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Vagas Online

por Márcia Catunda

artigo

Carta aberta aos seguidores do Blog Vagas Online

Por Márcia Catunda em Artigo

29 de julho de 2020

 

O ano de 2020 está sendo realmente o ano das mudanças. Depois de quase 8 anos, comunico a vocês que a partir do próximo mês  este espaço não estará mais disponível neste portal.

O blog Vagas Online teve início em 2012 quando o portal Tribuna do Ceará ainda era chamado Jangadeiro Online, daí o nome “online”. No início a proposta era ser apenas um espaço de divulgação de vagas de emprego e estágio, mas passou a ser um canal de divulgação de conteúdo relacionado a carreira e empregabilidade, como cursos, palestras, seminários, lives e artigos de profissionais de recrutamento e seleção ou ligados ao ramo de alguma forma.

O Vagas Online abriu portas para muitas pessoas. Comigo não foi diferente. Fui convidada para dar palestras e participar de eventos graças a ele. Conheci pessoas incríveis, ganhei convites para cursos  e pude desenvolver um bom network, além de adquirir conhecimento com essas oportunidades. Esse legado não será apagado. E digo mais: ele irá continuar.

A ideia do blog era a realização de divulgação apenas de vagas no estado do Ceará, mas frequentemente recebi pedidos de divulgação de recrutadores de outros estados. Destaco também o trabalho dos assessores de imprensa, que passaram a enviar artigos com conteúdo excelente de seus assessorados. Foi uma honra e um privilégio poder colaborar com o crescimento profissional de tantas pessoas.

Quero agradecer à equipe do Portal Tribuna do Ceará pela oportunidade e parceria durante esse tempo e a vocês seguidores pela confiança em meu trabalho. Cada depoimento de recolocação era uma motivação ainda maior para mim.

Finalizo reforçando que isto é uma carta de agradecimento e não um adeus. Em breve o blog estará disponível em outro espaço. Peço paciência na espera e saliento que, enquanto isso, vocês podem manter contato comigo por e-mail e pelas redes sociais.

Até logo!

 

Márcia Catunda

Editora do Blog Vagas Online

Email: marcia_catunda@yahoo.com.br

Linkedin: https://www.linkedin.com/in/marciacatunda/

Instagram: @marcia_catunda

 

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TOP DICAS DE RECOLOCAÇÃO PROFISSIONAL

Por Márcia Catunda em Artigo

28 de julho de 2020

1 – Não inclua no seu CURRÍCULO nenhum dado pessoal, fora nome, telefone, cidade, UF, e-mail e LinkedIn, a não ser que seja requisito da vaga. Idade e foto são dados que podem eliminar sem lhe dar a chance de mostrar seu valor. Nunca minta no currículo.

2 – O RESUMO do seu #currículo é feito para o recrutador e deve mostrar a sua capacidade de assumir a função desejada ou atender às exigências da vaga oferecida.

3 – RECÉM-FORMADO possui experiência sim! Trabalhos da faculdade, participação em projetos, estágio, aulas que deu, liderança de equipes, uso da sua criatividade, monitorias, trabalhos voluntários, viagens internacionais, intercâmbios, tudo conta. O importante é mostrar suas #habilidades pessoais e #competências adquiridas além da formação.

4 – #TRABALHOVOLUNTÁRIO traz grandes oportunidades de desenvolver novas competências e conhecer pessoas, além de elevar a autoestima e fazer bem à alma.

5 – Se pedido, envie sua #PRETENSÃOSALARIAL na carta de apresentação ou corpo do e-mail, nunca no CV. Seja realista quanto ao mercado e abra uma faixa para negociação, de acordo com os benefícios da empresa.

6 – Se já participa do #PROCESSOSELETIVO pelo meio oficial, não envie o currículo também por e-mail ou mensagem para o recrutador. Ele tem um fluxo a seguir e vai ignorar. Desperdício de tempo e energia.

7 – Para ENVIAR SEU CURRÍCULO diretamente às empresas, faça um contato inicial com as pessoas certas. Estude sobre a organização, apresente-se e diga porque gostaria de trabalhar lá. Pergunte se há vagas dentro do seu perfil e se você poderia enviar seu CV para futuras oportunidades.

8 – Inicie RELACIONAMENTOS com pessoas da sua área desde sempre. Quando você precisar, já tem a quem pedir. #Networking está mais para SERVIR do que para PEDIR. Compartilhe e troque conhecimento, apoie seus colegas e ajude como puder. Seja generoso.

9 – Enviar currículos por e-mail e mensagens, sem conhecer as pessoas, é panfletar. A maior parte vai parar NO LIXO.

10 – Para falar dos #PONTOSFRACOS, escolha uma competência que você precisa melhorar, assuma isso e diga como está trabalhando nesse sentido.

11 – Sua #marcapessoal é a imagem que você deixa por onde passa. Se sua passagem profissional foi marcante, mantenha seus contatos. É desses relacionamentos que colhemos frutos durante nossa #carreira.

12 – Devo ligar quando demoram a dar retorno do processo seletivo? O SILÊNCIO SIGNIFICA NÃO; se fosse sim, já teriam respondido. Mas pode entrar em contato… Para ouvir uma desculpa ou um não definitivo, se isso faz você se sentir melhor. O ideal é deixar o tempo resolver e focar sua energia em algo produtivo.

13 – Diminua a ansiedade focando em ações positivas, como BUSCA ASSERTIVA DE VAGAS. Faça uma lista de todas as empresas que interessam a você. Siga as páginas das empresas e faça busca de vagas e oportunidades nos Conteúdos no LinkedIn. Cadastre-se nos no site dessas empresas e relacione-se com as pessoas que nela trabalham. A maior parte das vagas não está no Vagas.com, LinkedIn, Infojobs e Catho, mas nas mãos das pessoas contratantes.

14 – Encontrou VAGAS no seu feed? Comente com #temvagasim e passe a seguir essa hashtag. Se todos fizerem isso, as vagas marcadas aparecerão no seu Feed. Uma #correntedobem de divulgação.

15 – Busque por vagas também no Facebook, Instagram e participe de grupos do LinkedIn, WhatsApp, Telegram, entre outras redes sociais.

 

QUAL É A SUA DÚVIDA?

Cris Moutella – Consultora de Carreira, Desenvolvimento Profissional e Transformações Pessoais. Mentora, Instrutora e Escritora. Ajudo pessoas a se desenvolverem e se recolocarem no mercado através de autoconhecimento, protagonismo e marketing pessoal.

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Startup ceaense lança jornada Headhunter online e gratuita para o profissional descobrir como ser o recrutador que toda empresa precisa

Por Márcia Catunda em Artigo

27 de julho de 2020

 

De acordo com dados da Pnad Covid, pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o mercado de trabalho segue infectado pela crise causada pela pandemia do novo coronavírus, afetando cerca de 11,85 milhões de brasileiros que seguem sem um emprego formal.

Diante desse cenário estarrecedor, tem aumentado o número de profissionais que estão em busca de uma transição de carreira. Pensando em ajudar o grupo de brasileiros que precisa de uma recolocação no mercado ou até mesmo aos que estão em busca dessa transição, a Goowit lança uma maratona com cursos online e gratuitos para democratizar a profissão de Headhunter, que são os profissionais encarregados de recrutar talentos para posições gerenciais e C-level, como CEO, CFO e CMO, entre outros cargos de alta liderança. Considerada pelas principais consultoras de RH do mundo, Michael Page e Robert Half, como uma das profissões com maior projeção e melhor futuro, principalmente na América Latina.

A Ação inédita no mundo mostra que caçar talentos não basta. Segundo um estudo da Harvard Business Review, 80% do turnover nas empresas se deve à contratação de profissionais inadequados. Quando a rotatividade é alta, os custos aumentam, pois há uma busca frequente por novos candidatos. Além dos custos de contratação, também aumentam os gastos com demissões. No Brasil, o prejuízo é alto, pois a lei trabalhista prevê uma série de encargos e multas para o desligamento de um colaborador.

Pensando em reduzir esses impactos na cultura organizacional das empresas e na qualificação do profissional, durante uma jornada de 5 encontros, a startup, que é uma rede social que une desempregados e empresas utilizando tecnologias avançadas, vai contribuir para o desenvolvimento da carreira do futuro e na construção do legado profissional. Além do mentor, o CEO Deibson Silva, a maratona contará com convidados especiais, peritos na área, que vão discutir temas que farão real diferença na sua carreira, sem informações rasas, nem teorias inúteis. ‘’O objetivo da jornada é proporcionar para todos os Headhunters, RHs e gestores um método infalível para contratação, que já foi testado e validado por centenas de empresas e aplicado em mais de 700 mil pessoas. Queremos democratizar a profissão de Headhunter no Brasil, já que aqui é muito voltada para cargos estratégicos’’, destaca Deibson sobre o treinamento.

STARTUP PARA EMPREGABILIDADE

Para atender a demanda do mercado de trabalho a startup Goowit chega ao mercado para fazer o match entre empresas e desempregados. Vale ressaltar que entre seus cases de sucesso está uma empresa de São Paulo que, sozinha, contratou 7 usuários da rede.

Ao todo, foi investido R$ 1,4 milhão no desenvolvimento de tecnologias e parcerias (como LinkedIn e Udemy) para compor a rede social, e a expectativa é que o Goowit se torne um unicórnio (empresa que atinge R$ 1 bilhão em faturamento) até 2022. O acesso é gratuito para os usuários, enquanto as empresas deverão pagar mensalidades após algum período para utilizar as ferramentas.

Segundo informou Deibson Silva, CEO da Goowit, a plataforma atua com a missão de facilitar o match ideal entre instituições e profissionais, além de mapear o perfil comportamental de cada candidato por meio de uma inteligência artificial, batizada de sherppy, voltada especificamente ao people analytics.

No entanto, não é só isso. De acordo com o Deibson, a plataforma tem uma série de diferenciais que ultrapassam as habilidades de outras redes sociais de mercado e educação. “A plataforma oferece a otimização no tempo de contratação, maior assertividade na seleção, retenção de talentos, redução do turnover, match entre perfil do candidato e o desenho da pessoa ideal para a função”, comenta o empresário ao informar e enfatizar que na rede social é possível encontrar também uma gestão completa e eficaz do setor de RH com gerenciamento de recrutamento e seleção, visibilidade no mercado, roteiro de processo seletivo e mapeamento de cargos.

Para potencializar o uso da rede e atrair recrutadores e talentos, a startup oferecerá meses de experimentação grátis de todos os recursos da rede para as empresas e headhunters. Para guiar a trilha de aprendizagem foi criado o Sherppy, uma solução em Inteligência Artificial que atua como Mentor Vocacional, ajudando os usuários no desenvolvimento de Soft e Hard Skills (habilidades comportamentais e técnicas, respectivamente).

Serviço

Evento: Jornada Headhunter Goowit
Quando: 
27 a 31 de julho
Onde: 
Online
Horário: 
19h27
Investimento: 
Gratuito
Inscrição: 
https://portal.goowit.com/jornada-headhunter/
Público-alvo:

– Estudantes de Psicologia, RH e R&S.
– Consultores, Psicólogos, Coaches ou Profissionais de RH e R&S.
– Empresários, Diretores ou Gestores.
– Pessoas buscando novas habilidades e conexão entre propósito e carreira.

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Em tempos de pandemia, falar bem pode fazer a diferença nas redes sociais

Por Márcia Catunda em Artigo

17 de julho de 2020

 

Falar é natural do ser humano. A comunicação está presente em todos os momentos de nossas vidas. Desde crianças, somos estimulados a falar (fala, “mamãe”) e a nos comunicar por gestos (“dá tchau pra vovó”) e expressões corporais (“dança pro vovô ver”). Fazemos teatro na escola, e vamos ser francos, não são peças da Broadway, mas nos divertimos muito. Escrevemos redações, que dificilmente virarão Best-sellers, mas nos orgulhamos delas.

Crescemos e vamos ao mercado de trabalho onde precisamos nos comunicar com nossos pares, clientes, fornecedores, concorrentes e todos os stakeholders relacionados a nossa profissão e a nossa empresa. Valorizamos o olho no olho, isso gera confiança. Mas, e quando isso não é mais possível?

Passamos por um momento delicado da nossa sociedade mundial, a ordem agora é home office, e falar de oratória parece desnecessário, mas isso é um ledo engano. Nesse momento de pandemia e isolamento social, mais do que nunca, precisamos saber nos comunicar de forma objetiva e assertiva.

Lojas precisam vender, clientes precisam comprar, professores precisam dar aulas, alunos precisam estudar, advogados precisam participar de audiências, o mundo precisa continuar girando suas economias da melhor forma possível, mas sem afetar ou por em risco a saúde de todos. E isso tudo está acontecendo via web.

Estamos usando as mídias sociais todo o tempo e muito mais do que usávamos nos dias “normais”. O mundo está conectado 24h por dia. A informação circula em velocidade estonteante.

Com o isolamento social as pessoas querem ver e ser vistas pelos canais disponíveis, tais como, Youtube, Instagram, Facebook, Linkedin, Twitter e todos os canais virtuais que possam gerar algum tipo de integração e interação social.

Por isso, saber expressar-se, falar com propriedade sobre algum tema, dar uma boa aula, vender o seu produto ou serviço, atingir o seu público, encantar e prender a atenção dos seus ouvintes é importante e gratificante quando se consegue. Isso é colocar a oratória em ação. A concorrência chega pelo seu computador e não pede licença.

Agora, para falar bem, uma coisa é imprescindível: LER.

Sem conteúdo não há o que falar, ou só se fala bobagens. Sem conhecimento os debates se tornam rasos. As opiniões são baseadas em “achismos”.  As apresentações não convencem e a credibilidade desmorona.

Quero deixar uma única dica para quem quer se tornar um bom orador: LEIA. Leia muito. Leia de tudo. Leia o que não gosta. Leia o que não entende. Leia o que você tem paixão. Leia até bula de remédio, mas LEIA.

Autor: Júlio Cezar Bernardelli é mestre em Tecnologia e Sociedade, professor e coordenador de operações dos cursos semipresenciais do Centro Universitário Internacional Uninter.

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Os perigos da retomada: o que você precisa saber sobre saúde e segurança antes de voltar ao trabalho?

Por Márcia Catunda em Artigo

07 de julho de 2020

 

Por Alexandre Pierro – sócio-fundador da PALAS

A flexibilização da quarentena já é uma realidade para muitos locais no país. Cidades da Região Metropolitana de São Paulo, por exemplo, reabriram o comércio nesta semana – inclusive, com alguns já registrando aglomerações. Pouco a pouco, vamos voltando a sentir o gosto do que conhecíamos como normal, ainda que o dia a dia nas ruas ainda esteja cheio de restrições.

Para as empresas que estão planejando a volta ao trabalho, porém, ainda há muitas dúvidas. Mesmo com a liberação das atividades, é preciso estar atento às recomendações do poder público, além de organizações como a OMS (Organização Mundial da Saúde) e a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Questões de saúde e segurança no trabalho nunca estiveram tão em voga, principalmente depois que o STF (Supremo Tribunal Federal) considerou a Covid-19 como uma doença ocupacional, o que, na prática, representa que as empresas podem ser auditadas caso seja comprovado um risco de contaminação no local de trabalho.

Hoje, a principal recomendação é evitar aglomerações. E, para isso, algumas medidas devem ser levadas em consideração. A primeira delas é entender que o trabalho não começa só quando o colaborador chega na empresa, mas desde o momento em que ele sai de casa. Todo o trajeto deve ser considerado.

Neste momento, é importante verificar se é possível flexibilizar as jornadas de trabalho, permitindo o trabalhador realizar suas atividades em casa e ir até o escritório somente em alguns dias da semana e evitando que os colaboradores utilizem o transporte público em horários de pico, se expondo ao risco de contaminação. Isso também permite distribuir de uma maneira mais organizada as entradas e saídas de funcionários, sem que haja muitas pessoas ao mesmo tempo nas empresas.

Alguns cargos administrativos, por exemplo, não precisam estar todos os dias no trabalho. Muitas empresas, principalmente na Europa, já adotavam medidas como essa justamente por entender que não é necessário ir trabalhar todo dia fisicamente. Se nada disso for possível, há casos de empresas que contrataram vans para garantir o deslocamento dos funcionários com segurança. O custo desses serviços costuma ser equivalente ao que ela desembolsaria com vale-transporte.

Outra ponderação é em relação a organização dos espaços de trabalho, com mesas a pelo menos dois metros de distância umas das outras. A higiene pessoal também precisa estar alinhada à higienização do posto de trabalho, equipamentos como mouse, notebook e itens de uso compartilhado. Isso sem falar no uso de sanitários compartilhados, cuja limpeza deve ser feita com mais frequência. Empresas que possuem refeitórios precisam reorganizar o espaço e os horários das refeições, de modo a evitar aglomerações.

A ventilação dos espaços deve ser uma prioridade. Não adianta ter um distanciamento considerado adequado se o ar condicionado do escritório não estiver com os filtros limpos e não houver troca de ar, ainda mais porque fica cada vez mais evidente que a Covid-19 é transmitida pelo ar. Recentemente, um grupo de 239 cientistas afirmou que partículas do novo coronavírus permanecem no ar em ambientes fechados, com capacidade de infectar as pessoas.

Especialmente em momentos como este, a análise e gestão de riscos podem contar com o auxílio de uma consultoria especializada, que saberá traçar os planos de implementação de mudanças alinhados à cultura da empresa. Além disso, empresas certificadas pela ISO 45.001 possuem métricas para avaliar tudo que diz respeito a saúde e segurança ocupacional de seus funcionários. Isso ajuda em momentos como esse porque permite atuar com a prevenção e não com a reação a eventos adversos.

O momento pede ação e planejamento. Não é possível expor os colaboradores a um risco ainda maior do que eles já enfrentam no dia a dia. É hora das empresas praticarem o zelo e a empatia, buscando minimizar o contágio entre funcionários e, inclusive, clientes. A PALAS conta com um programa de consultoria chamado Cuidar em que desenvolvemos estratégias de retomada para as empresas com base na ISO 45.001 e nas recomendações da ANVISA e da OMS. É preciso estar preparado para o futuro e todas as possibilidades de enfrentamento à doença. Assim, poderemos dar o primeiro passo em direção a retomada econômica e garantir a manutenção do sustento de tantas famílias brasileiras.

Alexandre Pierro é sócio-fundador da PALAS e um dos únicos brasileiros a participar ativamente da formatação da ISO 56.002, de gestão da inovação.

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Home office: Solução ou Castigo?

Por Márcia Catunda em Artigo

06 de julho de 2020

Por Madalena Feliciano – Gestora de Carreira e Hipnoterapeuta

 

O Brasil se encontra a mais de 90 dias em isolamento social proposto, os comércios fecharam e as empresas tiveram que se adequar ao momento e adotar o home office.

Para que este seja realizado com excelência, é necessário disciplina, organização e preparo também.

Madalena Feliciano, Gestora de carreira, apresenta, “Existem algumas dificuldades na execução do home office, para nós que somos mães por exemplo, é complicado cuidar dos pequenos e gerenciar o negócio em casa”.

Fora isso, estando em ambiente domiciliar, várias distrações podem surgir, os animais domésticos também pedem atenção, as notificações das redes sociais estão sempre chegando. Nestes momentos é indicado que o profissional faça pequenos intervalos, mas sem se dispersar do trabalho.

É importante que o colaborador se organize, pelo menos, um dia antes, coloque no papel todas atividades e, se possível, quanto tempo irá desprender para realizar cada uma delas.

Então, “Comece com os trabalhos que considera mais chatos, assim você consegue ficar mais tranquilo no final do expediente e não sair arrancando os cabelos”.

Muitos, gostaram da adoção do home office, assim não precisam acordar horas antes, pegar o transporte público, se preocupar tanto com a alimentação, e conseguem passar mais tempo com a família, outros nem tanto, estão enfrentando dificuldades nesta modalidade. Para aqueles que acreditam ser um castigo, o negócio é se preparar melhor, mudar forma de pensar, sentir e agir; afinal muitas empresas irão aderir o home office mesmo pós-pandemia.

Segundo a gestora, o maior problema ainda é a procrastinação, “Procrastinar já acontecia no trabalho tradicional, agora em casa o risco é maior” – Imprevistos podem acontecer a qualquer momento, portanto ter Foco e Planejamento é fundamental, caso contrário corre se o risco de deixar para amanhã e assim vai…

Mudar o mindset e criar uma rotina de trabalho que seja confortável, elaborada e bem executada, contando sempre com o apoio de todos da equipe, depende somente do profissional, portanto ajuste-se!

Com algumas dicas a Gestora acredita que certamente o profissional será muito mais produtivo:

1 Vista-se corretamente – Não é porque você está em casa que deverá relaxar com o seu visual

2 Converse com as pessoas que moram com você – Faça acordos, afinal o combinado não é caro

3 Monte o seu “cantinho’” de trabalho – Deverá ser confortável, organizado e com tudo que você precisa, afinal passará grande parte do seu dia nele

4 Faça seu check list diário – Extremamente necessário para sua organização e cumprimento de metas, tenha horário para iniciar e terminar o expediente

5 Converse sempre com seu gestor e equipe – Seja proativo, a comunicação é fundamental neste período

6 Fique longe das distrações – Redes Sociais, televisão, whatsapp, é importante ter pausas, mas avalie seu comportamento e seja sincero com você mesmo

7 Entenda as novas tecnologias – Use e abuse das novas tecnologias e plataformas, porém teste sempre antes para não “pagar mico” quando precisar

Madalena finaliza, “Em todas as situações da vida podemos tirar um ensinamento, o home office veio para ficar, e cabe a nós nos adaptarmos para toda essa inovação”.

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Livro sobre o último cinema de bairro do Brasil será lançado em live

Por Márcia Catunda em Artigo

06 de julho de 2020

 

Na próxima sexta-feira (10), o livro Cine Nazaré – Um Cinema Vivo – será lançando virtualmente, às 16h. O livro foi trabalho de conclusão de curso da jornalista Julia Ionele, na Universidade Federal do Ceará, e será publicado pelo Inesp – Instituto de Estudos e Pesquisas sobre o desenvolvimento do Ceará.

O livro conta a trajetória do último cinema de bairro do Brasil, que está localizado no Otávio Bonfim, e é sobrevivente de um momento da trajetória cinematográfica que já não existe mais.

O Cine Nazaré abriu as portas no ano de 1941, em 76 anos de funcionamento, foi palco de muitos romances, histórias e lembranças de uma Fortaleza antiga. O Cine Nazaré é resistência ao período da ditadura militar, ao avanço da tecnologia e da nova forma da organização social. Ele resiste no mesmo lugar, na Rua Padre Graça, no número 65.  O espaço é uma saleta cinematográfica com capacidade para oitenta pessoas, os filmes são projetados com retroprojetores da forma antiga e os clássicos em preto e branco que já não se encontra em quase nenhum acervo da capital.

A produção narra os 79 anos da história do Cine Nazaré, relatando a vida de Raimundo Carneiro de Araújo, o seu Vavá, responsável por manter o cinema vivo até os dias atuais e por conservar todo o maquinário da década de 20 e 30, além do acervo de duas mil películas, títulos que já não são encontrados em nenhum lugar, como: O Ébrio, Dio como te amo, Carmen Miranda. O cinema do bairro Otávio Bonfim é um acervo vivo películas do século passado.

O avanço da desvalorização do cinema fortalezense reflete não apenas em perdas audiovisuais, mas afetivas e identitárias. Por isso, a importância de recuperar o cinema como instrumento de identidade cultural. A reflexão sobre o cinema permite que a comunidade seja levada a pensar nele como espaço de resistência e memória.

O livro está estruturado em quatro capítulos, cada um retratando diferentes fases da vida do cinema na capital cearense e no contexto do bairro do Otávio Bonfim. O capítulo um, denominado “Nasce o Cine Nazaré”, traz informações da construção do cinema e dos primeiros anos de funcionamento. O capítulo dois, que recebe o nome “A reabertura do Nazaré”, traz a segunda fase do cinema, no final dos anos 60 e a forma de organização dele. O terceiro, “Cine Nazaré é resistência”, busca trazer a reabertura do cinema nos anos 2000 e a nova forma de funcionamento. Já a última parte do livro, denominada “Cine Nazaré vive”, procura trazer explicações do que será o Cine Nazaré nos próximos anos.  Julia destaca a importância de retratar o Cine Nazaré:

“Eu queria passar pela graduação deixando para as pessoas uma boa história que elas pudessem passar adiante, eu queria mostrar a importância de fazer jornalismo para as pessoas e o Cine Nazaré foi à concretização do sonho de fazer um jornalismo comunitário. O Cine Nazaré vive e por isso, a necessidade de retratá-lo dando oportunidade para que as próximas gerações conheçam a história de um homem que lutou para que a história do Cinema não fosse perdida. O Cine Nazaré vive.”

Para o diretor executivo do INESP, João Milton Cunha, a publicação engrandece o parlamento: “Assessorar a Assembleia Legislativa por meio de pesquisas, monitoramento e acompanhamento das políticas públicas do Estado é um dos principais eixos de trabalho do Inesp, órgão técnico e científico da Casa. É papel do Instituto publicar obras, estudos e pesquisas de temas necessários ao desempenho parlamentar, e garantir apoio cultural a esta Casa Legislativa ,” afirma.

O livro foi orientado pelo professor e mestre da Universidade Federal do Ceará, Ronaldo Salgado, o precursor da Revista Entrevista e orientador do livro Cine Diogo – O cinema azul.

Link para a live: https://us02web.zoom.us/j/81823646241?pwd=S0o5RGZkc004eE1WSDRqcWRqWVo0Zz09

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Protagonismo: o que é isso?

Por Márcia Catunda em Artigo

02 de julho de 2020

 

#PROTAGONISMO. O que é isso? É ASSUMIR O CONTROLE DA SUA VIDA PROFISSIONAL, não esperando que uma empresa faça isso por você. É começar a gerar valor por conta própria.

Você pode ser passivo e ficar reclamando que não consegue, não tem emprego e que está difícil. Ou… Pode ser PROATIVO, encarando as mudanças e CRIANDO SEU PRÓPRIO FUTURO.

Planeje e cuide da sua #carreira. Invista no seu #desenvolvimentoprofissional e no seu #marketingpessoal.

Tenha flexibilidade para usar suas habilidades e competências em diferentes áreas, de formas que ainda não havia pensado. Não tem mais “sair da caixa”. JOGUE A CAIXA FORA!

Faça coisas diferentes, crie, relacione-se, conecte-se, compartilhe conteúdo, participe de projetos, torne o mundo melhor e ajude as pessoas ao seu redor. Assim CRIAMOS OPORTUNIDADES e deixamos nossa MARCA.

COMO FAZER?

– Trabalhos freela;
– prestação de serviços / assessoria virtual;
– trabalhos não remunerados (siiimmm!!, pode ser um começo);
– aluguel ou venda de produtos;
– aluguel de bens;
– consultoria / mentoria;
– aulas;
– atuar na #economiadecompartilhamento (como Uber, Airbnb, OLX, DogHero, Tem Açúcar? – saiba mais em https://lnkd.in/dPFzsHy)

E TUDO PELA INTERNET! Aprenda #marketingdigital.

Cris Moutella – Consultora de Carreira, Desenvolvimento Profissional e Transformações Pessoais. Mentora, Instrutora e Escritora. Ajudo pessoas a se desenvolverem e se recolocarem no mercado através de autoconhecimento, protagonismo e marketing pessoal.

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O que fazer com as metas de 2020?

Por Márcia Catunda em Artigo

29 de junho de 2020

Por Claudia Deris – Gestora de Carreira

info@claudiaderis.com

 

O que fazer com as metas de 2020?

Mesmo diante da pandemia aprenda a seguir o planejado e não deixar seus objetivos para trás

O ano de 2020 já está na metade, e mesmo com todos os acontecimentos, e diante da pandemia causada pelo Covid 19, não devemos deixar as metas traçadas de lado.

Quando você está dirigindo com o auxílio de um GPS  e erra o caminho, ele automaticamente recalcula a rota quantas vezes forem necessárias até que você chegue no destino desejado. Boa parte das metas que abandonamos no meio do caminho é pelo simples fato de não sabermos recalcular a  rota.

Pensando nisso, Claudia Deris, Gestora de Carreira, tem uma proposta para você.

“Te proponho a se preparar para organizar a sua meta e sua caminhada rumo ao destino final. Vamos inserir o destino em nosso GPS e observar as várias opções de rota que ele nos oferece.”

Volte a acreditar em você:

O sentimento de culpa por não conseguir cumprir uma meta, além de causar mal estar também faz com que fiquemos incrédulos em relação a nossa capacidade de conquistas. E você só vai conseguir ter resultados diferentes a partir do momento em que você voltar a confiar em você. Perdoe-se, aceite seus erros e limitações para fazer diferente. Você é muito maior do que acredita ser e bem mais capaz do que imagina.

Elimine os excessos:

Imagine seu guarda roupa lotado, sem espaço para nenhum lenço a mais e de repente você descobre que ganhou mais 2 malas de roupas novas e lindíssimas. Como seria encontrar espaço para organizar todas estas roupas em um espaço sem espaço?

Prepare-se para o novo, antes de desenhar qualquer meta, investigue primeiro o que precisa ser eliminado em sua vida, o que você precisa fazer menos? Nada de novo acontece se você permanece acomodada no volume dos excessos.

Transforme seus sonhos em METAS:

Não se limite em apenas dizer o que deseja. Escreva!

Detalhe sua meta informando a data da finalização e o objetivo alcançado. Seja sempre realista ao descrever sua meta, pois quando colocamos algo inalcançável para o prazo que determinamos nos condenamos a frustração.

Divirta-se no seu percurso:

Não espere alcançar sua meta para ser feliz, seja feliz para alcançar sua meta. Divirta-se com o seu processo de transformação e se surpreenda com cada descoberta diferente que fará sobre você, comemore as pequenas vitórias. Para que deixar a felicidade te esperando na linha de chegada se ela pode permanecer com você durante toda sua caminhada? O bem estar e a diversão são verdadeiros combustíveis que nos movem nos momentos mais conturbados.

Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje

A procrastinação tem se tornado uma das nossas grandes vilãs na mudança de nosso comportamento. Evite acumular tarefas, deixar para depois é acumular rotinas que te engoliram mais adiante. Antecipe-se e mantenha o controle das suas atividades diárias.

Compartilhe suas metas com pessoas que te encorajam

Se aproxime  e compartilhe suas metas com pessoas que elevam o seu nível e que te estimulam. Quando nos cercamos de pessoas que nos motivam, aumentamos nossa autoconfiança e capacidade de execução.

Reconheça suas falhas:

Tudo bem sair da rota de vez em quando, tudo bem cometer erros durante o processo, apenas volte para o caminho estabelecido e continue até o final.

A Gestora explica, “Nada grandioso acontece em nossa vida quando duvidamos da nossa capacidade. Confie mais em você, acredite mais na sua competência e divirta-se enquanto conquista os teus sonhos. Falhou está falhado e não se falha mais nisso. E se falhar recalcule a rota!”.

Mesmo que o momento seja de tensão, é justamente agora que, aproveitando o tempo livre, você deve se dedicar as suas metas. Muitas realizações podem ocorrer via online e para tudo isso acontecer, você precisa entrar em ação.

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Descentralização da liderança ajudará negócios a sobreviverem na crise, destaca consultor

Por Márcia Catunda em Artigo

25 de junho de 2020

 

Com a situação econômica instável, empresas deverão focar em autonomia de decisão para os times, especialmente em situações do cotidiano que definem a velocidade de evolução do negócio

Uma crise sem precedentes já apontada como o principal evento do século XXI para a economia global está exigindo resiliência das empresas. E no contexto da liderança, a nova realidade é a necessidade de redefinir planejamentos e conduzir o negócio em um ritmo de mudança frequente. E perdem oportunidades aqueles negócios que têm à frente lideranças centralizadoras que dificultam a agilidade no processo de adequação.

É o que afirma o consultor empresarial e mentor de negócios Roberto Vilela. Com mais de duas décadas de experiência em projetos com PMEs de diversos segmentos, o executivo destaca que a aura de desconfiança é, com frequência, o que leva à centralização. “Muitas vezes o líder é também dono ou sócio do negócio e trata a empresa como um projeto pessoal, não conseguindo deixar de dar a palavra final no processo decisório. E em uma situação como a que estamos vivendo, com o trabalho remoto em larga escala e o tempo de resposta diferente do normal, isso significa atraso na adequação do negócio. A consequência é a perda de competitividade no mercado, porque a empresa não consegue agir no timing necessário”, explica.

Para Roberto, essa falta de mobilidade do negócio diante de um cenário incerto cria limitações para todos os envolvidos com a empresa. “A área comercial, por exemplo, não consegue criar modelos de negociação para manter os clientes, a equipe de marketing não evolui no processo de digitalização para a comunicação com o mercado e adoção de novas ferramentas de vendas. É prejudicial em todos os aspectos e este é o momento de reavaliar essa postura centralizadora do líder”, diz.

Adaptação para a sobrevivência

De acordo com o consultor empresarial, dar liberdade não significa perder a rédea de negócio, pois é possível liderar e definir etapas sem engessar a gestão. “O primeiro passo para isso é contar com um time qualificado. Um conselho consultivo formado por profissionais especialistas em diferentes áreas, por exemplo, pode ajudar a empresa a definir novas ações e apoiar a liderança no desenvolvimento de um trabalho colaborativo. Outro fator é definir o tipo de decisão que não precisaria passar pela diretoria, garantindo assim que situações mais rotineiras possam acontecer rapidamente”, indica.

A descentralização em momentos críticos vai ainda além da adaptação do negócio, mas pode significar até mesmo a sobrevivência da empresa. “Grande parte dos negócios brasileiros são familiares e em muitos deles ainda não há uma preocupação com a sucessão. Ter mais de uma pessoa na linha decisória evita que uma empresa acabe até mesmo fechando porque não tem alguém pronto para tomar decisões em situações críticas. Seja mais flexível e cobre resultados. No fundo, dar liberdade para a atuação pode, inclusive, fazer os resultados serem melhores do que antes”, finaliza Vilela.

Sobre o consultor

Roberto Vilela é especialista nas áreas de gestão e estratégias comerciais. Atua em todo o Brasil com clientes de médio e grande porte realizando palestras, consultoria comercial e treinamentos vivenciais. É autor dos livros Em Busca do Ritmo Perfeito, em que traça um paralelo entre as lições do universo das corridas para a rotina de trabalho, e Caçador de Negócios, com dicas para performances de excelência profissional. Produz ainda séries de podcasts sobre estes assuntos, disponíveis nas plataformas Spotify e Itunes. E-books, artigos, áudios e vídeos disponíveis em www.orobertovilela.com.br

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Descentralização da liderança ajudará negócios a sobreviverem na crise, destaca consultor

Por Márcia Catunda em Artigo

25 de junho de 2020

 

Com a situação econômica instável, empresas deverão focar em autonomia de decisão para os times, especialmente em situações do cotidiano que definem a velocidade de evolução do negócio

Uma crise sem precedentes já apontada como o principal evento do século XXI para a economia global está exigindo resiliência das empresas. E no contexto da liderança, a nova realidade é a necessidade de redefinir planejamentos e conduzir o negócio em um ritmo de mudança frequente. E perdem oportunidades aqueles negócios que têm à frente lideranças centralizadoras que dificultam a agilidade no processo de adequação.

É o que afirma o consultor empresarial e mentor de negócios Roberto Vilela. Com mais de duas décadas de experiência em projetos com PMEs de diversos segmentos, o executivo destaca que a aura de desconfiança é, com frequência, o que leva à centralização. “Muitas vezes o líder é também dono ou sócio do negócio e trata a empresa como um projeto pessoal, não conseguindo deixar de dar a palavra final no processo decisório. E em uma situação como a que estamos vivendo, com o trabalho remoto em larga escala e o tempo de resposta diferente do normal, isso significa atraso na adequação do negócio. A consequência é a perda de competitividade no mercado, porque a empresa não consegue agir no timing necessário”, explica.

Para Roberto, essa falta de mobilidade do negócio diante de um cenário incerto cria limitações para todos os envolvidos com a empresa. “A área comercial, por exemplo, não consegue criar modelos de negociação para manter os clientes, a equipe de marketing não evolui no processo de digitalização para a comunicação com o mercado e adoção de novas ferramentas de vendas. É prejudicial em todos os aspectos e este é o momento de reavaliar essa postura centralizadora do líder”, diz.

Adaptação para a sobrevivência

De acordo com o consultor empresarial, dar liberdade não significa perder a rédea de negócio, pois é possível liderar e definir etapas sem engessar a gestão. “O primeiro passo para isso é contar com um time qualificado. Um conselho consultivo formado por profissionais especialistas em diferentes áreas, por exemplo, pode ajudar a empresa a definir novas ações e apoiar a liderança no desenvolvimento de um trabalho colaborativo. Outro fator é definir o tipo de decisão que não precisaria passar pela diretoria, garantindo assim que situações mais rotineiras possam acontecer rapidamente”, indica.

A descentralização em momentos críticos vai ainda além da adaptação do negócio, mas pode significar até mesmo a sobrevivência da empresa. “Grande parte dos negócios brasileiros são familiares e em muitos deles ainda não há uma preocupação com a sucessão. Ter mais de uma pessoa na linha decisória evita que uma empresa acabe até mesmo fechando porque não tem alguém pronto para tomar decisões em situações críticas. Seja mais flexível e cobre resultados. No fundo, dar liberdade para a atuação pode, inclusive, fazer os resultados serem melhores do que antes”, finaliza Vilela.

Sobre o consultor

Roberto Vilela é especialista nas áreas de gestão e estratégias comerciais. Atua em todo o Brasil com clientes de médio e grande porte realizando palestras, consultoria comercial e treinamentos vivenciais. É autor dos livros Em Busca do Ritmo Perfeito, em que traça um paralelo entre as lições do universo das corridas para a rotina de trabalho, e Caçador de Negócios, com dicas para performances de excelência profissional. Produz ainda séries de podcasts sobre estes assuntos, disponíveis nas plataformas Spotify e Itunes. E-books, artigos, áudios e vídeos disponíveis em www.orobertovilela.com.br