4 de Fevereiro de 2020 - Vagas Online 
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Vagas Online

por Márcia Catunda

4 de Fevereiro de 2020

Assistente Financeiro

Por Márcia Catunda em Ciências Contábeis

04 de Fevereiro de 2020

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Enfermeiro(a) do Trabalho

Por Márcia Catunda em Enfermagem

04 de Fevereiro de 2020

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Recepcionista

Por Márcia Catunda em Ensino Médio

04 de Fevereiro de 2020

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Designer

Por Márcia Catunda em Design Gráfico, Designer

04 de Fevereiro de 2020

Empresa: Febracis Coaching.

 Cargo: Designer

 Tipo: Efetivo/CLT

Requisitos:
Designer formado com domínio em diagramação no In Designer e produção de apresentações em slides (Power Point).
Atividades:
Produção de slides e apresentações;
Diagramação de apostila do zero;
Diagramação de apostila (traduzida do inglês e do espanhol);
Criação de layout de slides.

Salário: À combinar.

 

Benefícios: Vale Transporte, Vale Refeição, Plano de Saúde, Plano Odontológico, Seguro de Vida, Subsidio em cursos e treinamentos. 
 
Oportunidade de crescimento e plano de cargo e salário.
Contato: Enviar currículo com portfólio para selecao@febracis.com.br com o assunto: DESIGNER 

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Gerente de Relacionamento

Por Márcia Catunda em Administração, Ciências Atuariais, Economia, Gestão Comercial

04 de Fevereiro de 2020

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Sedentarismo Profissional: você sofre disso?

Por Márcia Catunda em Artigo

04 de Fevereiro de 2020

Por Juracy Soares – CEO da Unieducar 

presidencia@unieducar.edu.br

O que você faz hoje – não importa o que seja – está para ser mudado ou extinto! Estou começando com essa frase de impacto para chamar sua atenção para que você assista ao vídeo até o final. Vou repetir: o que você faz hoje – profissionalmente – provavelmente será profundamente alterado nos próximos anos… ou simplesmente deixará de existir. Não importa o que seja!

Ok! Vou começar esse nosso papo lembrando de uma situação comum em minha fase de estudante universitário.

Quando eu estava para concluir minha primeira graduação, era frequente ouvirmos a frase “ele terminou seus estudos!” Você lembra disso? Bom, provavelmente não, porque certamente você é bem mais novo que eu. Mas eu lembro muito bem.

Há alguns anos (ou décadas), era certo ouvirmos essa frase quando alguém se referia a uma pessoa que passava à condição de “doutor”, simplesmente porque agora estava “formado”.

E o mais interessante era que esse status de formado (ou doutor) era o suficiente para garantir uma boa colocação no mercado profissional.

Hoje essa realidade parece bem distante não? Pois é… mas o interessante é que muitos profissionais ainda estão presos a essa situação. Ou seja, logo após concluírem sua graduação, reduzem drasticamente suas iniciativas de formação profissional. Muitos até sequer cogitam qualquer tipo de ação nesse sentido.

Atualmente o ambiente profissional está completamente mudado. E não é porque você é alguém que – como eu – nasceu no século passado, que vai se acomodar em uma realidade daquela época.

Não! Nós precisamos adotar posturas que nos permitam o convívio pleno – pessoal e profissionalmente – com a realidade atual.

E o que de fato mudou? Porque o mundo em que vivemos hoje é diferente do mundo que habitávamos no século XX?

Vou explicar… Até o final do século XX, a inovação tecnológica demorava décadas para ser absorvida. E, prepare-se: o que vou falar agora pode parecer maluquice para os mais novos. E os da minha idade terão que fazer um exercício de recuperação do banco de dados no HD.

Por exemplo, eletricidade, rádio, TV, computadores e até a internet, levaram anos para serem assimilados por uma parte da população. A sociedade do século XX não absorvia a inovação tecnológica com a velocidade que absorve hoje.

Ok, e o que isso tem a ver com a postura que nós, profissionais, temos que adotar hoje em dia? TUDO! Você é um profissional que habita um ecossistema que é chacoalhado permanentemente pelo surgimento de novas tecnologias.

Essas novas tecnologias estão e estarão – daqui pra frente – remodelando algumas profissões e extinguindo outras tantas. E é exatamente aí que está o X da questão! É disso que estamos falando agora.

Peço que preste bastante atenção no que vou dizer agora: A sua ocupação atual está sofrendo – AGORA MESMO – uma forte pressão para sofrer uma remodelação ou extinção.

Se você é Advogado, por exemplo, pesquise no Google sobre o termo “robô advogado”. Se você é médico, pesquise por “médico robô”. Se você é jornalista, por exemplo, pesquise sobre robôs que já escrevem artigos para jornais. Bom, para ter uma ideia do que estou falando, pesquise por “profissões afetadas pela tecnologia nos próximos 20 anos”.

Ok! Talvez você esteja pensando – neste exato momento – que tudo isso é coisa para daqui há 50 anos… ou que isso “é moda”. Ou que é coisa que só vai acontecer em países mais desenvolvidos e que no Brasil isso não cola. Mas se você se der ao trabalho de digitar esses termos de pesquisa no Google, verá que isso já acontece aqui, no Brasil, em 2017! Ponto!

E então você deve em seguida se perguntar: Então quer dizer que eu estou obsoleto? O que fazer? Uma das coisas que você tem que fazer é: estudar!

Isso mesmo! Aprimorar-se profissionalmente por meio de uma atitude de educação profissional continuada é essencial para manter-se vivo no mercado. O profissional que está permanentemente estudando, pesquisando, participando de eventos em sua área de atuação, tem contato com um conjunto de profissionais que estão conectados com a inovação naquela área de atuação.

Quando os players de sua área de atuação o enxergam como um profissional em constante processo de aprimoramento profissional, você sai da condição de executor e passa a ocupar posições de executivo. Isso se transforma em um círculo virtuoso.

Adote – já – uma estratégia de Educação Profissional Continuada. As opções disponíveis atualmente são infinitas. Desde cursos de graduação, pós-graduação, cursos, seminários e palestras online… O que eu quero dizer é: Não há a menor desculpa para o “sedentarismo profissional”. Esse termo eu acabo de inventar.

O “sedentarismo profissional” é a atitude de um profissional que abandona seus estudos. E estudar hoje, como eu disse, está acessível até mesmo pelo seu celular.

Desculpa que não tem tempo? Não cola: no trajeto entre casa e trabalho, ou até mesmo na academia, você pode ouvir aulas pelo celular. Eu mesmo ouço diariamente, podcasts que me dão muitas ideias sobre desenvolvimento profissional.

Desculpa que não tem dinheiro? Não cola: atualmente há inúmeros cursos, seminários e palestras gratuitos, que até oferecem certificados. Quer ver? Acesse www.unieducar.org.br e escolha um entre mais de 500 desses programas de qualificação profissional.

Cuide também para ler sobre o que está acontecendo em sua profissão – fora do Brasil. Leia revistas online publicadas no Canadá, Estados Unidos, Europa e Austrália, por exemplo. Conectar-se com veículos especializados de informação na área de sua carreira é essencial para entender as mudanças que já estão em curso – na sua área – fora do Brasil e que – mais dia menos dia – chegarão por aqui. Desculpa que não sabe ler em Inglês? Não cola, porque o Google traduz para você.

E se tiver alguma ideia ou sugestão sobre os próximos assuntos, fala! vai ser um prazer conversar contigo.

Lembre-se: O que acontece com você depende 99% de como você administra sua própria carreira.

Um abraço e sucesso!

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Sedentarismo Profissional: você sofre disso?

Por Márcia Catunda em Artigo

04 de Fevereiro de 2020

Por Juracy Soares – CEO da Unieducar 

presidencia@unieducar.edu.br

O que você faz hoje – não importa o que seja – está para ser mudado ou extinto! Estou começando com essa frase de impacto para chamar sua atenção para que você assista ao vídeo até o final. Vou repetir: o que você faz hoje – profissionalmente – provavelmente será profundamente alterado nos próximos anos… ou simplesmente deixará de existir. Não importa o que seja!

Ok! Vou começar esse nosso papo lembrando de uma situação comum em minha fase de estudante universitário.

Quando eu estava para concluir minha primeira graduação, era frequente ouvirmos a frase “ele terminou seus estudos!” Você lembra disso? Bom, provavelmente não, porque certamente você é bem mais novo que eu. Mas eu lembro muito bem.

Há alguns anos (ou décadas), era certo ouvirmos essa frase quando alguém se referia a uma pessoa que passava à condição de “doutor”, simplesmente porque agora estava “formado”.

E o mais interessante era que esse status de formado (ou doutor) era o suficiente para garantir uma boa colocação no mercado profissional.

Hoje essa realidade parece bem distante não? Pois é… mas o interessante é que muitos profissionais ainda estão presos a essa situação. Ou seja, logo após concluírem sua graduação, reduzem drasticamente suas iniciativas de formação profissional. Muitos até sequer cogitam qualquer tipo de ação nesse sentido.

Atualmente o ambiente profissional está completamente mudado. E não é porque você é alguém que – como eu – nasceu no século passado, que vai se acomodar em uma realidade daquela época.

Não! Nós precisamos adotar posturas que nos permitam o convívio pleno – pessoal e profissionalmente – com a realidade atual.

E o que de fato mudou? Porque o mundo em que vivemos hoje é diferente do mundo que habitávamos no século XX?

Vou explicar… Até o final do século XX, a inovação tecnológica demorava décadas para ser absorvida. E, prepare-se: o que vou falar agora pode parecer maluquice para os mais novos. E os da minha idade terão que fazer um exercício de recuperação do banco de dados no HD.

Por exemplo, eletricidade, rádio, TV, computadores e até a internet, levaram anos para serem assimilados por uma parte da população. A sociedade do século XX não absorvia a inovação tecnológica com a velocidade que absorve hoje.

Ok, e o que isso tem a ver com a postura que nós, profissionais, temos que adotar hoje em dia? TUDO! Você é um profissional que habita um ecossistema que é chacoalhado permanentemente pelo surgimento de novas tecnologias.

Essas novas tecnologias estão e estarão – daqui pra frente – remodelando algumas profissões e extinguindo outras tantas. E é exatamente aí que está o X da questão! É disso que estamos falando agora.

Peço que preste bastante atenção no que vou dizer agora: A sua ocupação atual está sofrendo – AGORA MESMO – uma forte pressão para sofrer uma remodelação ou extinção.

Se você é Advogado, por exemplo, pesquise no Google sobre o termo “robô advogado”. Se você é médico, pesquise por “médico robô”. Se você é jornalista, por exemplo, pesquise sobre robôs que já escrevem artigos para jornais. Bom, para ter uma ideia do que estou falando, pesquise por “profissões afetadas pela tecnologia nos próximos 20 anos”.

Ok! Talvez você esteja pensando – neste exato momento – que tudo isso é coisa para daqui há 50 anos… ou que isso “é moda”. Ou que é coisa que só vai acontecer em países mais desenvolvidos e que no Brasil isso não cola. Mas se você se der ao trabalho de digitar esses termos de pesquisa no Google, verá que isso já acontece aqui, no Brasil, em 2017! Ponto!

E então você deve em seguida se perguntar: Então quer dizer que eu estou obsoleto? O que fazer? Uma das coisas que você tem que fazer é: estudar!

Isso mesmo! Aprimorar-se profissionalmente por meio de uma atitude de educação profissional continuada é essencial para manter-se vivo no mercado. O profissional que está permanentemente estudando, pesquisando, participando de eventos em sua área de atuação, tem contato com um conjunto de profissionais que estão conectados com a inovação naquela área de atuação.

Quando os players de sua área de atuação o enxergam como um profissional em constante processo de aprimoramento profissional, você sai da condição de executor e passa a ocupar posições de executivo. Isso se transforma em um círculo virtuoso.

Adote – já – uma estratégia de Educação Profissional Continuada. As opções disponíveis atualmente são infinitas. Desde cursos de graduação, pós-graduação, cursos, seminários e palestras online… O que eu quero dizer é: Não há a menor desculpa para o “sedentarismo profissional”. Esse termo eu acabo de inventar.

O “sedentarismo profissional” é a atitude de um profissional que abandona seus estudos. E estudar hoje, como eu disse, está acessível até mesmo pelo seu celular.

Desculpa que não tem tempo? Não cola: no trajeto entre casa e trabalho, ou até mesmo na academia, você pode ouvir aulas pelo celular. Eu mesmo ouço diariamente, podcasts que me dão muitas ideias sobre desenvolvimento profissional.

Desculpa que não tem dinheiro? Não cola: atualmente há inúmeros cursos, seminários e palestras gratuitos, que até oferecem certificados. Quer ver? Acesse www.unieducar.org.br e escolha um entre mais de 500 desses programas de qualificação profissional.

Cuide também para ler sobre o que está acontecendo em sua profissão – fora do Brasil. Leia revistas online publicadas no Canadá, Estados Unidos, Europa e Austrália, por exemplo. Conectar-se com veículos especializados de informação na área de sua carreira é essencial para entender as mudanças que já estão em curso – na sua área – fora do Brasil e que – mais dia menos dia – chegarão por aqui. Desculpa que não sabe ler em Inglês? Não cola, porque o Google traduz para você.

E se tiver alguma ideia ou sugestão sobre os próximos assuntos, fala! vai ser um prazer conversar contigo.

Lembre-se: O que acontece com você depende 99% de como você administra sua própria carreira.

Um abraço e sucesso!