Musical emocionante sobre a vida de Belchior retorna a Fortaleza

"ANO PASSADO EU MORRI..."

Musical emocionante sobre a vida de Belchior retorna a Fortaleza

Sucesso de crítica e público, espetáculo “Belchior – Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro” pretende mostrar ao espectador a filosofia de um dos ícones da MPB

Por Roberta Tavares em Agenda Cultural

8 de outubro de 2019 às 07:00

Há 2 semanas
O espetáculo acontece nos dias 11 e 12 de setembro (FOTO: Ivana Mascarenhas)

O espetáculo acontece nos dias 11 e 12 de setembro (FOTO: Ivana Mascarenhas)

O espetáculo “Belchior: Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro” volta a Fortaleza, neste fim de semana, dias 11 e 12 de outubro, às 21h. Aclamada por quase 20.000 pessoas em todo o Brasil, a apresentação acontece no Teatro Via Sul. Segundo a produção, o público contará com surpresas durante o musical.

O espetáculo conta um pouco da vida, da obra e dos pensamentos do cantor e compositor cearense, através de uma dramaturgia formada por trechos de entrevistas do próprio cantor. Quem dá vida ao artista cearense é o ator e cantor Pablo Paleologo, enquanto o ator Bruno Suzano interpreta o Cidadão Comum, personagem recorrente nas canções de Belchior e que é, de alguma forma, seu alter ego.

“Belchior: Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro” marca o resgate de Antonio Carlos Belchior, trazendo à tona seu discurso ainda atual em relação à política brasileira. Belchior acreditava na força do amor e na potência transformadora da arte na vida das pessoas.

O musical conta com a direção de Pedro Cadore, que também assina a organização de textos ao lado de Cláudia Pinto. Mais do que sua biografia, a peça pretende mostrar ao espectador a filosofia de um dos ícones mais misteriosos da Música Popular Brasileira.

O musical ainda conta com a participação de uma banda ao vivo, com seis músicos – Dudu Dias (baixo), Cacá Franklin (percussão), Emília B. Rodrigues (bateria), Mônica Ávila (sax/flauta), Nelsinho Freitas (teclado), Rico Farias (violão/guitarra). Ao todo, serão 15 músicas ao vivo, são elas: ‘Alucinação’, ‘Apenas Um Rapaz Latino Americano’, ‘A Palo Seco’, ‘Na Hora do Almoço’, ‘Todo Sujo de Batom’, ‘Coração Selvagem’, ‘Medo de Avião’, ‘Mucuripe’ (de Belchior e Raimundo Fagner), ‘Conheço o Meu Lugar’, ‘Como Nossos Pais’, ‘Populus’, ‘Paralelas’, ‘Velha Roupa Colorida’, ‘Sujeito de Sorte’ e ‘Galos, Noites e Quintais’.

O espetáculo conta um pouco da vida, da obra e dos pensamentos do cantor e compositor cearense (FOTO: Divulgação/Ivana Mascarenhas)

O espetáculo conta um pouco da vida, da obra e dos pensamentos do cantor e compositor cearense (FOTO: Divulgação/Ivana Mascarenhas)

Belchior

O cantor e compositor Belchior nasceu dia 26 de outubro de 1946, em Sobral, norte do Ceará, e já no início da década de 70 foi para o eixo Rio-São Paulo tentar emplacar suas canções em festivais de música. Seu sucesso inicial aconteceu quando a cantora Elis Regina interpretou duas de suas músicas em seu espetáculo ‘Falso Brilhante’: “Velha Roupa Colorida” e “Como Nossos Pais”.

Belchior faleceu há dois anos, mas seus últimos dez anos de vida já foram de quase silêncio total para a mídia, com raras notícias, entrevistas ou shows. Na primeira temporada, no Teatro João Caetano, os filhos do homenageado, Camila e Mikael Henman Belchior e a mãe Ângela, assistiram ao espetáculo e comentaram o quão emocionante foi a experiência:

“Nos emocionamos em ver uma produção sobre a obra do nosso pai tão alinhada com a proposta artística dele. O foco nas palavras de Belchior, tanto de músicas quanto de entrevistas, enaltece o compromisso do espetáculo com a filosofia do artista. Desejamos vida longa ao musical ‘Ano Passado Eu Morri, Mas Este Ano Eu Não Morro’ e que ele alcance o Brasil inteiro”.

Leia também:
Para além da arte, obra de Belchior dialoga com filosofia, ciência e política, diz pesquisadora
Escute 6 sucessos que marcaram trajetória do compositor e cantor Belchior

Em Fortaleza, os irmãos Francisco Gilberto Belchior e Emilia Belchior rodeados de sobrinhos e a filha Vannick Belchior aplaudiram e se emocionaram com o espetáculo, sendo unânimes em afirmarem que o musical é uma linda e honesta homenagem ao seu irmão e pai Belchior.

“Belchior: Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro” é uma produção de João Luiz Azevedo, que promete trazer uma sessão de nostalgia aos fãs e aos que não conhecem sua poesia inigualável.

Serviço:
Belchior – O Musical
Datas: Sexta e Sábado (11 e 12 de outubro)
Horário: às 21h
Classificação: 14 Anos
Duração: 70 minutos
Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Avenida Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz
Ingressos: R$ 40/ R$ 20 (mezanino); e R$ 50/ R$ 25 (plateia)
Vendas: bilheteria do teatro ou pelo site
Capacidade: 732 Pessoas | Informações: (85) 3099-1290
Horário de funcionamento da bilheteria: de segunda a sábado, das 10h às 22h; aos domingos e feriados, das 11h às 21h.

Publicidade

Dê sua opinião

"ANO PASSADO EU MORRI..."

Musical emocionante sobre a vida de Belchior retorna a Fortaleza

Sucesso de crítica e público, espetáculo “Belchior – Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro” pretende mostrar ao espectador a filosofia de um dos ícones da MPB

Por Roberta Tavares em Agenda Cultural

8 de outubro de 2019 às 07:00

Há 2 semanas
O espetáculo acontece nos dias 11 e 12 de setembro (FOTO: Ivana Mascarenhas)

O espetáculo acontece nos dias 11 e 12 de setembro (FOTO: Ivana Mascarenhas)

O espetáculo “Belchior: Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro” volta a Fortaleza, neste fim de semana, dias 11 e 12 de outubro, às 21h. Aclamada por quase 20.000 pessoas em todo o Brasil, a apresentação acontece no Teatro Via Sul. Segundo a produção, o público contará com surpresas durante o musical.

O espetáculo conta um pouco da vida, da obra e dos pensamentos do cantor e compositor cearense, através de uma dramaturgia formada por trechos de entrevistas do próprio cantor. Quem dá vida ao artista cearense é o ator e cantor Pablo Paleologo, enquanto o ator Bruno Suzano interpreta o Cidadão Comum, personagem recorrente nas canções de Belchior e que é, de alguma forma, seu alter ego.

“Belchior: Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro” marca o resgate de Antonio Carlos Belchior, trazendo à tona seu discurso ainda atual em relação à política brasileira. Belchior acreditava na força do amor e na potência transformadora da arte na vida das pessoas.

O musical conta com a direção de Pedro Cadore, que também assina a organização de textos ao lado de Cláudia Pinto. Mais do que sua biografia, a peça pretende mostrar ao espectador a filosofia de um dos ícones mais misteriosos da Música Popular Brasileira.

O musical ainda conta com a participação de uma banda ao vivo, com seis músicos – Dudu Dias (baixo), Cacá Franklin (percussão), Emília B. Rodrigues (bateria), Mônica Ávila (sax/flauta), Nelsinho Freitas (teclado), Rico Farias (violão/guitarra). Ao todo, serão 15 músicas ao vivo, são elas: ‘Alucinação’, ‘Apenas Um Rapaz Latino Americano’, ‘A Palo Seco’, ‘Na Hora do Almoço’, ‘Todo Sujo de Batom’, ‘Coração Selvagem’, ‘Medo de Avião’, ‘Mucuripe’ (de Belchior e Raimundo Fagner), ‘Conheço o Meu Lugar’, ‘Como Nossos Pais’, ‘Populus’, ‘Paralelas’, ‘Velha Roupa Colorida’, ‘Sujeito de Sorte’ e ‘Galos, Noites e Quintais’.

O espetáculo conta um pouco da vida, da obra e dos pensamentos do cantor e compositor cearense (FOTO: Divulgação/Ivana Mascarenhas)

O espetáculo conta um pouco da vida, da obra e dos pensamentos do cantor e compositor cearense (FOTO: Divulgação/Ivana Mascarenhas)

Belchior

O cantor e compositor Belchior nasceu dia 26 de outubro de 1946, em Sobral, norte do Ceará, e já no início da década de 70 foi para o eixo Rio-São Paulo tentar emplacar suas canções em festivais de música. Seu sucesso inicial aconteceu quando a cantora Elis Regina interpretou duas de suas músicas em seu espetáculo ‘Falso Brilhante’: “Velha Roupa Colorida” e “Como Nossos Pais”.

Belchior faleceu há dois anos, mas seus últimos dez anos de vida já foram de quase silêncio total para a mídia, com raras notícias, entrevistas ou shows. Na primeira temporada, no Teatro João Caetano, os filhos do homenageado, Camila e Mikael Henman Belchior e a mãe Ângela, assistiram ao espetáculo e comentaram o quão emocionante foi a experiência:

“Nos emocionamos em ver uma produção sobre a obra do nosso pai tão alinhada com a proposta artística dele. O foco nas palavras de Belchior, tanto de músicas quanto de entrevistas, enaltece o compromisso do espetáculo com a filosofia do artista. Desejamos vida longa ao musical ‘Ano Passado Eu Morri, Mas Este Ano Eu Não Morro’ e que ele alcance o Brasil inteiro”.

Leia também:
Para além da arte, obra de Belchior dialoga com filosofia, ciência e política, diz pesquisadora
Escute 6 sucessos que marcaram trajetória do compositor e cantor Belchior

Em Fortaleza, os irmãos Francisco Gilberto Belchior e Emilia Belchior rodeados de sobrinhos e a filha Vannick Belchior aplaudiram e se emocionaram com o espetáculo, sendo unânimes em afirmarem que o musical é uma linda e honesta homenagem ao seu irmão e pai Belchior.

“Belchior: Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro” é uma produção de João Luiz Azevedo, que promete trazer uma sessão de nostalgia aos fãs e aos que não conhecem sua poesia inigualável.

Serviço:
Belchior – O Musical
Datas: Sexta e Sábado (11 e 12 de outubro)
Horário: às 21h
Classificação: 14 Anos
Duração: 70 minutos
Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Avenida Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz
Ingressos: R$ 40/ R$ 20 (mezanino); e R$ 50/ R$ 25 (plateia)
Vendas: bilheteria do teatro ou pelo site
Capacidade: 732 Pessoas | Informações: (85) 3099-1290
Horário de funcionamento da bilheteria: de segunda a sábado, das 10h às 22h; aos domingos e feriados, das 11h às 21h.