Cine São Luiz encerra mostra sobre 1968 com estreia nacional de filme sobre Impeachment de Dilma

CINEMA E DEBATE

Cine São Luiz encerra mostra sobre 1968 com estreia nacional de filme sobre Impeachment de Dilma

O filme O Processo será exibido a partir das 19h, no Cineteatro São Luiz, seguido de um debate com a presença da diretora

Por Tribuna do Ceará em Agenda Cultural

12 de maio de 2018 às 07:15

Há 1 ano
O processo, filme

Programação terá estreia do filme O Processo no encerramento da mostra. (FOTO: Divulgação/Still Berlim)

“1968: 50 anos de Arte e Revolução” nomeia uma programação especial para compreender a arte e a política como reflexo do emblemático desse ano. Na mostra, exibição de curtas-metragens, apresentações culturais e debates sobre os ecos da data que não foi esquecida. Neste sábado (12), a partir das 19h, haverá a estreia nacional do filme “O Processo”, com presença da diretora Maria Augusta Ramos, no Cineteatro São Luiz, no encerramento do evento.

O evento é realizado pelo Cineteatro São Luiz, da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), com o apoio do “Movimento Cada Vida Importa: a universidade na prevenção e no enfrentamento à Violência no Ceará”.

Após o filme que retrata o processo de Impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016, haverá um bate-papo com a presença da diretora do filme. A sessão de “O Processo” é a única atividade paga na mostra, mas com preço popular: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia).

“Sintonizar e compreender a arte e a política em 1968, esse ano que ainda não terminou, requer uma escuta que alargue o sentido de ambas e que seja simultaneamente ousada, generosa e atenta ao porvir”, afirma Sylvio Gadelha, um dos curadores da mostra.

50 anos de arte e Revolução

1968: Ano da Primavera de Praga; Guerra do Vietnã; o Maio de 68 francês e uma verdadeira onda de rebeliões de estudantes universitários em vários países, inclusive no Brasil; radicalização do autoritarismo da ditadura militar no Brasil, com a promulgação do AI-5; o massacre de Tlateloco (México); o Golpe Militar no Peru; os assassinatos de Martin Luther King e de Bob Kennedy; o Festival de Woodstock; a contracultura e o movimento hippie.

“O ano que não terminou”, como afirmava Zuenir Ventura, é um condensado de atualizações de tendências, tanto comportamentais – relativas às mentalidades, aos valores, à relação com corpo, com as drogas e com a sexualidade – quanto político-econômicas, socioculturais, tecnológicas e geracionais, as quais, de um modo ou de outro, já vinham se esboçando, desde o início dos anos 1960, embora carecessem ainda de maior visibilidade e enunciação.

Serviço

12/05 – Estreia Nacional do filme “O Processo”, seguida de debate com a diretora da obra: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia).

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CINEMA E DEBATE

Cine São Luiz encerra mostra sobre 1968 com estreia nacional de filme sobre Impeachment de Dilma

O filme O Processo será exibido a partir das 19h, no Cineteatro São Luiz, seguido de um debate com a presença da diretora

Por Tribuna do Ceará em Agenda Cultural

12 de maio de 2018 às 07:15

Há 1 ano
O processo, filme

Programação terá estreia do filme O Processo no encerramento da mostra. (FOTO: Divulgação/Still Berlim)

“1968: 50 anos de Arte e Revolução” nomeia uma programação especial para compreender a arte e a política como reflexo do emblemático desse ano. Na mostra, exibição de curtas-metragens, apresentações culturais e debates sobre os ecos da data que não foi esquecida. Neste sábado (12), a partir das 19h, haverá a estreia nacional do filme “O Processo”, com presença da diretora Maria Augusta Ramos, no Cineteatro São Luiz, no encerramento do evento.

O evento é realizado pelo Cineteatro São Luiz, da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), com o apoio do “Movimento Cada Vida Importa: a universidade na prevenção e no enfrentamento à Violência no Ceará”.

Após o filme que retrata o processo de Impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016, haverá um bate-papo com a presença da diretora do filme. A sessão de “O Processo” é a única atividade paga na mostra, mas com preço popular: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia).

“Sintonizar e compreender a arte e a política em 1968, esse ano que ainda não terminou, requer uma escuta que alargue o sentido de ambas e que seja simultaneamente ousada, generosa e atenta ao porvir”, afirma Sylvio Gadelha, um dos curadores da mostra.

50 anos de arte e Revolução

1968: Ano da Primavera de Praga; Guerra do Vietnã; o Maio de 68 francês e uma verdadeira onda de rebeliões de estudantes universitários em vários países, inclusive no Brasil; radicalização do autoritarismo da ditadura militar no Brasil, com a promulgação do AI-5; o massacre de Tlateloco (México); o Golpe Militar no Peru; os assassinatos de Martin Luther King e de Bob Kennedy; o Festival de Woodstock; a contracultura e o movimento hippie.

“O ano que não terminou”, como afirmava Zuenir Ventura, é um condensado de atualizações de tendências, tanto comportamentais – relativas às mentalidades, aos valores, à relação com corpo, com as drogas e com a sexualidade – quanto político-econômicas, socioculturais, tecnológicas e geracionais, as quais, de um modo ou de outro, já vinham se esboçando, desde o início dos anos 1960, embora carecessem ainda de maior visibilidade e enunciação.

Serviço

12/05 – Estreia Nacional do filme “O Processo”, seguida de debate com a diretora da obra: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia).