Stephanie Sigman Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Stephanie Sigman

Crítica: “Annabelle 2: A Criação do Mal” supera o anterior, porém, ainda é um terror genérico

Por Thiago Sampaio em Crítica

18 de agosto de 2017

"Annabelle" (idem, 2014) foi lançado como um spin-off de "Invocação do Mal" (The Conjuring, 2013), apadrinhado pelo diretor James Wan, com a proposta de expandir aquele universo, sem esconder o cunho de caça níquel. Apesar de execrado pela crítica, teve bom resultado, custando apenas U$ 6,5 milhões e faturando U$ 256,8 milhões pelo mundo. Uma continuação sobre a horrorosa boneca demoníaca era quase inevitável e "Annabelle 2: A Criação do Mal" (Annabelle: Creation, 2017) chega apenas três anos depois, com um resultado que, apesar de superior ao antecessor, cai nos mesmos clichês dos longas genéricos.

Foto: Divulgação

“Annabelle” (idem, 2014) foi lançado como um spin-off de “Invocação do Mal” (The Conjuring, 2013), apadrinhado pelo diretor James Wan, com a proposta de expandir aquele universo, sem esconder o cunho de caça níquel. Apesar de execrado pela crítica, teve bom retorno, custando apenas U$ 6,5 milhões e faturando U$ 256,8 milhões pelo mundo. Uma continuação sobre a horrorosa boneca demoníaca era quase inevitável e “Annabelle 2: A Criação do Mal” (Annabelle: Creation, 2017) chega apenas três anos depois, com um resultado que, apesar de superior ao antecessor, cai nos mesmos clichês dos longas genéricos.

A trama mostra a trágica morte da filha de um habilidoso artesão de bonecas. Doze anos depois, ele e sua esposa decidem, por caridade, acolher em sua casa uma freira e dezenas de meninas desalojadas de um orfanato. Atormentado pelas lembranças traumáticas, o casal ainda precisa lidar com um  demônio do passado que ressurge: Annabelle.

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Crítica: “Annabelle 2: A Criação do Mal” supera o anterior, porém, ainda é um terror genérico

Por Thiago Sampaio em Crítica

18 de agosto de 2017

"Annabelle" (idem, 2014) foi lançado como um spin-off de "Invocação do Mal" (The Conjuring, 2013), apadrinhado pelo diretor James Wan, com a proposta de expandir aquele universo, sem esconder o cunho de caça níquel. Apesar de execrado pela crítica, teve bom resultado, custando apenas U$ 6,5 milhões e faturando U$ 256,8 milhões pelo mundo. Uma continuação sobre a horrorosa boneca demoníaca era quase inevitável e "Annabelle 2: A Criação do Mal" (Annabelle: Creation, 2017) chega apenas três anos depois, com um resultado que, apesar de superior ao antecessor, cai nos mesmos clichês dos longas genéricos.

Foto: Divulgação

“Annabelle” (idem, 2014) foi lançado como um spin-off de “Invocação do Mal” (The Conjuring, 2013), apadrinhado pelo diretor James Wan, com a proposta de expandir aquele universo, sem esconder o cunho de caça níquel. Apesar de execrado pela crítica, teve bom retorno, custando apenas U$ 6,5 milhões e faturando U$ 256,8 milhões pelo mundo. Uma continuação sobre a horrorosa boneca demoníaca era quase inevitável e “Annabelle 2: A Criação do Mal” (Annabelle: Creation, 2017) chega apenas três anos depois, com um resultado que, apesar de superior ao antecessor, cai nos mesmos clichês dos longas genéricos.

A trama mostra a trágica morte da filha de um habilidoso artesão de bonecas. Doze anos depois, ele e sua esposa decidem, por caridade, acolher em sua casa uma freira e dezenas de meninas desalojadas de um orfanato. Atormentado pelas lembranças traumáticas, o casal ainda precisa lidar com um  demônio do passado que ressurge: Annabelle.

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