Hemoce analisa DNA de voluntários para identificar doadores raros

TECNOLOGIA

Hemoce analisa DNA no sangue de voluntários para identificar doadores raros

A cada 15 dias, cerca de 50 doadores são avaliados com o método chamado de genotipagem

Por Tribuna do Ceará em Ceará

6 de fevereiro de 2020 às 07:00

Há 3 semanas
Com o novo método, é possível estudar o DNA de cada pessoa (FOTO: Divulgação)

Com o novo método, é possível estudar o DNA de cada pessoa (FOTO: Divulgação)

Uma nova técnica analisa o DNA no sangue de voluntários para identificar doadores raros. A tecnologia é desenvolvida desde o ano passado no Hemoce do Ceará.

A cada 15 dias, cerca de 50 doadores são avaliados com o método chamado de genotipagem.

Com o novo método, é possível estudar o DNA de cada pessoa, realizar procedimentos de transfusão de sangue mais seguros e com maior compatibilidade consanguínea entre doador e paciente. O projeto também possibilita a ampliação do banco de doadores raros de sangue do Hemoce.

O Hemoce já identificou 113 doadores com sangues raros no Ceará desde a criação do banco em 2014.

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Hemoce analisa DNA no sangue de voluntários para identificar doadores raros

A cada 15 dias, cerca de 50 doadores são avaliados com o método chamado de genotipagem

Por Tribuna do Ceará em Ceará

6 de fevereiro de 2020 às 07:00

Há 3 semanas
Com o novo método, é possível estudar o DNA de cada pessoa (FOTO: Divulgação)

Com o novo método, é possível estudar o DNA de cada pessoa (FOTO: Divulgação)

Uma nova técnica analisa o DNA no sangue de voluntários para identificar doadores raros. A tecnologia é desenvolvida desde o ano passado no Hemoce do Ceará.

A cada 15 dias, cerca de 50 doadores são avaliados com o método chamado de genotipagem.

Com o novo método, é possível estudar o DNA de cada pessoa, realizar procedimentos de transfusão de sangue mais seguros e com maior compatibilidade consanguínea entre doador e paciente. O projeto também possibilita a ampliação do banco de doadores raros de sangue do Hemoce.

O Hemoce já identificou 113 doadores com sangues raros no Ceará desde a criação do banco em 2014.