações”, indicado em 14 categorias, igualando os recordes de “A Malvada” (1950) e “Titanic” (1997), é o grande favorito a levar os principais prêmios. Porém, “Moonlight: Sob a Luz do Luar”, com oito indicações, pode surpreender.

Aqui eu mando os meus pitacos, apontando quem eu acredito que vai levar a estatueta, os motivos, e qual realmente eu acredito que mereceria vencer. Vamos lá!

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Crítica: “La La Land: Cantando Estações” é uma bela homenagem aos musicais e ao jazz

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de Janeiro de 2017

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

“Quando você pode ver todos os clichês de Hollywood em um quarto?”. Essa frase é proferida pela personagem Mia, vivida por Emma Stone, em “La La Land: Cantando Estações” (La La Land, 2016), mas que também pode definir o próprio longa-metragem. A produção, que promete fazer um arrastão nas principais premiações de 2017, em nenhum momento tenta ser original, fazendo uma homenagem aos musicais clássicos de Hollywood. Mas é diferente. Ao mesmo tempo em que transborda nostalgia, a obra de Damien Chazelle caminha com as próprias pernas numa trama sobre sonhos e rumos da vida, transfigurando para a linguagem audiovisual o ritmo do jazz num visual deslumbrante.

A trama, situada em Los Angeles, apresenta Sebastian (Ryan Gosling), um pianista que sonha em ter o seu próprio clube de jazz. Ele acaba se apaixonando por uma atriz aspirante, a sonhadora Mia (Emma Stone). Mas esse amor passa por várias provações, já que começam a se dedicar mais ao trabalho à medida em que vão se tornando bem-sucedidos.

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Crítica: “La La Land: Cantando Estações” é uma bela homenagem aos musicais e ao jazz

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de Janeiro de 2017

Foto: Divulgação

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“Quando você pode ver todos os clichês de Hollywood em um quarto?”. Essa frase é proferida pela personagem Mia, vivida por Emma Stone, em “La La Land: Cantando Estações” (La La Land, 2016), mas que também pode definir o próprio longa-metragem. A produção, que promete fazer um arrastão nas principais premiações de 2017, em nenhum momento tenta ser original, fazendo uma homenagem aos musicais clássicos de Hollywood. Mas é diferente. Ao mesmo tempo em que transborda nostalgia, a obra de Damien Chazelle caminha com as próprias pernas numa trama sobre sonhos e rumos da vida, transfigurando para a linguagem audiovisual o ritmo do jazz num visual deslumbrante.

A trama, situada em Los Angeles, apresenta Sebastian (Ryan Gosling), um pianista que sonha em ter o seu próprio clube de jazz. Ele acaba se apaixonando por uma atriz aspirante, a sonhadora Mia (Emma Stone). Mas esse amor passa por várias provações, já que começam a se dedicar mais ao trabalho à medida em que vão se tornando bem-sucedidos.

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