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6 de julho de 2020 - Vagas Online 
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Vagas Online

por Márcia Catunda

6 de julho de 2020

Home office: Solução ou Castigo?

Por Márcia Catunda em Artigo

06 de julho de 2020

Por Madalena Feliciano – Gestora de Carreira e Hipnoterapeuta

 

O Brasil se encontra a mais de 90 dias em isolamento social proposto, os comércios fecharam e as empresas tiveram que se adequar ao momento e adotar o home office.

Para que este seja realizado com excelência, é necessário disciplina, organização e preparo também.

Madalena Feliciano, Gestora de carreira, apresenta, “Existem algumas dificuldades na execução do home office, para nós que somos mães por exemplo, é complicado cuidar dos pequenos e gerenciar o negócio em casa”.

Fora isso, estando em ambiente domiciliar, várias distrações podem surgir, os animais domésticos também pedem atenção, as notificações das redes sociais estão sempre chegando. Nestes momentos é indicado que o profissional faça pequenos intervalos, mas sem se dispersar do trabalho.

É importante que o colaborador se organize, pelo menos, um dia antes, coloque no papel todas atividades e, se possível, quanto tempo irá desprender para realizar cada uma delas.

Então, “Comece com os trabalhos que considera mais chatos, assim você consegue ficar mais tranquilo no final do expediente e não sair arrancando os cabelos”.

Muitos, gostaram da adoção do home office, assim não precisam acordar horas antes, pegar o transporte público, se preocupar tanto com a alimentação, e conseguem passar mais tempo com a família, outros nem tanto, estão enfrentando dificuldades nesta modalidade. Para aqueles que acreditam ser um castigo, o negócio é se preparar melhor, mudar forma de pensar, sentir e agir; afinal muitas empresas irão aderir o home office mesmo pós-pandemia.

Segundo a gestora, o maior problema ainda é a procrastinação, “Procrastinar já acontecia no trabalho tradicional, agora em casa o risco é maior” – Imprevistos podem acontecer a qualquer momento, portanto ter Foco e Planejamento é fundamental, caso contrário corre se o risco de deixar para amanhã e assim vai…

Mudar o mindset e criar uma rotina de trabalho que seja confortável, elaborada e bem executada, contando sempre com o apoio de todos da equipe, depende somente do profissional, portanto ajuste-se!

Com algumas dicas a Gestora acredita que certamente o profissional será muito mais produtivo:

1 Vista-se corretamente – Não é porque você está em casa que deverá relaxar com o seu visual

2 Converse com as pessoas que moram com você – Faça acordos, afinal o combinado não é caro

3 Monte o seu “cantinho’” de trabalho – Deverá ser confortável, organizado e com tudo que você precisa, afinal passará grande parte do seu dia nele

4 Faça seu check list diário – Extremamente necessário para sua organização e cumprimento de metas, tenha horário para iniciar e terminar o expediente

5 Converse sempre com seu gestor e equipe – Seja proativo, a comunicação é fundamental neste período

6 Fique longe das distrações – Redes Sociais, televisão, whatsapp, é importante ter pausas, mas avalie seu comportamento e seja sincero com você mesmo

7 Entenda as novas tecnologias – Use e abuse das novas tecnologias e plataformas, porém teste sempre antes para não “pagar mico” quando precisar

Madalena finaliza, “Em todas as situações da vida podemos tirar um ensinamento, o home office veio para ficar, e cabe a nós nos adaptarmos para toda essa inovação”.

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Estagiário de Produção

Por Márcia Catunda em Engenharia de Produção

06 de julho de 2020

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Vendedor

Por Márcia Catunda em Ensino Médio

06 de julho de 2020

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Livro sobre o último cinema de bairro do Brasil será lançado em live

Por Márcia Catunda em Artigo

06 de julho de 2020

 

Na próxima sexta-feira (10), o livro Cine Nazaré – Um Cinema Vivo – será lançando virtualmente, às 16h. O livro foi trabalho de conclusão de curso da jornalista Julia Ionele, na Universidade Federal do Ceará, e será publicado pelo Inesp – Instituto de Estudos e Pesquisas sobre o desenvolvimento do Ceará.

O livro conta a trajetória do último cinema de bairro do Brasil, que está localizado no Otávio Bonfim, e é sobrevivente de um momento da trajetória cinematográfica que já não existe mais.

O Cine Nazaré abriu as portas no ano de 1941, em 76 anos de funcionamento, foi palco de muitos romances, histórias e lembranças de uma Fortaleza antiga. O Cine Nazaré é resistência ao período da ditadura militar, ao avanço da tecnologia e da nova forma da organização social. Ele resiste no mesmo lugar, na Rua Padre Graça, no número 65.  O espaço é uma saleta cinematográfica com capacidade para oitenta pessoas, os filmes são projetados com retroprojetores da forma antiga e os clássicos em preto e branco que já não se encontra em quase nenhum acervo da capital.

A produção narra os 79 anos da história do Cine Nazaré, relatando a vida de Raimundo Carneiro de Araújo, o seu Vavá, responsável por manter o cinema vivo até os dias atuais e por conservar todo o maquinário da década de 20 e 30, além do acervo de duas mil películas, títulos que já não são encontrados em nenhum lugar, como: O Ébrio, Dio como te amo, Carmen Miranda. O cinema do bairro Otávio Bonfim é um acervo vivo películas do século passado.

O avanço da desvalorização do cinema fortalezense reflete não apenas em perdas audiovisuais, mas afetivas e identitárias. Por isso, a importância de recuperar o cinema como instrumento de identidade cultural. A reflexão sobre o cinema permite que a comunidade seja levada a pensar nele como espaço de resistência e memória.

O livro está estruturado em quatro capítulos, cada um retratando diferentes fases da vida do cinema na capital cearense e no contexto do bairro do Otávio Bonfim. O capítulo um, denominado “Nasce o Cine Nazaré”, traz informações da construção do cinema e dos primeiros anos de funcionamento. O capítulo dois, que recebe o nome “A reabertura do Nazaré”, traz a segunda fase do cinema, no final dos anos 60 e a forma de organização dele. O terceiro, “Cine Nazaré é resistência”, busca trazer a reabertura do cinema nos anos 2000 e a nova forma de funcionamento. Já a última parte do livro, denominada “Cine Nazaré vive”, procura trazer explicações do que será o Cine Nazaré nos próximos anos.  Julia destaca a importância de retratar o Cine Nazaré:

“Eu queria passar pela graduação deixando para as pessoas uma boa história que elas pudessem passar adiante, eu queria mostrar a importância de fazer jornalismo para as pessoas e o Cine Nazaré foi à concretização do sonho de fazer um jornalismo comunitário. O Cine Nazaré vive e por isso, a necessidade de retratá-lo dando oportunidade para que as próximas gerações conheçam a história de um homem que lutou para que a história do Cinema não fosse perdida. O Cine Nazaré vive.”

Para o diretor executivo do INESP, João Milton Cunha, a publicação engrandece o parlamento: “Assessorar a Assembleia Legislativa por meio de pesquisas, monitoramento e acompanhamento das políticas públicas do Estado é um dos principais eixos de trabalho do Inesp, órgão técnico e científico da Casa. É papel do Instituto publicar obras, estudos e pesquisas de temas necessários ao desempenho parlamentar, e garantir apoio cultural a esta Casa Legislativa ,” afirma.

O livro foi orientado pelo professor e mestre da Universidade Federal do Ceará, Ronaldo Salgado, o precursor da Revista Entrevista e orientador do livro Cine Diogo – O cinema azul.

Link para a live: https://us02web.zoom.us/j/81823646241?pwd=S0o5RGZkc004eE1WSDRqcWRqWVo0Zz09

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Livro sobre o último cinema de bairro do Brasil será lançado em live

Por Márcia Catunda em Artigo

06 de julho de 2020

 

Na próxima sexta-feira (10), o livro Cine Nazaré – Um Cinema Vivo – será lançando virtualmente, às 16h. O livro foi trabalho de conclusão de curso da jornalista Julia Ionele, na Universidade Federal do Ceará, e será publicado pelo Inesp – Instituto de Estudos e Pesquisas sobre o desenvolvimento do Ceará.

O livro conta a trajetória do último cinema de bairro do Brasil, que está localizado no Otávio Bonfim, e é sobrevivente de um momento da trajetória cinematográfica que já não existe mais.

O Cine Nazaré abriu as portas no ano de 1941, em 76 anos de funcionamento, foi palco de muitos romances, histórias e lembranças de uma Fortaleza antiga. O Cine Nazaré é resistência ao período da ditadura militar, ao avanço da tecnologia e da nova forma da organização social. Ele resiste no mesmo lugar, na Rua Padre Graça, no número 65.  O espaço é uma saleta cinematográfica com capacidade para oitenta pessoas, os filmes são projetados com retroprojetores da forma antiga e os clássicos em preto e branco que já não se encontra em quase nenhum acervo da capital.

A produção narra os 79 anos da história do Cine Nazaré, relatando a vida de Raimundo Carneiro de Araújo, o seu Vavá, responsável por manter o cinema vivo até os dias atuais e por conservar todo o maquinário da década de 20 e 30, além do acervo de duas mil películas, títulos que já não são encontrados em nenhum lugar, como: O Ébrio, Dio como te amo, Carmen Miranda. O cinema do bairro Otávio Bonfim é um acervo vivo películas do século passado.

O avanço da desvalorização do cinema fortalezense reflete não apenas em perdas audiovisuais, mas afetivas e identitárias. Por isso, a importância de recuperar o cinema como instrumento de identidade cultural. A reflexão sobre o cinema permite que a comunidade seja levada a pensar nele como espaço de resistência e memória.

O livro está estruturado em quatro capítulos, cada um retratando diferentes fases da vida do cinema na capital cearense e no contexto do bairro do Otávio Bonfim. O capítulo um, denominado “Nasce o Cine Nazaré”, traz informações da construção do cinema e dos primeiros anos de funcionamento. O capítulo dois, que recebe o nome “A reabertura do Nazaré”, traz a segunda fase do cinema, no final dos anos 60 e a forma de organização dele. O terceiro, “Cine Nazaré é resistência”, busca trazer a reabertura do cinema nos anos 2000 e a nova forma de funcionamento. Já a última parte do livro, denominada “Cine Nazaré vive”, procura trazer explicações do que será o Cine Nazaré nos próximos anos.  Julia destaca a importância de retratar o Cine Nazaré:

“Eu queria passar pela graduação deixando para as pessoas uma boa história que elas pudessem passar adiante, eu queria mostrar a importância de fazer jornalismo para as pessoas e o Cine Nazaré foi à concretização do sonho de fazer um jornalismo comunitário. O Cine Nazaré vive e por isso, a necessidade de retratá-lo dando oportunidade para que as próximas gerações conheçam a história de um homem que lutou para que a história do Cinema não fosse perdida. O Cine Nazaré vive.”

Para o diretor executivo do INESP, João Milton Cunha, a publicação engrandece o parlamento: “Assessorar a Assembleia Legislativa por meio de pesquisas, monitoramento e acompanhamento das políticas públicas do Estado é um dos principais eixos de trabalho do Inesp, órgão técnico e científico da Casa. É papel do Instituto publicar obras, estudos e pesquisas de temas necessários ao desempenho parlamentar, e garantir apoio cultural a esta Casa Legislativa ,” afirma.

O livro foi orientado pelo professor e mestre da Universidade Federal do Ceará, Ronaldo Salgado, o precursor da Revista Entrevista e orientador do livro Cine Diogo – O cinema azul.

Link para a live: https://us02web.zoom.us/j/81823646241?pwd=S0o5RGZkc004eE1WSDRqcWRqWVo0Zz09