thiago sampaio Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

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Crítica: “Destacamento Blood” é Spike Lee com ação e ironia afiada

Por Thiago Sampaio em Crítica

05 de julho de 2020

Foto: Divulgação

A temática racial sempre esteve presente na carreira de Spike Lee (dos ótimos “Faça a Coisa Certa”, 1989; “Febre da Selva”, 1991), que levou em 2019 o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado pelo excelente “Infiltrado na Klan” (BlacKKKlansman, 2019). Seu mais recente projeto, “Destacamento Blood” (Da 5 Blood, 2020), lançado pela Netflix, não poderia vir em momento mais apropriado, em que o mundo se comoveu pela morte bárbara de George Floyd por um policial branco e o slogan “Black Lives Matter” ganhou ampla repercussão.

Na trama, quatro veteranos da Guerra do Vietnã voltam aquele cenário para procurar um ouro que haviam enterrado e também o corpo do amigo e antigo líder do grupo.

Como é típico de Spike Lee, as mensagens muitas vezes ficam implícitas, até de maneira irônica. É comum ele fazer o seu produto leve sob uma embalagem comercial, até para ganhar mais amplitude, mas sem deixar suas críticas nas entrelinhas.
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Documentário “Aqui é Flamengo” mostra paixão pelo futebol no interior cearense

Por Thiago Sampaio em Serviço

18 de Maio de 2020

Foto: Divulgação

Curte a mistura de futebol e cinema? E com uma boa pegada de regionalismo? Pois tem documentário de produção cearense que estreou no último domingo (17) no DAZN, o maior streaming esportivo do mundo: “Aqui é Flamengo” (idem, 2020), um co-produção do site Verminosos Por Futebol e da Sinfonia Filmes.

Dirigido pelo jornalista Rafael Luis Azevedo, o curta-metragem de 28 minutos aborda o amor dos moradores do isolado distrito de Flamengo, localizado no município de Saboeiro, no Sertão do Ceará, pelo Clube de Regatas Flamengo.

A apuração ocorre numa época bastante apropriada: a final da Copa Libertadores da América de 2019, em que o clube do Rio de Janeiro se sagrou bicampeão ao vencer de virada o River Plate-ARG.

Através de relatos dos moradores, o material faz um apanhado histórico do distrito, que recebeu o nome ainda nos anos 30 em virtude do tom avermelhado da terra, fato que contribuiu para a criação do forte vínculo com o time carioca.
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Crítica: Netflix acerta com “Resgate”, longa de ação diferenciado e entretenimento de alto nível

Por Thiago Sampaio em Crítica

29 de Abril de 2020

Foto: Divulgação

Uma obra de ação estrelada pelo ator que vive o Thor, produzida e roteirizada pelos diretores de “Vingadores: Guerra Infinita” (2018) e “Ultimato” (2019) certamente teria apelo nos cinemas. Mas em tempos de isolamento social por conta da pandemia do coronavirus, “Resgate” (Extraction, 2020), produção original da Netflix, ganhou uma notoriedade talvez até maior do que teria. Ainda bem, pois não só temos o melhor longa do gênero lançado pela plataforma de streaming, como ele tem valor próprio para cair no gosto popular.

Na trama, um mercenário (vivido por Chris Hemsworth) é contratado junto a uma equipe para a missão de resgatar um garoto indiano, filho de um mafioso preso no país, que é sequestrado por um rival, chefão do tráfico de drogas de Bangladesh.
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Crítica: Remake de “O Homem Invisível” é uma surpreendente atualização para os dias atuais

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de Março de 2020

Foto: Divulgação

Durou pouco a ideia da Universal Pictures de criar uma franquia integrada com os monstros clássicos de terror após o fracasso do ruim “A Múmia” (The Mummy, 2017), estrelado por Tom Cruise. O que no fim das contas pode ter sido o melhor! Isso porque esta releitura de “O Homem Invisível” (The Invisible Man, 2020), pela bem sucedida produtora Blumhouse, tem toda a liberdade criativa de uma obra autoral, enveredando para o horror social. Cheio de metáforas sobre relacionamentos abusivos, a nova versão é atualizada com muita eficiência para os dias atuais.

Na trama, quando o ex-namorado de Cecilia (Elisabeth Moss), um bilionário do ramo da ótica, tira a própria vida e deixa sua fortuna, ela suspeita que a morte dele tenha sido uma farsa. Como uma série de coincidências se torna letal, ela tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.
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Crítica: Prometia uma bomba, mas até que “Sonic: O Filme” agrada!

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de Fevereiro de 2020

Foto: Divulgação

Um filme em live-action sobre Sonic, game da Sega lançado no início dos anos 90 que se resumia a correr e acumular argolas, não era uma ideia animadora desde o início. Quando saiu o primeiro trailer, o rebuliço na internet sobre o visual do famoso ouriço azul (que de fato era horrível) foi tão grande que os realizadores optaram por adiar a estreia e aumentar o orçamento para realizarem alterações. Sinais nada animadores. Eis que, para a surpresa geral, “Sonic: O Filme” (Sonic The Hedgehog, 2019) é mais divertido do que tinha o direito de ser. Pode funcionar como entretenimento até para o público que já passou da fase de curtir a Galinha Pintadinha.

Na trama, Sonic tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Eles unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey), um especialista em tecnologia, o capture e use seus poderes para dominar a humanidade.
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Crítica: “Aves de Rapina” é colorido, divertido e sem compromisso

Por Thiago Sampaio em Crítica

17 de Fevereiro de 2020

Foto: Divulgação

“Esquadrão Suicida” (Suicide Squad, 2016), definitivamente, é um filme a ser esquecido. Mas se teve algo que funcionou ali foi a performance de Margot Robbie como Arlequina, junto ao bom trabalho de maquiagem (que inclusive ganhou o Oscar!), estimulando muitas mulheres a fazerem cosplays. Um longa solo com a personagem não era uma aposta das mais seguras, mas a DC Comics parece vir se reestruturando com boas produções individuais, sem a pressão para criar um novo universo compartilhado, vide “Aquaman” (2018) e “Shazam!” (2019).

“Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa” (Birds of Prey and the Fantabulous Emancipation of One Harley Quinn, 2019) – cujo enorme subtítulo causou uma certa confusão, fazendo a Warner Bros. alterá-lo em alguns lugares para “Arlequina em Aves de Rapina” -, de fato, passa bem longe daquele ar sombrio dos longas dirigidos por Zack Snyder, com o tom mais próximo dos últimos citados acima. Não se leva à sério e passa a mensagem de empoderamento feminino sem discursos didáticos. Ainda que seja bobo e passageiro, o resultado funciona por jogar seguro, com breves pitadas de ousadia.
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Crítica: “Jojo Rabbit” é humano e uma bela sátira que expõe o ridículo do nazismo

Por Thiago Sampaio em Crítica

07 de Fevereiro de 2020

Foto: Divulgação

A comédia desde os primórdios da humanidade tem sido uma ferramenta para a reflexão. Assim como o cinema já utilizou várias vezes da imaginação infantil como escudo para contextos cruéis, casos de “A Vida É Bela” (La vita è bella, 1997), “O Labirinto do Fauno” (El laberinto del fauno, 2009), “Onde Vivem os Monstros” (Where the Wild Things Are, 2009), entre outros. Unindo essas duas vertentes, o diretor neozelandês Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”, 2014; “Thor: Ragnarok”, 2017) não foge das polêmicas ao abordar o nazismo em tempos de tensão mundial e entrega em “Jojo Rabbit” (idem, 2019) uma obra escrachada e bela ao mesmo tempo.

Na trama, Jojo (Roman Griffin Davis) é um garoto alemão solitário de 10 anos cujo maior sonho é integrar a Juventude Hitlerista. Um dia, ele descobre que sua mãe (Scarlett Johansson) está escondendo uma garota judia (Thomasin McKenzie) no sótão. Ajudado apenas por seu amigo imaginário, Adolf Hitler (Taika Waititi), Jojo deve enfrentar seu nacionalismo cego enquanto a Segunda Guerra Mundial prossegue.
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Crítica: “1917” é uma experiência imersiva deslumbrante!

Por Thiago Sampaio em Crítica

29 de Janeiro de 2020

Foto: Divulgação

A temática guerra sempre teve espaço no cinema e o Oscar adora valorizar tais produções. Apesar da Segunda Guerra Mundial já ter sido bastante retratada, a primeira foi bem menos (um dos melhores exemplares é “Gallipoli”, 1981, de Peter Weir), até mesmo pela dificuldade de encontrar materiais históricos para pesquisa. Eis que “1917” (idem, 2019) venceu o Globo de Ouro quando sequer havia estreado nos Estados Unidos e desponta como favorito ao principal prêmio da Academia. Compreensível por apresentar um contexto de fácil apreciação, construído pelo diretor Sam Mendes (“Beleza Americana”, 1999; “007 – Operação Skyfall”, 2012) com técnica e estética deslumbrantes!

Na trama, os cabos Schofield (George MacKay) e Blake (Dean-Charles Chapman) são jovens soldados britânicos durante a Primeira Guerra Mundial encarregados de uma missão urgente. Eles precisam atravessar território inimigo, lutando contra o tempo, para entregar uma mensagem que pode salvar cerca de 1600 colegas de batalhão.
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Crítica: “O Farol” é um perturbador mergulho na insanidade com estética deslumbrante

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de Janeiro de 2020

Foto: Divulgação

O gênero terror anda passando por uma reformulação em que ganhou uma espécie de subgênero apreciado por parte dos espectadores mais exigentes, indo além dos “jump scares” (os sustos por efeitos sonoros). O que de certa forma cria uma zona delicada, confundindo a soberba com a qualidade em si. Um dos principais nomes desta moda, ao lado de Ari Aster (“Hereditário”, 2018; “Midsommar – O Mal Não Espera a Noite”, 2019), é Robert Eggers, que estreou com o excelente “A Bruxa” (The Witch, 2015).

Novamente sob o guarda chuva das bem sucedidas produtoras A24 (“O Quarto de Jack”, 2015; “Projeto Flórida”, 2017) e RT Fetaures (do brasileiro Rodrigo Teixeira, de “Me Chame Pelo Seu Nome”, 2017; “Ad Astra – Rumo Às Estrelas”, 2019), o segundo longa do diretor é ainda mais deslumbrante e perturbador. E principalmente, “O Farol” (The Lighthouse, 2019) não é um filme que será apreciado por qualquer um, o que não necessariamente o torna uma obra prima.

A trama de passa no início do século XX. Thomas Wake (Willem Dafoe), responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata um jovem (Robert Pattinson) para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, fenômenos estranhos começam a acontecer ao redor.
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Confira as datas das principais estreias nos cinemas em 2020

Por Thiago Sampaio em Serviço

08 de Janeiro de 2020

Foto: Montagem/Divulgação

Ano novo! Chegou a hora de anotar na agenda a data de estreia daquele filme que você tanto quer assistir e, para isso, trouxe aqui uma lista para ajudar nesta tarefa.

Como todo início de temporada, temos aquelas produções que devem figurar entre os indicados ao Oscar, casos de “Adoráveis Mulheres”, “Jojo Rabbit” e “1917”, longa dirigido por Sam Mendes que surpreendeu ao faturar o Globo de Ouro na categoria Melhor Filme de Drama.

Mas para os fãs daqueles blockbusters que devem lotar as salas, são muitas opções: “Aves de Rapina”, “007: Sem Tempo Para Morrer”, “Viúva Negra”, “Velozes & Furiosos 9”, “Mulher-Maravilha 1984”, “Tenet”, “Top Gun: Maverick”, “Ghostbusters: Mais Além”, “Os Eternos”, entre outros.

Confiram a lista:
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Confira as datas das principais estreias nos cinemas em 2020

Por Thiago Sampaio em Serviço

08 de Janeiro de 2020

Foto: Montagem/Divulgação

Ano novo! Chegou a hora de anotar na agenda a data de estreia daquele filme que você tanto quer assistir e, para isso, trouxe aqui uma lista para ajudar nesta tarefa.

Como todo início de temporada, temos aquelas produções que devem figurar entre os indicados ao Oscar, casos de “Adoráveis Mulheres”, “Jojo Rabbit” e “1917”, longa dirigido por Sam Mendes que surpreendeu ao faturar o Globo de Ouro na categoria Melhor Filme de Drama.

Mas para os fãs daqueles blockbusters que devem lotar as salas, são muitas opções: “Aves de Rapina”, “007: Sem Tempo Para Morrer”, “Viúva Negra”, “Velozes & Furiosos 9”, “Mulher-Maravilha 1984”, “Tenet”, “Top Gun: Maverick”, “Ghostbusters: Mais Além”, “Os Eternos”, entre outros.

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