12 de junho de 2019 - Vagas Online 
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Vagas Online

por Márcia Catunda

12 de junho de 2019

Promotor de Vendas

Por Márcia Catunda em Ensino Médio

12 de junho de 2019

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Vagas para PCD

Por Márcia Catunda em Ensino Médio

12 de junho de 2019

 

Ecofor contrata Pessoas com Deficiência para as vagas AUXILIAR DE MECÂNICO, LAVADOR, ASSISTENTE ADMINISTRATIVO, GARI VARREDOR, OPERADOR AMBIENTAL. Interessados deverão enviar laudo médico e currículo para .

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Levantamento do CIEE aponta que estágio e aprendizagem geraram mais de 180 mil postos de trabalho

Por Márcia Catunda em Artigo

12 de junho de 2019

Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, entidade filantrópica sem fins lucrativos, divulgou nesta terça-feira, 12, em coletiva de imprensa, em Brasília, os resultados da pesquisa sobre Impactos Sociais e Econômicos dos Programas de Estágio e Aprendizagem encomendada à Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas (FIPE).

Segundo o levantamento, em 2018, foram criados mais de 180 mil postos de trabalho diretos, indiretos e induzidos, com mais de R$ 15 bilhões de valor adicionados ao Produto Interno Bruto. O relatório ainda apresenta um comparativo dos custos associados às modalidades de contratação, além de contextualizar o cenário do estágio e aprendizagem a partir de uma análise dos principais indicadores econômicos do País.

Destacam-se na pesquisa os benefícios que os programas trazem para a sociedade de modo geral. Para isso foram levantados os dados sociais, econômicos, demográficos sobre os públicos atendidos pelos dois programas. Humberto Casagrande, superintendente Geral do CIEE, ressaltou a recente marca de 500 mil aprendizes formados pelo programa Aprendiz Legal do CIEE, desde sua implantação: “Infelizmente apenas 40% das empresas no Brasil cumprem a lei e fazem a contratação dos aprendizes. Acredito que o caminho para aumentar este número é mostrar para o empresário que contratar jovens é bom para os negócios.”

Casagrande salientou que o programa jovem aprendiz tem o diferencial que desenvolve a capacitação esofts skills dos estudantes, focando na formação individual com valores de cidadania e ética para além da parte técnica.

Para apresentar os dados gerais do estudo, esteve presente o professor Hélio Zylberstain, do Departamento de Economia da USP e pesquisador da FIPE. “A população jovem é a mais afetada quando há crises. Em 2018, a taxa de desocupação era de 9% para pessoas com mais de 24 anos, enquanto entre os jovens foi de 28,8%. A ideia da pesquisa foi mostrar como pessoas com esse perfil sofrem mais e quais políticas podem ajudá-las”, explica.

A vulnerabilidade da população entre 14 e 24 anos, segundo Zylberstain, não é uma exclusividade do Brasil, mas uma recorrência global. “No entanto, temos esse programa, que é uma cota para as empresas, que tem sido bem sucedido. Se 5% das empresas contratassem, hoje teríamos um contingente muito maior de jovens inseridos no mercado de trabalho”.

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Levantamento do CIEE aponta que estágio e aprendizagem geraram mais de 180 mil postos de trabalho

Por Márcia Catunda em Artigo

12 de junho de 2019

Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, entidade filantrópica sem fins lucrativos, divulgou nesta terça-feira, 12, em coletiva de imprensa, em Brasília, os resultados da pesquisa sobre Impactos Sociais e Econômicos dos Programas de Estágio e Aprendizagem encomendada à Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas (FIPE).

Segundo o levantamento, em 2018, foram criados mais de 180 mil postos de trabalho diretos, indiretos e induzidos, com mais de R$ 15 bilhões de valor adicionados ao Produto Interno Bruto. O relatório ainda apresenta um comparativo dos custos associados às modalidades de contratação, além de contextualizar o cenário do estágio e aprendizagem a partir de uma análise dos principais indicadores econômicos do País.

Destacam-se na pesquisa os benefícios que os programas trazem para a sociedade de modo geral. Para isso foram levantados os dados sociais, econômicos, demográficos sobre os públicos atendidos pelos dois programas. Humberto Casagrande, superintendente Geral do CIEE, ressaltou a recente marca de 500 mil aprendizes formados pelo programa Aprendiz Legal do CIEE, desde sua implantação: “Infelizmente apenas 40% das empresas no Brasil cumprem a lei e fazem a contratação dos aprendizes. Acredito que o caminho para aumentar este número é mostrar para o empresário que contratar jovens é bom para os negócios.”

Casagrande salientou que o programa jovem aprendiz tem o diferencial que desenvolve a capacitação esofts skills dos estudantes, focando na formação individual com valores de cidadania e ética para além da parte técnica.

Para apresentar os dados gerais do estudo, esteve presente o professor Hélio Zylberstain, do Departamento de Economia da USP e pesquisador da FIPE. “A população jovem é a mais afetada quando há crises. Em 2018, a taxa de desocupação era de 9% para pessoas com mais de 24 anos, enquanto entre os jovens foi de 28,8%. A ideia da pesquisa foi mostrar como pessoas com esse perfil sofrem mais e quais políticas podem ajudá-las”, explica.

A vulnerabilidade da população entre 14 e 24 anos, segundo Zylberstain, não é uma exclusividade do Brasil, mas uma recorrência global. “No entanto, temos esse programa, que é uma cota para as empresas, que tem sido bem sucedido. Se 5% das empresas contratassem, hoje teríamos um contingente muito maior de jovens inseridos no mercado de trabalho”.