Trompetista com doutorado na Itália volta para difundir a música instrumental em Fortaleza


Trompetista com doutorado na Itália volta para difundir a música instrumental em Fortaleza

Após oito anos de estudo entre Itália e Holanda, Hugo D’Leon voltou para casa trazendo na bagagem o conhecimento e as experiências em solos europeus

Por Ana Beatriz Leite em Comportamento

21 de setembro de 2015 às 07:00

Há 4 anos
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Antes morar fora do país, Hugo D’Leon já havia feito três turnês pela Europa com a banda do Colégio Piamarta, onde iniciou seus estudos na música e tocou por 10 anos (FOTO: Divulgação)

O trompete é o companheiro fiel do cearense Hugo D’Leon, ao seu lado há 19 anos. Juntos já tocaram em solos tupiniquins e europeus, sozinhos e na companhia de grandes músicos. Juntos, moraram por quase uma década na Itália e decidiram que era hora de voltar para casa, mas não de malas vazias.

Junto com o seu trompete, ele trouxe na bagagem o título de doutor no instrumento e o conhecimento adquirido nas experiências vividas no outro continente. E voltou com um objetivo: o de compartilhar todo seu aprendizado com o cenário musical de Fortaleza e, assim, enriquecê-lo.

A música instrumental e o jazz do Ceará estão em boas mãos, com um grande time de artistas talentosos, e o trompetista que chegou a fazer parte do quarteto do renomado pianista italiano Marcello Tonolo é um dos nomes que carrega essa responsabilidade.

Em Fortaleza, hoje Hugo se divide entre seus projetos musicais e a vida acadêmica, lecionando as técnicas do instrumento de sopro. No dia 23 de setembro, o público poderá conhecer melhor sua trajetória em “Hugo D’Leon Convida”, show com a participação de músicos convidados em que reinventa obras de ícones da música nacional e internacional e apresenta suas composições autorais, no Teatro José de Alencar.

Tribuna do Ceará: Você já entrou na música com o trompete, ou foi uma paixão que veio só depois? Quais são suas principais influências?

Hugo D’Leon: Eu já comecei com o trompete. Tenho uma família de músicos, um tio que foi influência pra mim também toca trompete. Então eu cresci ouvindo o som desse instrumento, querendo brincar com esse instrumento. Comecei a estudar música na banda do Colégio Piamarta da Aguanambi, onde passei 10 anos tocando e fiz três turnês pela Europa com a banda de lá. Depois fui estudar na Itália, sempre com o trompete. Minhas principais influências são os trompetista americanos, a grande influência da música popular vem da safra americana. Creio que o principal, que eu fiz meu trabalho de pesquisa do doutorado sobre ele, é o Freddie Hubbard. Tem também Clifford Brown, Dizzy Gillespie, Kenny Dorham, que são alguns dos principais. Mas esses são as referências apenas no meu instrumento, na música no geral tem muitos outros.

TC: Foi como trompetista que você morou na Itália, onde concluiu graduação, mestrado e doutorado. De onde veio a oportunidade de estudar fora? Qual foi sua trajetória por lá?

HL: A Piamarta é uma escola ítalo-brasileira, então eles tem convênios com escolas de lá. Essa foi a porta de entrada. Depois de 10 anos na banda, desse trabalho acabaram aparecendo oportunidades. Me convidaram para fazer um teste de aptidão para estudar fora e eu já era apaixonado pela Itália, inclusive já conhecia um pouco da língua, então aceitei a proposta. Em 2003 eu parti e foram 8 anos de estudo entre a Itália e a Holanda. Nos primeiros 4 anos fiz o curso de música erudita na Brescia, cidade no norte da Itália, e depois fui estudar musica popular em uma cidade próxima a Veneza, Rovigo. E quando fui fazer especialização o conservatório me mandou para intercâmbio em Amsterdã, onde passei um ano. Depois voltei para a Itália, onde me formei e fiz mestrado e doutorado.

TC: E por que a decisão de voltar para o Brasil, para Fortaleza?

HL: Na verdade eu fui pra Itália já com a intenção de voltar. A ideia da escola em me aceitar lá era que eu trouxesse o conhecimento de lá para a realidade de Fortaleza, e eu também queria isso. Então eu voltei para tentar contribuir de alguma forma com o cenário musical da cidade. Já estou de volta há cerca de 2 anos, mas periodicamente vou para a Itália porque ainda tenho alguns trabalhos e colaborações por lá.

TC: Na Itália você teve a oportunidade de tocar com músicos renomados e chegou até a fazer parte do quarteto do pianista Marcello Tonolo. Isso de alguma forma influenciou no seu estilo e composições?

HL: O Marcello Tonolo é um pianista da velha guarda do jazz italiano, então foi uma ótima experiencia. A gente se conheceu dentro da universidade, ele foi meu professor de piano e me fez esse convite. Como ele já tocou com grandes artistas da música americana e vai sempre a Nova Iorque fazer shows, foi um grande aprendizado, não só no quesito musical como de vida mesmo, de saber como lidar com o meio artístico. Ele me influenciou muito porque, como instrumentista e professor, me ajudou a olhar a música de outras formas. O modo de compor dele é melódico e esse lado melódico passou a refletir muito na minha música, tanto nas improvisações quanto nas composições.

TC: No show “Hugo D’Leon Convida” você traz um grande time de músicos daqui, e a cena musical de Fortaleza possui músicos bons. Por que você acha que os artistas autorais não são tão valorizados pelo público daqui? Você sente que trabalhando com música instrumental o reconhecimento é ainda mais difícil?

HL: São vários motivos, o principal é que já existe uma pouca valorização do meio artístico cearense com relação ao musical. Geralmente os artistas de fora chegam aqui e tem muitas regalias, enquanto músicos da terra, às vezes muito mais talentosos e com a carreira mais firme, consolidada, não chegam a ter. Praticamente não temos apoio do poder público também. Diria que é uma coisa daqui mesmo, um costume, um hábito de não dar valor aos artistas da terra. Com a música instrumental acho mais difícil ainda porque já é musica para um publico bem seleto, né? Existe ainda menos apoio para promover esse estilo de música.

TC: Que mensagem você daria para os músicos que estão começando agora e encarando pela primeira vez essa dificuldade com o reconhecimento?

HL: Eu acho que o artista, seja músico, de teatro, escritor, ele precisa produzir independentemente se o público vai dar espaço para ele divulgar a sua arte ou não. O mais é importante produzir, e mais cedo ou mais tarde alguém vai perceber o valor da obra se ela for de qualidade. A arte tem que ser feita para o público, para as pessoas, mas não voltada para veículos de comunicação ou espaço na publicidade. Tem que produzir e fazer sua arte para as pessoas e para si mesmo.

TROMPETISTA CEARENSE HUGO D'LEON
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TROMPETISTA CEARENSE HUGO D’LEON

Foram 8 anos de estudo de música erudita e popular entre a Holanda e Itália, onde fez sua graduação, mestrado e doutorado. Foto em Amsterdã, onde morou durante um ano

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Na Europa, pôde se encontrar com músicos renomados. Foto com o trompetista americano Steven Bernstein

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Doutor em Trompete Jazz pelo Conservatório de Música Francesco Venezze, D’Leon saiu de casa já com a intenção de voltar. Foto em Amsterdã, onde morou durante um ano

Hugo D'Leon Tributo Kind of Blue em Guaramiranga
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Hugo D’Leon Tributo Kind of Blue em Guaramiranga

De volta a Fortaleza, D’Leon se divide entre os projetos musicais e a vida acadêmica, lecionando trompete para jovens músicos. Foto no tributo “Kind of Blue”, em Guaramiranga

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Vindo de família de músicos, Hugo D’Leon cresceu ao som do trompete e começou seus estudos na música aos 11 anos (FOTO: Roberto Gioli)

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Vindo de família de músicos, Hugo D’Leon cresceu ao som do trompete e começou seus estudos na música aos 11 anos (FOTO: Eden Barbosa)

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Na Europa, pôde se encontrar com músicos renomados. Foto com o pianista britânico John Taylor, falecido neste ano

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Na Europa, teve a oportunidade de tocar com grandes nomes, como a Greg Osby Company, em Siena

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Na Europa, pôde se encontrar com músicos renomados. Foto com o saxofonista americano Paul Jeffrey

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Na Europa, teve a oportunidade de tocar com grandes nomes, como a Greg Osby Company, em Siena

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De volta a Fortaleza, D’Leon se divide entre os projetos musicais e a vida acadêmica, lecionando trompete para jovens músicos (FOTO: Eden Barbosa)

Serviço
Hugo D’Leon Convida
Data: 23 de setembro (quarta)
Hora: 19h
Local: Theatro José de Alencar (Rua Liberato Barroso, 525 – Centro)
Vendas: bilheteria no local
Valor: R$ 5,00 (meia) R$ 10,00 (inteira)

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Trompetista com doutorado na Itália volta para difundir a música instrumental em Fortaleza

Após oito anos de estudo entre Itália e Holanda, Hugo D’Leon voltou para casa trazendo na bagagem o conhecimento e as experiências em solos europeus

Por Ana Beatriz Leite em Comportamento

21 de setembro de 2015 às 07:00

Há 4 anos
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Antes morar fora do país, Hugo D’Leon já havia feito três turnês pela Europa com a banda do Colégio Piamarta, onde iniciou seus estudos na música e tocou por 10 anos (FOTO: Divulgação)

O trompete é o companheiro fiel do cearense Hugo D’Leon, ao seu lado há 19 anos. Juntos já tocaram em solos tupiniquins e europeus, sozinhos e na companhia de grandes músicos. Juntos, moraram por quase uma década na Itália e decidiram que era hora de voltar para casa, mas não de malas vazias.

Junto com o seu trompete, ele trouxe na bagagem o título de doutor no instrumento e o conhecimento adquirido nas experiências vividas no outro continente. E voltou com um objetivo: o de compartilhar todo seu aprendizado com o cenário musical de Fortaleza e, assim, enriquecê-lo.

A música instrumental e o jazz do Ceará estão em boas mãos, com um grande time de artistas talentosos, e o trompetista que chegou a fazer parte do quarteto do renomado pianista italiano Marcello Tonolo é um dos nomes que carrega essa responsabilidade.

Em Fortaleza, hoje Hugo se divide entre seus projetos musicais e a vida acadêmica, lecionando as técnicas do instrumento de sopro. No dia 23 de setembro, o público poderá conhecer melhor sua trajetória em “Hugo D’Leon Convida”, show com a participação de músicos convidados em que reinventa obras de ícones da música nacional e internacional e apresenta suas composições autorais, no Teatro José de Alencar.

Tribuna do Ceará: Você já entrou na música com o trompete, ou foi uma paixão que veio só depois? Quais são suas principais influências?

Hugo D’Leon: Eu já comecei com o trompete. Tenho uma família de músicos, um tio que foi influência pra mim também toca trompete. Então eu cresci ouvindo o som desse instrumento, querendo brincar com esse instrumento. Comecei a estudar música na banda do Colégio Piamarta da Aguanambi, onde passei 10 anos tocando e fiz três turnês pela Europa com a banda de lá. Depois fui estudar na Itália, sempre com o trompete. Minhas principais influências são os trompetista americanos, a grande influência da música popular vem da safra americana. Creio que o principal, que eu fiz meu trabalho de pesquisa do doutorado sobre ele, é o Freddie Hubbard. Tem também Clifford Brown, Dizzy Gillespie, Kenny Dorham, que são alguns dos principais. Mas esses são as referências apenas no meu instrumento, na música no geral tem muitos outros.

TC: Foi como trompetista que você morou na Itália, onde concluiu graduação, mestrado e doutorado. De onde veio a oportunidade de estudar fora? Qual foi sua trajetória por lá?

HL: A Piamarta é uma escola ítalo-brasileira, então eles tem convênios com escolas de lá. Essa foi a porta de entrada. Depois de 10 anos na banda, desse trabalho acabaram aparecendo oportunidades. Me convidaram para fazer um teste de aptidão para estudar fora e eu já era apaixonado pela Itália, inclusive já conhecia um pouco da língua, então aceitei a proposta. Em 2003 eu parti e foram 8 anos de estudo entre a Itália e a Holanda. Nos primeiros 4 anos fiz o curso de música erudita na Brescia, cidade no norte da Itália, e depois fui estudar musica popular em uma cidade próxima a Veneza, Rovigo. E quando fui fazer especialização o conservatório me mandou para intercâmbio em Amsterdã, onde passei um ano. Depois voltei para a Itália, onde me formei e fiz mestrado e doutorado.

TC: E por que a decisão de voltar para o Brasil, para Fortaleza?

HL: Na verdade eu fui pra Itália já com a intenção de voltar. A ideia da escola em me aceitar lá era que eu trouxesse o conhecimento de lá para a realidade de Fortaleza, e eu também queria isso. Então eu voltei para tentar contribuir de alguma forma com o cenário musical da cidade. Já estou de volta há cerca de 2 anos, mas periodicamente vou para a Itália porque ainda tenho alguns trabalhos e colaborações por lá.

TC: Na Itália você teve a oportunidade de tocar com músicos renomados e chegou até a fazer parte do quarteto do pianista Marcello Tonolo. Isso de alguma forma influenciou no seu estilo e composições?

HL: O Marcello Tonolo é um pianista da velha guarda do jazz italiano, então foi uma ótima experiencia. A gente se conheceu dentro da universidade, ele foi meu professor de piano e me fez esse convite. Como ele já tocou com grandes artistas da música americana e vai sempre a Nova Iorque fazer shows, foi um grande aprendizado, não só no quesito musical como de vida mesmo, de saber como lidar com o meio artístico. Ele me influenciou muito porque, como instrumentista e professor, me ajudou a olhar a música de outras formas. O modo de compor dele é melódico e esse lado melódico passou a refletir muito na minha música, tanto nas improvisações quanto nas composições.

TC: No show “Hugo D’Leon Convida” você traz um grande time de músicos daqui, e a cena musical de Fortaleza possui músicos bons. Por que você acha que os artistas autorais não são tão valorizados pelo público daqui? Você sente que trabalhando com música instrumental o reconhecimento é ainda mais difícil?

HL: São vários motivos, o principal é que já existe uma pouca valorização do meio artístico cearense com relação ao musical. Geralmente os artistas de fora chegam aqui e tem muitas regalias, enquanto músicos da terra, às vezes muito mais talentosos e com a carreira mais firme, consolidada, não chegam a ter. Praticamente não temos apoio do poder público também. Diria que é uma coisa daqui mesmo, um costume, um hábito de não dar valor aos artistas da terra. Com a música instrumental acho mais difícil ainda porque já é musica para um publico bem seleto, né? Existe ainda menos apoio para promover esse estilo de música.

TC: Que mensagem você daria para os músicos que estão começando agora e encarando pela primeira vez essa dificuldade com o reconhecimento?

HL: Eu acho que o artista, seja músico, de teatro, escritor, ele precisa produzir independentemente se o público vai dar espaço para ele divulgar a sua arte ou não. O mais é importante produzir, e mais cedo ou mais tarde alguém vai perceber o valor da obra se ela for de qualidade. A arte tem que ser feita para o público, para as pessoas, mas não voltada para veículos de comunicação ou espaço na publicidade. Tem que produzir e fazer sua arte para as pessoas e para si mesmo.

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Na Europa, teve a oportunidade de tocar com grandes nomes, como a Greg Osby Company, em Siena

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Na Europa, pôde se encontrar com músicos renomados. Foto com o pianista britânico John Taylor, falecido neste ano

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Foram 8 anos de estudo de música erudita e popular entre a Holanda e Itália, onde fez sua graduação, mestrado e doutorado. Foto em Amsterdã, onde morou durante um ano

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Doutor em Trompete Jazz pelo Conservatório de Música Francesco Venezze, D’Leon saiu de casa já com a intenção de voltar. Foto em Amsterdã, onde morou durante um ano

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Na Europa, pôde se encontrar com músicos renomados. Foto com o saxofonista americano Paul Jeffrey

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Vindo de família de músicos, Hugo D’Leon cresceu ao som do trompete e começou seus estudos na música aos 11 anos (FOTO: Roberto Gioli)

TROMPETISTA CEARENSE HUGO D'LEON
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TROMPETISTA CEARENSE HUGO D’LEON

De volta a Fortaleza, D’Leon se divide entre os projetos musicais e a vida acadêmica, lecionando trompete para jovens músicos (FOTO: Eden Barbosa)

TROMPETISTA CEARENSE HUGO D'LEON
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TROMPETISTA CEARENSE HUGO D’LEON

Na Europa, teve a oportunidade de tocar com grandes nomes, como a Greg Osby Company, em Siena

TROMPETISTA CEARENSE HUGO D'LEON
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Vindo de família de músicos, Hugo D’Leon cresceu ao som do trompete e começou seus estudos na música aos 11 anos (FOTO: Eden Barbosa)

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Na Europa, pôde se encontrar com músicos renomados. Foto com o trompetista americano Steven Bernstein

Hugo D'Leon Tributo Kind of Blue em Guaramiranga
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Hugo D’Leon Tributo Kind of Blue em Guaramiranga

De volta a Fortaleza, D’Leon se divide entre os projetos musicais e a vida acadêmica, lecionando trompete para jovens músicos. Foto no tributo “Kind of Blue”, em Guaramiranga

Serviço
Hugo D’Leon Convida
Data: 23 de setembro (quarta)
Hora: 19h
Local: Theatro José de Alencar (Rua Liberato Barroso, 525 – Centro)
Vendas: bilheteria no local
Valor: R$ 5,00 (meia) R$ 10,00 (inteira)