sam mendes Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

sam mendes

Crítica: “1917” é uma experiência imersiva deslumbrante!

Por Thiago Sampaio em Crítica

29 de Janeiro de 2020

Foto: Divulgação

A temática guerra sempre teve espaço no cinema e o Oscar adora valorizar tais produções. Apesar da Segunda Guerra Mundial já ter sido bastante retratada, a primeira foi bem menos (um dos melhores exemplares é “Gallipoli”, 1981, de Peter Weir), até mesmo pela dificuldade de encontrar materiais históricos para pesquisa. Eis que “1917” (idem, 2019) venceu o Globo de Ouro quando sequer havia estreado nos Estados Unidos e desponta como favorito ao principal prêmio da Academia. Compreensível por apresentar um contexto de fácil apreciação, construído pelo diretor Sam Mendes (“Beleza Americana”, 1999; “007 – Operação Skyfall”, 2012) com técnica e estética deslumbrantes!

Na trama, os cabos Schofield (George MacKay) e Blake (Dean-Charles Chapman) são jovens soldados britânicos durante a Primeira Guerra Mundial encarregados de uma missão urgente. Eles precisam atravessar território inimigo, lutando contra o tempo, para entregar uma mensagem que pode salvar cerca de 1600 colegas de batalhão.
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Crítica: “007 Contra Spectre” é um agradável retorno às raízes de James Bond

Por Thiago Sampaio em Crítica

12 de novembro de 2015

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

James Bond andando dentro de um círculo, ao som da clássica música-tema de Monty Norman, seguido de um tiro em direção à câmera já virou marca da longínqua série que já dura mais de 50 anos. Vivido por Daniel Craig em quatro longas-metragens, tal vinheta é exibida no início com ele pela primeira vez em “007 Contra Spectre” (Spectre, 2015), já que em “007 – Cassino Royale” (2006) a mesma surge de maneira reformulada e em “007 – Quantum of Solace” (2008) e “007: Operação Skyfall” (2012) ela aparece no final. Mero detalhe? Não! Todo o recomeço da série foi moldado para, agora, o bom e velho espião voltar às suas origens, em um episódio que atinge os objetivos de costurar os fatos e reacender a chama da nostalgia.

Sinopse

Na trama, James Bond (Daniel Craig) vai à Cidade do México com a tarefa de eliminar Marco Sciarra (Alessandro Cremona), sem que seu chefe, M (Ralph Fiennes), tenha conhecimento. Isto faz com que Bond seja suspenso temporariamente de suas atividades e que Q (Ben Whishaw) instale em seu sangue um localizador, que permite que o governo britânico saiba sempre em que parte do planeta ele está. Apesar disto, Bond conta com a ajuda de seus colegas na organização para que possa prosseguir em sua investigação pessoal sobre a misteriosa organização chamada Spectre.

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Crítica: ‘Operação Skyfall’ resgata com primor os valores que marcaram 007 no cinema

Por Thiago Sampaio em Crítica

09 de novembro de 2012

Pôster de '007 - Operação Skyfall

Pôster de ‘007 – Operação Skyfall’ – Foto: Divulgação

Desde que Daniel Craig assumiu o cobiçado papel do espião 007, no excelente “Cassino Royale” (2006), a mais longínqua série do cinema ganhou ares de renovação, ou mesmo de recomeço. O estilo ficou mais “realista”, com cenas de ação cruas, embaladas pela influência da franquia Bourne. Após o bom, mas confuso e atropelado “Quantum os Solace”, a nova fase chega ao terceiro filme na melhor forma possível. “007 – Operação Skyfall” segue a tendência atual, mas resgata com muito primor a áurea dos longas clássicos do agente britânico.

A trama começa com o roubo de um HD contendo informações valiosas sobre a identidade de diversos agentes, infiltrados em células terroristas espalhadas ao redor do planeta. Durante perseguição pelas ruas de uma cidade na Turquia, James Bond (Craig) acaba baleado por conta de uma ordem imprudente da sua chefe M (Judi Dench) e é dado como morto pela MI6, organização em que trabalha. Vivendo em um vilarejo distante, o espião resolve “renascer das cinzas” quando descobre que a MI6 sofreu um ataque terrorista e os outros agentes correm perigo. De volta à ativa, ele precisa lidar com um misterioso vilão (Javier Bardem) com habilidades à altura dele.

A presença de um diretor de credibilidade como Sam Mendes (“Beleza Americana”, “Estrada Para Perdição”) leva a “007 – Operação Skyfall” um diferencial para a fraquia, que tinha a tradição de usar cineastas de pouco prestígio. Mendes sabe o que faz e modela a sua obra quase como uma escultura, dando continuidade ao processo de renovação da série, mas aos mesmo tempo, faz do novo filme uma bela homenagem aos filmes clássicos, estrelados por Sean Connery, Roger Moore, Timothy Dalton, etc. O roteiro do próprio Mendes, ao lado de John Logan, passeia com primor entre essa linha do velho e do novo.

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Crítica: ‘Operação Skyfall’ resgata com primor os valores que marcaram 007 no cinema

Por Thiago Sampaio em Crítica

09 de novembro de 2012

Pôster de '007 - Operação Skyfall

Pôster de ‘007 – Operação Skyfall’ – Foto: Divulgação

Desde que Daniel Craig assumiu o cobiçado papel do espião 007, no excelente “Cassino Royale” (2006), a mais longínqua série do cinema ganhou ares de renovação, ou mesmo de recomeço. O estilo ficou mais “realista”, com cenas de ação cruas, embaladas pela influência da franquia Bourne. Após o bom, mas confuso e atropelado “Quantum os Solace”, a nova fase chega ao terceiro filme na melhor forma possível. “007 – Operação Skyfall” segue a tendência atual, mas resgata com muito primor a áurea dos longas clássicos do agente britânico.

A trama começa com o roubo de um HD contendo informações valiosas sobre a identidade de diversos agentes, infiltrados em células terroristas espalhadas ao redor do planeta. Durante perseguição pelas ruas de uma cidade na Turquia, James Bond (Craig) acaba baleado por conta de uma ordem imprudente da sua chefe M (Judi Dench) e é dado como morto pela MI6, organização em que trabalha. Vivendo em um vilarejo distante, o espião resolve “renascer das cinzas” quando descobre que a MI6 sofreu um ataque terrorista e os outros agentes correm perigo. De volta à ativa, ele precisa lidar com um misterioso vilão (Javier Bardem) com habilidades à altura dele.

A presença de um diretor de credibilidade como Sam Mendes (“Beleza Americana”, “Estrada Para Perdição”) leva a “007 – Operação Skyfall” um diferencial para a fraquia, que tinha a tradição de usar cineastas de pouco prestígio. Mendes sabe o que faz e modela a sua obra quase como uma escultura, dando continuidade ao processo de renovação da série, mas aos mesmo tempo, faz do novo filme uma bela homenagem aos filmes clássicos, estrelados por Sean Connery, Roger Moore, Timothy Dalton, etc. O roteiro do próprio Mendes, ao lado de John Logan, passeia com primor entre essa linha do velho e do novo.

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