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7 de Maio de 2020 - Vagas Online 
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Vagas Online

por Márcia Catunda

7 de Maio de 2020

Vagas na área de saúde

Por Márcia Catunda em Técnico de Enfermagem

07 de Maio de 2020

MRH seleciona para Unimed Fortaleza as vagas descritas abaixo;

TÉCNICO DE ENFERMAGEM UTI:

Curso Técnico em Enfermagem;

Experiência profissional de mínimo 4 meses em hospitais no setor de UTI.;

Necessário registro no Coren

TÉCNICO DE ENFERMAGEM:

Curso Técnico em Enfermagem;

Experiência profissional de mínimo 4 meses em hospitais no setor de Emergência e Clínica Médica;

Necessário registro no Coren.

ENFERMEIRO (A):

Curso Superior em Enfermagem;

Experiência profissional de mínimo 6 meses em hospitais no setor de UTI, Emergência, Clínica Médica;

Necessário registro no Coren

FISIOTERAPEUTA:

Curso Superior em Fisioterapia;

Experiência profissional de mínimo 4 meses em hospitais realizando Fisioterapia Respiratória;

Necessário registro no Crefito.

 

Interessados enviar currículo informando no assunto o título da vaga para mrhunimed@gmail.com

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6 dicas para formar uma equipe de trabalho resiliente

Por Márcia Catunda em Artigo

07 de Maio de 2020

Por Craig Mackereth, VP de Serviço Global e Entrega de Suporte da Rimini Street

Formar uma equipe ou força de trabalho resiliente não é tarefa que se execute da noite para o dia. Tampouco é possível tornar uma equipe verdadeiramente resiliente se isso ainda não estiver integrado ao DNA da empresa. Destacamos abaixo algumas dicas para possibilitar a criação equipes resilientes, sobretudo a empresas que prestam serviços críticos e que não podem apresentar interrupção em um mundo cada vez mais globalizado:

1-) Considere o dia útil como um relógio de 24 horas – Se sua empresa abrange países, continentes e fuso-horários diversos, tudo o que você fizer deve se basear no conceito de “dia de 24 horas”. Isso ajuda os líderes a considerarem uma equipe global ou regionalmente dispersa como um grande time, capaz de atender aos clientes ao longo do dia, em vez de agir para gerenciar várias equipes que podem estar desalinhadas entre si.

Os diversos países apresentam diferenças em relação à definição de dias úteis, feriados nacionais ou épocas do ano que são importantes para regiões específicas – como feriados europeus típicos no verão, datas religiosas, semanas de trabalho de domingo a quinta-feira, e não de segunda a sexta-feira, e assim por diante. Ao trabalhar dentro do conceito de um dia de 24 horas, você reforça a consistência entre suas equipes e garante que todos estejam remando na mesma direção. Não há espaço para o pensamento de que “você é um time do país X e eles são um time do país Y” – uma equipe colaborativa e fluida deve se concentrar no dia de 24 horas compartilhado por todos.

2-) Pense em habilidades em comum – Considere as habilidades que você possui em sua equipe em um determinado período no dia de 24 horas e também as habilidades mais genéricas. Você não pode escolher quando acontecerão eventualidades, mas pode se preparar e garantir que haja afinidades necessárias ao passar o bastão entre as equipes.

Desenvolver uma matriz de habilidades combinada às necessidades de seus clientes em todo o mundo te auxiliará a identificar possíveis lacunas. Por exemplo, se houver um produto de nicho suportado para um cliente (interno ou externo), é necessário garantir que o conjunto de habilidades requeridas para atendê-lo esteja disponível não apenas no seu fuso-horário, mas também em outros.

Isso garante que você nunca estará mais de um fuso horário distante de envolver “novos” profissionais ou membros da equipe na solução de um problema, além de garantir que o cliente não ficará desatendido. Passar a alguém um problema, incidente ou qualquer tarefa de trabalho não deve soar como “largar a caneta”, mas sim como uma transferência de bastão em uma corrida de revezamento.

3-) Adote uma comunicação sempre ativa – Manter contato como uma equipe resiliente exige muito mais do que fazer o básico. Uma abordagem padrão para reuniões de equipe, em que todos recebem briefing regulares e as informações são enviadas em cascata é o mais comum, mas não passa de manutenção do status quo. Ser resiliente vai além disso, requer uma comunicação “sempre ativa”.

No trabalho, você e sua equipe devem se comunicar em algum canal de mensagens – sempre acessível ao time e, quando necessário, aos seus clientes. Isso estabelece uma instância para os gerentes e equipes de que, se estiverem trabalhando, todos estarão disponíveis instantaneamente para contribuir com o time. Reforçar constantemente uma abordagem de comunicação sempre ativa cria uma cultura natural de alcance e colaboração com outros membros da equipe, garantindo que não haja atrasos na resposta. É crucial promover o engajamento entre os membros remotos de uma mesma equipe.

4-) Tenha um plano para back-ups – Considere sempre que as ausências dos membros da sua equipe não serão planejadas – seja uma emergência familiar ou outra eventualidade inesperada. Prever quando um imprevisto acontecerá é impossível e, portanto, você deve assumir que, quando ele ocorrer (e ocorrerá), será no momento mais inoportuno. Em questão de minutos, você deve ser hábil para contatar sua equipe e escalar um substituto sem perder o ritmo. Isso é muito mais fácil de fazer se você presumir que nenhuma falta será planejada, mas o mesmo processo e pensamento se aplicam às ausências programadas, permitindo que os membros da equipe deleguem suas atribuições e tirem férias de verdade.

Transacionar o volume de trabalho restante para garantir a continuidade dos negócios é fundamental em ambos os cenários e traz o benefício adicional de reduzir os níveis de estresse individuais, porque os membros da equipe sabem que podem confiar no backup quando precisarem sair.

5-) Garanta acesso ao conhecimento – Ao formar uma equipe resiliente, considere disponibilizar conteúdo – conhecimento corporativo e sobre o cliente – por meio de informações básicas, disponíveis em “dois cliques”.

É importante difundir nas equipes a ideia de que manter informações em sigilo não as ajuda, e sim atrapalha. Seja para atender clientes internos ou externos, é essencial disponibilizar as informações para todos. Reter informações é como guardar um arquivo em casa. Se você se ausentasse repentinamente por motivo de doença, ninguém mais teria acesso a ele, tornando a tarefa de assumir o seu lugar extremamente desafiadora.

Uma maneira fácil de colocar isso em prática é abrir os compromissos da agenda a todos os membros da equipe. Assim, em caso de emergência, um substituto pode se envolver com as demandas e participar de todas as reuniões agendadas.

6-) Saiba lidar com a adversidade – Treinar sua equipe nas soft skills necessárias para lidar com a adversidade também é fundamental. No momento, enfrentamos desafios sem precedentes em escala global, mas isso se aplica igualmente a eventualidades que ocorram no nível da comunidade regional ou local. É fundamental desenvolver uma cultura colaborativa em qualquer equipe remota, na qual as pessoas se importem e queiram saber como as outras estão se saindo.

Certifique-se de que seja aceitável falar abertamente sobre esses assuntos durante as reuniões da equipe. Não é tabu comentar sobre o que está acontecendo em sua vizinhança, comunidade ou país – dessa forma, todos sentirão que estão juntos e enfrentarão as adversidades com compaixão e empatia, como uma verdadeira equipe.

 

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Coordenador de RH

Por Márcia Catunda em Administração, Psicologia

07 de Maio de 2020

AGIRH Consultoria seleciona para empresa cliente:

Vaga: COORDENADOR (A) DE RH

Requisitos:

 Graduação completa em Administração, Psicologia ou áreas afins;
 Pós graduação completa em Gestão de Pessoas, Recursos Humanos ou áreas correlatas;
 Necessário experiência em cargo de Gestão de RH, com atuação generalista (DP, R&S, T&D e SESMT).
 Desejável experiência na Área da Saúde.

Atividades:

 Coordenar os processos de trabalho das áreas de Gestão de Pessoas, Administração de Pessoal e SESMT.

Remuneração | Benefícios:

 Salario: Enviar Pretensão Salarial;
 Vale transporte;
 Vale Refeição

Interessados encaminhar currículo como documento anexo para o e-mail curriculo@agirh.com.br mencionando no assunto o título da vaga e realizar cadastrar em nossa nova plataforma através do link https://agirh.abler.com.br/.

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Comprador

Por Márcia Catunda em Administração, Ciências Contábeis, Economia

07 de Maio de 2020

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Analista de DHO

Por Márcia Catunda em Administração, Psicologia, Recursos Humanos

07 de Maio de 2020

AGIRH Consultoria seleciona para empresa cliente:

Vaga: ANALISTA DE DHO

 

Requisitos:

§  Superior completo em Psicologia, Administração, Gestão de RH ou áreas afins.

§  Conhecimento no Pacote Office (Excel Intermediário).

§  Sólida experiência na área de Gestão de Pessoas.

§  Desejável Pós Graduação na área de Gestão de Pessoas.

Atividades:

§  Realizar integração de novos colaboradores e acompanhamento funcional.

§  Promover ações de endomarketing e qualidade de vida no trabalho.

§  Acompanhar indicadores da área.

§  Planejar, captar e executar ações de capacitação e desenvolvimento das equipes e lideranças.

§  Demais atividades inerentes ao cargo.

Remuneração | Benefícios:

§  Salario: Avaliando pretensões salariais

§  Vale transporte;

§  Refeição no local;

§  Plano de Saúde (50%);

§  Assistência Odontológica (adesão).

Interessados encaminhar currículo como documento anexo para o e-mail curriculo@agirh.com.br mencionando no assunto o título da vaga “Analista de DHO” e realizar cadastrar em nossa nova plataforma através do link https://agirh.abler.com.br/

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5 dicas para quem quer empreender em Marketplaces

Por Márcia Catunda em Artigo

07 de Maio de 2020

Especialista em Varejo Digital do Centro Universitário Internacional Uninter orienta sobre o modelo de negócio

Um shopping center convencional é um local físico onde compradores encontram infinitos tipos de vendedores. Mas, e no mundo virtual?

Assim como nos ambientes físicos, no espaço virtual esses shopping centers também existem, e têm o nome de marketplaces. Espaços em que compradores também encontram vendedores, mas a nível mundial. O modelo de negócio surgiu no Brasil em 2012 e é o principal canal de vendas na internet, com a preferência de 52% das empresas (segundo pesquisa do Sebrae de 2018).

Os maiores marketplaces do Brasil são: Mercado Livre, Amazon, B2W (Americanas, Submarino e Shoptime), Carrefour, Magazine Luiza, Netshoes, Saraiva e Walmart.

Com a pandemia do novo coronavírus, muitos empreendedores voltaram os olhares para esses espaços virtuais, mesmo conhecendo pouco sobre o tema. Para orientar essas pessoas, o coordenador dos cursos de Varejo Digital e Gestão Comercial do Centro Universitário Internacional Uninter, Elizeu Barroso Alves, listou cinco dicas para quem quer começar a vender nesses ambientes.

1 – Diferencial

Toda empresa deve conhecer os seus diferenciais e deixá-los claro para os clientes. Por exemplo: frete grátis, preços promocionais, variedade ou exclusividade de produtos.

2 – Imagem

Uma imagem vale mais do que mil palavras. Isso se aplica e muito nos marketplaces. Os consumidores devem ter a capacidade de olhar as fotos e identificar a riqueza dos detalhes, bem como usar a ferramenta de zoom. Invista em fotos com alta qualidade e grande variedade. Lembre-se: quanto maior a exposição, maiores as chances de os consumidores adquirirem o produto.

3 – Descrição dos produtos

Produtos com maiores detalhes nas descrições e ficha técnica tendem a aumentar o interesse dos consumidores, que, inclusive, utilizam os dados como forma de comparação. Com uma boa descrição, você ganha visibilidade. Um bom anúncio pode ser a chave do sucesso.

4 – Frete

O consumidor achou um produto bacana, a um preço bom. Porém, na hora de fechar a compra ele se depara com o valor do frete, fica assustado e vai embora. Ou então, o valor do frete é agradável, porém o prazo é extenso. Lembre-se que em um marketplace haverá empresas vendendo os mesmos produtos que você, e muitas vezes dos mesmos fornecedores. Uma estratégia de frente sempre é um bom diferencial. Faça uma análise da média dos prazos e preços de seus concorrentes e apresente aos clientes mais opções.

Por exemplo, é sabido que, quanto mais rápido, maior é o valor do frete. Torne essa questão atrativa e trabalhe com frete grátis quando possível, principalmente se o consumidor comprar muitos produtos.

5 – Capriche no atendimento ao cliente

Quando você vai a um shopping center e é mal atendido, você dá meia volta e entra na loja ao lado. No marketplace ocorre o mesmo, porém em tamanho exponencial. Elabore anúncios criativos que cativem os consumidores. Responda quando eles entram em contato e faça uma pesquisa de satisfação após a entrega. Assim, será possível conquistar boas avaliações e elogios.

Alves ainda faz um alerta: “além de todos esses passos, para ter sucesso em um marketplace, aumentar a visibilidade da empresa e realizar bons negóciosé necessário planejamento”.

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5 dicas para quem quer empreender em Marketplaces

Por Márcia Catunda em Artigo

07 de Maio de 2020

Especialista em Varejo Digital do Centro Universitário Internacional Uninter orienta sobre o modelo de negócio

Um shopping center convencional é um local físico onde compradores encontram infinitos tipos de vendedores. Mas, e no mundo virtual?

Assim como nos ambientes físicos, no espaço virtual esses shopping centers também existem, e têm o nome de marketplaces. Espaços em que compradores também encontram vendedores, mas a nível mundial. O modelo de negócio surgiu no Brasil em 2012 e é o principal canal de vendas na internet, com a preferência de 52% das empresas (segundo pesquisa do Sebrae de 2018).

Os maiores marketplaces do Brasil são: Mercado Livre, Amazon, B2W (Americanas, Submarino e Shoptime), Carrefour, Magazine Luiza, Netshoes, Saraiva e Walmart.

Com a pandemia do novo coronavírus, muitos empreendedores voltaram os olhares para esses espaços virtuais, mesmo conhecendo pouco sobre o tema. Para orientar essas pessoas, o coordenador dos cursos de Varejo Digital e Gestão Comercial do Centro Universitário Internacional Uninter, Elizeu Barroso Alves, listou cinco dicas para quem quer começar a vender nesses ambientes.

1 – Diferencial

Toda empresa deve conhecer os seus diferenciais e deixá-los claro para os clientes. Por exemplo: frete grátis, preços promocionais, variedade ou exclusividade de produtos.

2 – Imagem

Uma imagem vale mais do que mil palavras. Isso se aplica e muito nos marketplaces. Os consumidores devem ter a capacidade de olhar as fotos e identificar a riqueza dos detalhes, bem como usar a ferramenta de zoom. Invista em fotos com alta qualidade e grande variedade. Lembre-se: quanto maior a exposição, maiores as chances de os consumidores adquirirem o produto.

3 – Descrição dos produtos

Produtos com maiores detalhes nas descrições e ficha técnica tendem a aumentar o interesse dos consumidores, que, inclusive, utilizam os dados como forma de comparação. Com uma boa descrição, você ganha visibilidade. Um bom anúncio pode ser a chave do sucesso.

4 – Frete

O consumidor achou um produto bacana, a um preço bom. Porém, na hora de fechar a compra ele se depara com o valor do frete, fica assustado e vai embora. Ou então, o valor do frete é agradável, porém o prazo é extenso. Lembre-se que em um marketplace haverá empresas vendendo os mesmos produtos que você, e muitas vezes dos mesmos fornecedores. Uma estratégia de frente sempre é um bom diferencial. Faça uma análise da média dos prazos e preços de seus concorrentes e apresente aos clientes mais opções.

Por exemplo, é sabido que, quanto mais rápido, maior é o valor do frete. Torne essa questão atrativa e trabalhe com frete grátis quando possível, principalmente se o consumidor comprar muitos produtos.

5 – Capriche no atendimento ao cliente

Quando você vai a um shopping center e é mal atendido, você dá meia volta e entra na loja ao lado. No marketplace ocorre o mesmo, porém em tamanho exponencial. Elabore anúncios criativos que cativem os consumidores. Responda quando eles entram em contato e faça uma pesquisa de satisfação após a entrega. Assim, será possível conquistar boas avaliações e elogios.

Alves ainda faz um alerta: “além de todos esses passos, para ter sucesso em um marketplace, aumentar a visibilidade da empresa e realizar bons negóciosé necessário planejamento”.