Artigo Archives - Vagas Online 
Publicidade

Vagas Online

por Márcia Catunda

Artigo

Sabia como lidar com o desemprego em tempos de isolamento social

Por Márcia Catunda em Artigo

09 de Abril de 2020

 

Júlia Lobo- diretora da Febracis Belo Horizonte

Além do isolamento social, o avanço da Covid-19 pelo mundo tem provocado uma onda de demissões. E, segundo pesquisa da Organização Internacional do Trabalho (OIT), 24,7 milhões de pessoas podem perder o emprego como consequência direta ou indireta dessa pandemia. Diante desse cenário, é comum que o desespero tome conta de quem já perdeu o emprego por causa dessa crise e ainda daqueles que receiam que isso também aconteça com eles. E, é nesse momento que é essencial ter inteligência emocional e saber lidar com as emoções.

Júlia Lobo, diretora da Febracis Belo Horizonte, instituição de Coaching Integral Sistêmico (CIS), com foco no desenvolvimento da inteligência emocional, explica que a dificuldade em lidar com situações como essa, pode vir do conjunto de crenças acumuladas pelo indivíduo durante a vida. “São aprendizados deixados por um processo de repetição ou por eventos que exercem grande impacto emocional na vida de um indivíduo ainda na infância. Na fase adulta vivemos a primazia das nossas crenças de forma inconsciente, podendo afetar a identidade, a capacidade e o merecimento em longo prazo”, esclarece.

A especialista acrescenta que, além de prejudicar a saúde mental, as crenças limitantes são obstáculos na busca por objetivos atuais e futuros. Ela garante, porém, que é possível reprogramá-las e que isso é de grande valia, principalmente quando a pessoa passa por uma situação difícil como a perda de um emprego, por exemplo. “Nosso cérebro possui a capacidade de reaprender constantemente, me refiro a neuroplasticidade. O segredo é investir no autoconhecimento e ferramentas práticas do coaching integral sistêmico, que permitem trazer à nossa consciência os nossos aprendizados e crenças limitantes e criar novos caminhos neuronais capazes de trazer mudanças comportamentais significativas que impactam nossas emoções e resultados”, diz. Julia acrescenta que quando paramos para analisar a origem dessas crenças, somos capazes de criar novos aprendizados, a partir de um novo ciclo de repetições em nossa comunicação, pensamentos e sentimentos.

Com as crenças reprogramadas e a inteligência emocional bem desenvolvida, o profissional consegue visualizar oportunidades e a busca pela recolocação no mercado tende a  ser menos emocionalmente desgastante, além das chances de sucesso serem ampliadas. E, segundo Júlia, as pessoas podem aproveitar esse momento de isolamento provocado pelo coronavírus para isso.

“Os profissionais podem fazer cursos com ferramentas práticas, atualizarem currículos, portfólio, lerem, se conhecerem melhor. É importante se ter em mente que, apesar do objetivo final ser um novo emprego, não alcançá-lo de imediato não é sinônimo de fracasso. O sucesso está mais relacionado à certeza de que se está indo na direção certa”, orienta.

Júlia destaca a importância de se ter uma mentalidade positiva sempre. “Adquirir uma postura de aprendizado diante da adversidade é fundamental para preservar a saúde mental, que será extremamente valiosa quando os objetivos forem alcançados”, conclui.

leia tudo sobre

Publicidade

Como garantir o engajamento da equipe em período de home office?

Por Márcia Catunda em Artigo

07 de Abril de 2020

Por Wanderson Leite, fundador da ProAtiva

Manter a produtividade e o engajamento da equipe é um desafio em tempos de coronavírus. Por recomendação de organizações da saúde, muitas empresas optaram por orientar seus funcionários a trabalharem em casa. Assim, de uma hora para outra, o home office, que só ocorria em casos excepcionais, se tornou uma realidade por tempo indeterminado.

Por mais acostumado que seu colaborador esteja com a tecnologia, a rotina muda drasticamente quando você se vê em casa todos os dias. Além de dar conta do trabalho, há também o cuidado com as obrigações diárias: com mais tempo em casa, os gastos com alimentação aumentam, é preciso se planejar para não estourar a conta de energia elétrica e, diferentemente do ambiente organizacional, em casa, você é o responsável pela limpeza. Tudo isso requer uma mudança de pensamento e um período de adaptação para todos.

Porém, é indiscutível que a produtividade deve ser mantida – se possível, até ampliada, uma vez que o engajamento da equipe e o compromisso de fazer o negócio dar certo pode garantir a sobrevivência da empresa.

Tendo isso em vista, algumas atitudes são essenciais: uma das principais é a comunicação, que deve permear toda a hierarquia da empresa, do CEO ao estagiário. Todos precisam saber o quanto são importantes e o que é esperado dele no dia a dia. Reuniões matinais são importantes, mas, se não for possível, um e-mail amigável listando as pendências também pode ajudar. Estamos em um momento em que todos precisam se ajudar e o conceito de cobrança, pura e simples, já caiu por terra: é preciso valorizar e motivar a equipe, ainda mais quando há tanto a mais para se preocupar do que as tarefas do trabalho.

As ideias precisam ser claras e o emissor precisa garantir que todos as absorveram corretamente. Quando se trabalha à distância, não há tempo para dúvidas. Interrupções e questionamentos podem prejudicar o andamento dos processos. Todos precisam estar atualizados, afinal, a forma de se relacionar com os clientes mudou, a abordagem também deve ser diferente e as exigências com certeza também subiram de nível.

Uma alternativa às reuniões e treinamentos online, por ferramentas como Skype, Zoom e Google Hangouts, são os aplicativos com técnicas de gamificação. Esses apps partem do princípio de que a interatividade contribui para o aprendizado – não à toa, essa estratégia já é adotada por diversas escolas de inglês, em que o aluno escolhe o melhor horário para estudar e o ritmo de aprendizado. Do outro lado, os professores têm acesso aos conteúdos que o estudante já acessou, qual foi seu desempenho nas atividades e onde está sua maior dificuldade.

Nas empresas, o tempo é valioso, ainda mais agora. Aplicativos como a ProAtiva permitem criar cursos dinâmicos e treinamentos em que a equipe pode interagir, deixar suas dúvidas e responder às avaliações. Equipes de vendas, por exemplo, podem organizar rankings de produtividade, em que o colaborador com mais dificuldade pode ser auxiliado – assim como o gestor faria pessoalmente.

Além disso, outro recurso muito interessante na plataforma é o de meditação. A ansiedade é um sentimento comum a todos neste momento de tanta imprevisibilidade. É importante também tirar um tempo para investir em técnicas de relaxamento, que permitirão ampliar o foco e a concentração mais para frente.

Por fim, é importante ressaltar que o mundo mudou. O coronavírus irá passar, mas não dá mais para voltar atrás em certos padrões de comportamento. Se uma empresa entender que pode funcionar em home office, não faz sentido pagar os caríssimos alugueis de imóveis bem localizados. Assim como o e-commerce e o delivery devem se tornar cada vez mais uma tendência. O tempo todo deve-se pensar no cliente, na expectativa de compra que ele tem e como seu negócio pode gerar valor para ele. Tudo isso já era apontado como promissor – o que o coronavírus fez foi somente acelerar esse processo. E todos nós precisamos estar preparados para o futuro.

leia tudo sobre

Publicidade

Múltiplas atividades profissionais e a importância do seu propósito

Por Márcia Catunda em Artigo

06 de Abril de 2020

Elizabeth N. Sinnott é psicóloga, professora nos cursos de Gestão de RH, Coaching e Desenvolvimento Humano e Administração de Empresas do Centro Universitário Internacional Uninter

Você já ouviu falar de pessoas que têm atividades profissionais diversas? Ou alguém que em algum momento mudou completamente a sua carreira? Então! Parece que atualmente essa forma de estabelecer as atividades profissionais está mais em evidencia, não é mesmo? Isso é algo positivo? Confunde os objetivos que a pessoa quer da sua carreira profissional? Ou a pessoa hoje tem a possibilidade de colocar em pratica habilidades diversas que possui?

Bem, posso começar a falar das minhas atividades profissionais, por exemplo. Sou professora do ensino superior, graduação, pós-graduação, também atuo em diversas formas metodológicas, em cursos presenciais, semipresenciais e à distância. Sou psicóloga clínica, consultora de educação corporativa, palestrante, coach e ainda sou síndica. Muitas atividades, não é mesmo?! Porém todas elas estão ligadas à minha missão. Trabalhar com pessoas e de alguma forma contribuir para que elas elevem o seu nível de satisfação.

Alguns autores atualmente falam muito sobre felicidade. Inclusive a felicidade no trabalho. Mas será que esse tema um tempo atrás era relacionado com a nossa atividade profissional? Ou será que aprendemos que trabalho é uma coisa e felicidade é outra?

Interessante entender sobre a importância de se estabelecer objetivos na vida profissional como também pessoal. Ter cada vez mais claro o seu real proposito de vida. E por qual razão? Para entender sobre a sua necessidade de pertencer a alguma coisa. É uma necessidade humana. O propósito traz sentido à vida, desenvolve a motivação, influencia diretamente a forma de se comportar e inclusive os processos de decisão. É uma condição que vem internamente, ou seja, não existe um movimento externo que vai impor o seu propósito.

Carla Furtado, conhecedora do tema felicidade, afirma que “quando se identifica o propósito, fica mais fácil gerenciar sacrifício”. Isso tem um sentido muito grande de identificarmos mais momentos felizes nas atividades profissionais. Aqui está a importância de entendermos, pois assim poderemos usufruir de uma diversidade de atividades que estejam ligadas ao que eu quero impactar no mundo, ou seja, um legado que pode ser exercido em múltiplas atividades.

O que importa é que essa diversidade de atuação não é apenas para se ter mais trabalho e fazer “um pouco de cada coisa”, e sim, segundo muitos especialistas, que essas atividades estão ligadas aos objetivos que dão a oportunidade de desempenhar com sua coleção de habilidades e que, de formas diferentes, o indivíduo pode contribuir e pode gerar algum impacto no meio que está inserido e desempenhando.

Com isso, entendemos que nessa era atual as pessoas estão cada vez mais atentas a sua satisfação no trabalho. Por isso, a busca de trabalhos voltados à sua missão, a atividades que estejam conectadas a sua visão de mundo e a sua identidade está muito maior.

Por essa razão, é muito importante o processo de autoconhecimento para que o indivíduo consiga ter uma maior clareza do que deseja e assim, poder conecta-lo a atividades diversas profissionais, ou até mesmo, uma mudança de carreira. Até porque, se a atividade ou profissão atual não estiver trazendo satisfação, prazer, felicidade e realização, qual a função legitima disso tudo?! Isso é ter propósito no trabalho.

Existem várias dicas para que você possa identificar se há possibilidades de multiplicar a sua atuação profissional. E muitas delas estão ligadas a ampliação da autoconsciência. Perceber sobre o que você faz, como faz e qual a sensação quando termina. Se sente mais entusiasmado, mais satisfeito com quais atividades?  Fique atento e não esqueça de registrar essas percepções. Enumere o que considera como potencias em você e limitações, no mínimo 3 de cada. Com essas informações você tem condições de estabelecer um plano de ação para realizar melhorias no seu cotidiano, estabelecer objetivos de desenvolvimento e estar mais atento ao nível de satisfação tão merecido!

Nesse atual cenário, com a multiplicidade presente nas atividades profissionais, além dos indivíduos buscarem elevar o nível de satisfação na sua carreira e diversificarem o seu cotidiano, o grande significado é que o processo de autoconhecimento vai ser o maior facilitador para identificar o seu propósito e proporcionar realizar diferentes escolhas de atuação, com a possibilidade de colocar em prática o seu melhor em diversas atividades e, principalmente estar conectado com o que realmente traz sentido à vida.

leia tudo sobre

Publicidade

CIEE reúne dicas para Home Office mais produtivo

Por Márcia Catunda em Artigo

01 de Abril de 2020

O Home Office, ou Teletrabalho, deixou de ser uma opção ou benefício para os colaboradores para se tornar uma oportunidade em meio a disseminação do novo coronavírus. O sistema de trabalho remoto será cada vez mais a realidade de uma grande parcela de estagiários, funcionários, gestores e CEOs nos próximos meses.

 

Entre as adaptações, a busca pela produtividade, muitas vezes perdida nesse processo, é um dos itens mais almejados. Por isso, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE reuniu seu time de especialistas para dar dicas para quem está buscando aperfeiçoar o novo modelo de trabalho.

 

Rotina, rotina e rotina

Muita gente torce o nariz para ela, mas a rotina é uma das melhores amigas para manter a produtividade e não deixar de cumprir prazos mesmo longe do escritório. Aqui a dica é manter a sua rotina, acordar no horário de sempre e manter pausas para ir ao banheiro, comer e beber água.

 

Cantinho do trabalho

Se organize para não precisar ficar se locomovendo dentro de casa. Identifique quais serão suas ferramentas de trabalho, o espaço que será necessário e ali separe tudo o que precisa deixar ao seu alcance. O objetivo é não precisar interromper a linha de raciocínio várias vezes para pegar uma caneta, caderno, ou carregador do notebook.

 

Planejamento

Assim como no ambiente de trabalho, é necessário priorizar tarefas e entender que o manejo delas será crucial nas próximas semanas, pois provavelmente surgirão outras tarefas prioritárias. Anote no caderno, aplicativo, agenda…mas não esqueça da tarefa. Gerenciar as próprias demandas será um dos principais desafios nas primeiras semanas de teletrabalho.

 

Mantenha seus horários

Os horários para iniciar e encerrar o expediente seguem iguais. Portanto, evite se conectar mais tarde e depois compensar. Em médio e longo prazo essas pequenas variações se tornam a nova rotina e podem alterar horário de almoço e descanso. Uma bola de neve que fica difícil de administrar dentro do confinamento de casa.

 

Com que roupa?

O vestuário é uma grande divergência. A dica dos especialista do CIEE é: se sinta confortável, mas não muito. Mesmo porque as reuniões por vídeo tem crescido desde o início do isolamento social. A apresentação pessoal e também da sua casa (limpeza e organização) fala ainda mais alto.

leia tudo sobre

Publicidade

Como liderar uma equipe à distância com eficiência

Por Márcia Catunda em Artigo

30 de Março de 2020

Tathiane Deândhela, autora  do best-seller “Faça o tempo trabalhar para você”

Com a recomendação para ficar em casa e evitar o contato com outras pessoas para prevenir a propagação da Covid-19, as empresas adotaram o Home Office, mas para muitas ainda é um desafio esse novo modelo de trabalho. Os líderes têm o papel de dar a direção e mostrar se todos estão no caminho certo, alinhados com as expectativas da empresa. Mas como fazer isso à distância?

Nessa hora todos passam pela adaptação a uma outra forma de trabalho e gestão. A liderança precisa garantir que todos saibam das suas atribuições, das metas e consigam produzir sem ninguém estar olhando. Muito diferente do modelo tradicional de trabalho com controle de horários para chegar e sair. Segundo Tathiane Deândhela, especialista em produtividade, é possível até que a equipe se torne mais produtiva sabendo que o que importa é a entrega de resultados e não o tempo trabalhado. “Se a pessoa trabalhou mais ou menos não importa tanto se no final o que todo líder quer é a entrega de resultados”, comenta Deândhela.

Confira os três conselhos da especialista, que já liderou uma equipe de 200 pessoas em sua carreira.

1 – Clareza da comunicação

Manter a comunicação entre gestor e equipe e até entre os integrantes é um ponto muito importante. Um aplicativo que ajuda muito nisso é o Trello. Todo o alinhamento fica organizado em um único lugar e evita que o líder precise cobrar pequenos passos. É possível ter uma visão geral de cada projeto e de cada um da equipe. Tudo o que puder ser feito para evitar o micro gerenciamento é importante.

2 – Ter uma rotina de reuniões periódicas

Reuniões são importantes para ajudar no foco e alinhamento de metas e expectativas de toda a equipe e dos gestores. Para reuniões eu recomento o Zoom, aplicativo para videoconferências. A dica é que tenha pauta e não seja muito extensa. Por exemplo, toda segunda-feira fazemos uma reunião para discussão das MCD (Metas Crucialmente Definitivas) para que o colaborador traga o que ele definiu como as três metas importantes dele para a semana e alinhamos juntos esse trabalho. Também revemos a semana anterior e o que cada um cumpriu do que havia sido definido. Isso nos ajuda muito, pois todos sabem o que está acontecendo e se comprometem.

3 – Manter a motivação e o incentivo

Sugiro sempre, nem que sejam 10 ou 15 minutinhos pela manhã, uma reunião de alinhamento. E o líder pode levar alguma história, metáfora, uma palavra de incentivo, uma boa notícia, um grito de guerra. Enfim, um começo positivo faz do dia mais produtivo.

leia tudo sobre

Publicidade

Como se preparar para quando a crise passar?

Por Márcia Catunda em Artigo

25 de Março de 2020

contato@crismoutella.com.br

www.cristinamoutella.com.br/ 

https://www.linkedin.com/in/crismoutella

 

Desempregados, empregadores e recrutadores, estamos todos no mesmo barco. Nesse momento de incertezas e quarentenas, nada de ficar em casa pirando na batatinha. Vamos aproveitar o tempo com atividades positivas e assertivas.

 

O mercado e as pessoas estão passando por uma mudança muito grande e, após o término, as coisas não serão como antes.

 

– Não seremos mais os mesmos.

– As relações trabalhistas serão impactadas.

– Negócios serão repensados e alguns deixarão de existir.

– Valores já estão sendo modificados.

– O consumo sofrerá alterações severas.

– Nada voltará a ser como antes depois desse impacto.

 

COMO SE PREPARAR?

 

1 – Estudar, aprofundando o que já sabe. Quais são as novidades no meu setor? O que fazem os demais profissionais? Não ficar para trás…

 

2 – Aprender novas habilidades que agreguem valor à sua tomada de decisão e ao seu trabalho. Para eu resolver/fazer de forma mais eficaz e eficiente, o que eu preciso aprender? Áreas de TI, gestão de pessoas e competências pessoais é um bom começo. O homem sempre dominará a máquina e softskills serão mais valorizadas.

 

3 – Pensar fora da caixa Como inovar, criar e transformar, obtendo mais resultados em menos tempo com menor custo.

 

4 – Adaptar-se rapidamente a mudanças. Aprenda com a crise a ser empático e lidar com situações críticas. Seja resiliente. Sai com vantagem quem se adapta melhor.

 

OS MAIS PREPARADOS SAIRÃO MAIS FORTES.

 

DICAS DE OURO:

 

  • Organize uma live no Instagram sobre temas como mercado, inovação, tecnologia, transformação digital ou sua área de atuação. O importante é juntar pessoas que possam somar e multiplicar, gerar conhecimento e ideias!

 

 

 

 

 

  • Faça o download dos e-Books “10 passos para arrasar no LinkedIn e chamar a atenção do Recrutadores” e “Preparando-se para Entrevistas de Emprego” em https://bit.ly/39iuhlj

 

  • Leia seus livros preferidos em 12 minutos. “De cada livro, extraímos os conceitos chave e criamos um conteúdo novo, autêntico e direto ao ponto.” Assuntos: TODOS! https://12min.com/br/. Instale o app. Plano gratuito com 1 leitura por semana

leia tudo sobre

Publicidade

Artigo – Invista em cursos online

Por Márcia Catunda em Artigo

16 de Março de 2020

Por Larissa Castelo Branco – Bibliotecária e Revisora de Texto

 

Sair de um emprego infelizmente ainda é a realidade de muitos. A palavra “demissão” gera uma carga emocional que, por muitas vezes, paralisa e desanima o brasileiro, já que é uma situação de extrema preocupação. Porém, este é um momento que pode ser aproveitado como uma oportunidade de aprimorar o currículo e o melhor, de forma gratuita. Conhecimento nunca é demais e, portanto, desenvolver novos interesses pode ser enriquecedor, por isso, as plataformas virtuais de cursos se apresentam como um ótimo meio de disseminação de conhecimento e novas possibilidades.

Dentre os benefícios dos cursos online, destacam-se: a flexibilidade de horários, a oferta de cursos nas mais diversas áreas do conhecimento, a possibilidade de assimilar o conteúdo dentro de seu tempo livre, transformação de interesses em habilidades e para quem está na faculdade, ainda há a possibilidade de incrementar a grade de horas complementares necessárias para o término de curso, isto, sem falar nas vantagens da comodidade e conforto de poder cursá-los em casa. Pensando na formação de profissionais diferenciados e dinâmicos, separamos aqui os principais portais de cursos online para você desenvolver seus talentos:

 

Escola de Gestão Pública do Ceará (https://www.egp.ce.gov.br/): Conta com cursos de Redação Oficial, Ética e Serviço Público, Elaboração de Projetos Sociais, entre outros.

 

Fundação Bradesco: (https://www.ev.org.br/cursos): A Fundação Bradesco oferece cursos nas áreas de Administração, Informática, Contabilidade e Finanças e Educação Básica.

 

Fundação Getúlio Vargas (https://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos/?goback=%2Egde_1876153_member_208379733): Conta com cursos que contempla áreas como Administração, Finanças e Sustentabilidade.

 

Escola Nacional de Administração Pública (https://www.enap.gov.br/pt/): Oferta cursos nas áreas de Acessibilidade, Previdência Social, Orçamento Público, Cidadania e Direitos Humanos e um vasto campo de opções nas mais diversas áreas do âmbito público e privado.

 

Sistema FIEC/SENAI (https://eadsenaies.com.br/): Possui cursos como Empreendedorismo, Comunicação Efetiva, Desenho Arquitetônico, Educação Ambiental e muitos outros.

 

Portal do Supremo Tribunal Militar (https://ead.stm.jus.br/dipes/login/index.php): Oferta cursos na área de Gestão de Arquivo, Novo Acordo Ortográfico.

 

Portal do Conselho Nacional de Justiça (https://www.cnj.jus.br/eadcnj/): Oferece cursos na área de Gestão da Qualidade, Novo Acordo Ortográfico, Gestão Documental, Gestão do Conhecimento e outras áreas.

 

Portal do Senado Federal (https://www12.senado.leg.br/institucional/educacao/cursos-e-oficinasold/educacao-a-distancia): Os cursos oferecidos pelo Senado Federal contempla áreas da Administração Pública, Português Básico e Lei de Acesso à Informação.

 

É importante destacar que todos os cursos emitem certificados de forma gratuita, oportunidade única para aqueles que desejam ampliar seus conhecimentos sem sair de casa. Vale ressaltar que os conhecimentos adquiridos em plataforma virtual são tão válidos quanto os conhecimentos obtidos em ambiente presencial e que o mercado de trabalho busca profissionais atualizados que saibam usar a tecnologia a seu favor.

leia tudo sobre

Publicidade

Networking: construindo conexões

Por Márcia Catunda em Artigo

10 de Março de 2020

Janguiê Diniz- Fundador e Presidente do Conselho de Administração do grupo Ser Educacional
Trabalhar o dia inteiro por trás de uma mesa de escritório. Ir a eventos do seu setor apenas para assistir. Manter suas relações restritas apenas a seus círculos familiares e de amizades. Se você pensa que isso é fazer networking, você está fazendo isso errado. Networking vai muito além, inclusive, de simplesmente trocar cartões: trata-se de estabelecer conexões verdadeiras e, mais importante, nutri-las, de forma a beneficiar todos os envolvidos.

A palavra-chave é esta: conexão. Uma boa rede de contatos não diz respeito a quantidade, mas a qualidade. Não é conhecer pessoas boas ou ruins, mas manter boas relações com quem conhece e poder tirar bons frutos disso. E como fazer para ter um bom networking?

É necessário, antes de tudo, empenho. Presença em eventos, aproximação com pessoas-chave, até mesmo um cafezinho ajuda a firmar boas relações e fortalecer sua rede. Separe um tempo do dia para marcar um encontro com aquele contato que pode trazer benefícios para sua carreira ou empresa.

Mas não utilize esse tipo de conexão apenas como “sanguessuga”: a relação deve ser uma via de mão dupla, em que os dois (ou mais) envolvidos possam se beneficiar. Há sempre o que oferecer. Nesse sentido, não busque as pessoas apenas quando precisar delas, mas procure manter os contatos “aquecidos” por meio de um relacionamento constante. Às vezes, uma mensagem por WhatsApp ou e-mail é o bastante para fazer a outra pessoa se sentir notada e “parte” de sua vida. Enviar sugestões e apresentar contatos também é uma forma de se mostrar importante.

Ao mesmo tempo, ao abordar alguém, seja inteligente. É muito mais proveitoso quando uma conversa não parece apenas um pedido de ajuda, mas uma troca. É preciso, também, ser assertivo: saber vender uma ideia da melhor forma – fazer seu pitch – e sem tomar muito tempo é primordial. Mais do que se empenhar em falar sem parar, é bom estabelecer um diálogo, também perguntando sobre as necessidades do outro. Essa estratégia fortalece a conexão e pode dar ótimos resultados.

Contatos não são apenas números telefônicos ou endereços de e-mail. Tê-los como uma rede de relacionamento, formada por pessoas com necessidades e sentimentos, é o que pode tornar o networking mais efetivo e melhor para todas as partes. É um jogo que abre portas e ajuda a fechar negócios.

leia tudo sobre

Publicidade

Artigo – Pessoas e empresas estão confundindo engajamento com diversão

Por Márcia Catunda em Artigo

04 de Março de 2020

                                 Foto: Divulgação

 

Por Renata Tolotti – empreendedora, coach e palestrante

 

É preciso falar sobre engajamento e motivação de equipe. Nos últimos anos, a motivação sugerida pelas empresas mais modernas é muito interessante: vão de churrasco e chopp, a happy hour, lanches da tarde e até mesmo massagens. Mas é certo que esses itens podem ser importantes, mas não geram o engajamento necessário entre o time. As pessoas estão constantemente confundindo diversão com engajamento, bem estar com motivação, e uma coisa não está totalmente ligada a outra.

O que é motivação? O que é engajamento? Como você pode trabalhar isso nos times, fazer com que eles vistam a camisa para gerar resultados melhores? A resposta para isso é simples. Propósito: não se trata apenas da identificação com a companhia, mas sim do colaborador se sentir parte de algo maior e ter satisfação com o trabalho que está fazendo.

Para isso, o ideal é analisar os liderados, se eles possuem interesse em fazer parte da empresa e crescer com ela. Se essas pessoas dificilmente não fazem nada além do mínimo, certamente não estão engajadas e não tem propósito.

Partindo do princípio de que os colaboradores são essenciais para o funcionamento do negócio, como é possível melhorar o engajamento deles? Pessoalmente, acredito que é essencial fazer com que essas pessoas façam parte e até mesmo liderem projetos. Não necessariamente grandes funções, mas formas de inserir os colaboradores em questões diárias, como apresentar novas ideias de comunicação para clientes, melhorias de processos, fluxo de comunicação interna, feedbacks etc  Dessa forma vão contribuir no dia a dia, seja com resultados, boas ideias e, não obstante, maior desenvolvimento dentro da equipe.

Embora alguns funcionários possam parecer mais tímidos ou menos aptos, lembre-se que cada pessoa tem o seu próprio tempo e todo incentivo para o crescimento é importante, especialmente se o líder acredita no potencial desse liderado. No entanto, é preciso cobrar e lembrá-los das responsabilidades.

Se o líder opta por tomar para si todas as tarefas, de certas essas pessoas ficarão ainda mais afastadas do propósito. Colocar em prática um primeiro passo dará mais conforto e confiança para que os colaboradores elevem os níveis de motivação e engajamento.

O segundo passo, igualmente importante, é a mensuração e o acompanhamento das habilidades individuais. Ao avaliar um funcionário desmotivado é preciso entender porque isso se dá e perceber os pontos fortes e fracos através do que ele produz.

Para cada função que você tem na empresa, o colaborador precisa ter determinada aptidão, seja em comunicação, disciplina, pontualidade, resultados, ousadia etc. Um método precioso para que o funcionário se engaje em suas atividades e cresça é informar qual skill é necessária para que ele alcance um novo patamar e, consequentemente, uma posição melhor dentro da equipe.

Com o acompanhamento e desenvolvimentos de planos de ação, é possível fazer com que todos entendam melhor qual é o propósito de cada um, o que irá resultar em mais satisfação com o trabalho que é produzido. E o líder, por sua vez, faz o que é realmente sua função: levantar a equipe para que todos cresçam juntos, com participação e envolvimento de todos. A diversão, claro, é sim necessária, mas não traz os resultados que a empresa precisa.

Sobre Renata Tolotti 

Renata Tolotti é empreendedora, coach e palestrante. Além da formação em arquitetura, cursou a Marshall Goldsmith Stakesholder  Centered Organization (melhor formação de líderes por Harvard Business School em 2018). Também possui certificação em Coaching Integral Sistêmico, Coaching Business e executivo e estudou Comportamento Humano pela Flórida Christian University. Mais informações sobre a especialistas podem ser obtidas pelas redes socais http://facebook.com/coachrenatatolotti,  Instagram: @renata.tolotti, ou pelo site https://palestras.renatatolotti.com.br

leia tudo sobre

Publicidade

A diversidade nas empresas e as relações humanas

Por Márcia Catunda em Artigo

02 de Março de 2020

Por Viviane Xavier de Avelar Rocha – Professora do Curso de Gestão de Recursos Humanos da UniAteneu 

No momento atual, nos deparamos com um mercado de trabalho onde a diversidade tem se feito presente nas suas mais variadas formas. Pessoas de várias tribos reunidas em um mesmo espaço de trabalho, mas que pensam, se vestem, vivem e se relacionam de diferentes formas, acabam gerando conflitos de ideias.

Os especialistas têm sido unânimes em afirmar que os novos colaboradores têm uma boa formação técnica. Contudo, no quesito relações humanas, deixam muito a desejar. Na era das mídias sociais, onde todos se autopromovem e expõem suas opiniões e pensamentos sem regras ou sanções, lidar com pessoas no real tornou-se mais difícil ainda, porque não há a sensação de proteção que se tem por trás de uma tela e nem como desligar uma situação de imediato, como ocorre no virtual.

O colaborador do século XXI tem se mostrado despreparado para lidar com discordâncias ou rejeições tanto nas questões de cunho pessoal como profissional, e o enfrentamento no ambiente de trabalho, muitas vezes, é inevitável porque faz parte das relações e é fruto da convivência. Entretanto, esse confronto não precisa se tornar uma desavença onde a falta de respeito e a intolerância impere.

Conviver com a diferença, de maneira geral, nos proporciona a oportunidade de conhecer novas visões de mundo, personalidades e histórias. Nos incentiva a ver com outros olhos e a perceber que existem soluções tão boas ou até melhores que as nossas, para as mais variadas situações, além de nos mostrar que quanto maior a diferença entre as pessoas, tanto maior será o potencial gerador de inovações.

As empresas buscam hoje pessoas para serem o capital humano da organização, e não mais somente o recurso produtivo. Privilegiam quem sabe ser audacioso e não tem medo de lidar com o novo.

Com a globalização, o crescimento da concorrência, a pluralidade da sociedade e, consequentemente, das relações, não há mais espaço para a intransigência, a inflexibilidade e o preconceito. Há de se exercitar a empatia no dia a dia visando sempre conciliar, sem abrir mão de suas ideias, mas aceitando que acolher a diversidade que há no mundo é infinitamente mais recompensador do que lutar contra ela, entendendo que o trabalho hoje é uma atividade conjunta, grupal e solidária e que, como diz Carvalho (2009), partilhando experiências e enfrentando conflitos com os que nos cercam descobrimos muito mais sobre nós mesmos.

 

Referências: 

 

Carvalho, Maria do Carmo Nacif de. Relacionamento Interpessoal: Como preservar o sujeito coletivo: Rio de Janeiro: LTC, 2009.

leia tudo sobre

Publicidade

A diversidade nas empresas e as relações humanas

Por Márcia Catunda em Artigo

02 de Março de 2020

Por Viviane Xavier de Avelar Rocha – Professora do Curso de Gestão de Recursos Humanos da UniAteneu 

No momento atual, nos deparamos com um mercado de trabalho onde a diversidade tem se feito presente nas suas mais variadas formas. Pessoas de várias tribos reunidas em um mesmo espaço de trabalho, mas que pensam, se vestem, vivem e se relacionam de diferentes formas, acabam gerando conflitos de ideias.

Os especialistas têm sido unânimes em afirmar que os novos colaboradores têm uma boa formação técnica. Contudo, no quesito relações humanas, deixam muito a desejar. Na era das mídias sociais, onde todos se autopromovem e expõem suas opiniões e pensamentos sem regras ou sanções, lidar com pessoas no real tornou-se mais difícil ainda, porque não há a sensação de proteção que se tem por trás de uma tela e nem como desligar uma situação de imediato, como ocorre no virtual.

O colaborador do século XXI tem se mostrado despreparado para lidar com discordâncias ou rejeições tanto nas questões de cunho pessoal como profissional, e o enfrentamento no ambiente de trabalho, muitas vezes, é inevitável porque faz parte das relações e é fruto da convivência. Entretanto, esse confronto não precisa se tornar uma desavença onde a falta de respeito e a intolerância impere.

Conviver com a diferença, de maneira geral, nos proporciona a oportunidade de conhecer novas visões de mundo, personalidades e histórias. Nos incentiva a ver com outros olhos e a perceber que existem soluções tão boas ou até melhores que as nossas, para as mais variadas situações, além de nos mostrar que quanto maior a diferença entre as pessoas, tanto maior será o potencial gerador de inovações.

As empresas buscam hoje pessoas para serem o capital humano da organização, e não mais somente o recurso produtivo. Privilegiam quem sabe ser audacioso e não tem medo de lidar com o novo.

Com a globalização, o crescimento da concorrência, a pluralidade da sociedade e, consequentemente, das relações, não há mais espaço para a intransigência, a inflexibilidade e o preconceito. Há de se exercitar a empatia no dia a dia visando sempre conciliar, sem abrir mão de suas ideias, mas aceitando que acolher a diversidade que há no mundo é infinitamente mais recompensador do que lutar contra ela, entendendo que o trabalho hoje é uma atividade conjunta, grupal e solidária e que, como diz Carvalho (2009), partilhando experiências e enfrentando conflitos com os que nos cercam descobrimos muito mais sobre nós mesmos.

 

Referências: 

 

Carvalho, Maria do Carmo Nacif de. Relacionamento Interpessoal: Como preservar o sujeito coletivo: Rio de Janeiro: LTC, 2009.