Bate e assopra de Ciro em Lula e Bolsonaro é estratégia política 
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Blog do Wanfil

por Wanderley Filho

O bate e assopra de Ciro em Lula e Bolsonaro

Por Wanfil em Política

27 de junho de 2019

De entrevista em entrevista, Ciro vai se mantendo em evidência. Imagem: arquivo Tribuna do Ceará

Ciro Gomes voltou a dizer, agora em entrevista concedida à Jovem Pan de São Paulo, que Lula foi condenado sem provas, apesar de não ser inocente. Para não deixar dúvidas, foi enfático: “Se alguém sabe que o Lula não tem nada de inocente, sou eu”.

Repetiu ainda que o presidente da República não termina o mandato, mas dessa vez tratou de avisar: “Quem falar ‘fora Bolsonaro’ não conte comigo”.

Parece contraditório, mas o discurso recorrente tem sua razão de ser. É uma forma de trabalhar a imagem do esquerdista sem vínculos com os crimes de Lula e do oposicionista combativo dentro das regras democráticas.

Se vai dar certo, é impossível prever. Dizer que sabia sobre a culpa de Lula depois que o ex-presidente foi condenado e preso é algo que poderá ser usado contra o pedetista. São riscos próprios da política que ele conhece bem. Aliás, como diria Ciro, repare bem: foi essa a estratégia de Bolsonaro nos anos que antecederam sua eleição.

O fato é que de declaração em declaração, de entrevista em entrevista, de polêmica em polêmica, Ciro vai se mantendo em evidência, enquanto seus adversários no campo da oposição somem no esquecimento.

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O bate e assopra de Ciro em Lula e Bolsonaro

Por Wanfil em Política

27 de junho de 2019

De entrevista em entrevista, Ciro vai se mantendo em evidência. Imagem: arquivo Tribuna do Ceará

Ciro Gomes voltou a dizer, agora em entrevista concedida à Jovem Pan de São Paulo, que Lula foi condenado sem provas, apesar de não ser inocente. Para não deixar dúvidas, foi enfático: “Se alguém sabe que o Lula não tem nada de inocente, sou eu”.

Repetiu ainda que o presidente da República não termina o mandato, mas dessa vez tratou de avisar: “Quem falar ‘fora Bolsonaro’ não conte comigo”.

Parece contraditório, mas o discurso recorrente tem sua razão de ser. É uma forma de trabalhar a imagem do esquerdista sem vínculos com os crimes de Lula e do oposicionista combativo dentro das regras democráticas.

Se vai dar certo, é impossível prever. Dizer que sabia sobre a culpa de Lula depois que o ex-presidente foi condenado e preso é algo que poderá ser usado contra o pedetista. São riscos próprios da política que ele conhece bem. Aliás, como diria Ciro, repare bem: foi essa a estratégia de Bolsonaro nos anos que antecederam sua eleição.

O fato é que de declaração em declaração, de entrevista em entrevista, de polêmica em polêmica, Ciro vai se mantendo em evidência, enquanto seus adversários no campo da oposição somem no esquecimento.