Praias do Ceará estão livres de manchas de óleo, afirma a Marinha

LITORAL LIMPO

Praias do Ceará estão livres de manchas de óleo, garante a Marinha

Segundo o levantamento feito pelo Ibama, até esta quinta-feira (31) foram contabilizadas, aproximadamente, 3.647 toneladas de resíduos de óleo retiradas das praias nordestinas

Por Tribuna do Ceará em Ceará

1 de novembro de 2019 às 17:43

Há 3 meses
As manchas chegaram ao litoral cearense em setembro (FOTO: Marcos Rodrigues/Agência Brasil)

As manchas chegaram ao litoral cearense em setembro (FOTO: Marcos Rodrigues/Agência Brasil)

A Marinha do Brasil afirmou, nesta quinta-feira (31), que as praias do Ceará estão limpas. Os estados da Paraíba e Pernambuco também estão livres das manchas de óleo que atingem o litoral nordestino desde o final de agosto. Em Sergipe, Bahia, Alagoas e Rio Grande do Norte, as ações de limpeza ainda continuam.

De acordo com a Marinha, a limpeza das praias é feita diariamente com a participação de órgãos envolvidos e voluntários. Até esta quinta-feira (31), foram contabilizadas, aproximadamente, 3.647 toneladas de resíduos de óleo retirados das praias nordestinas, segundo o levantamento feito pelo Ibama.

Já nesta sexta-feira (1°), a operação deflagrada pela Polícia Federal, em conjunto com aInterpol, para investigar a origem do desastre ambiental na costa nordestina, apontou um navio de bandeira grega como o principal suspeito do vazamento de óleo que atingiu o litoral do Ceará e de outros estados do Nordeste desde 30 de agosto.

Segundo a PF, dois mandados de busca estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro, em endereços ligados à empresa grega responsável pelo navio. Os mandados foram expedidos pela 14ª Vara Federal Criminal de Natal, Rio Grande do Norte.

De acordo com as investigações, o petroleiro se chama Bouboulina, atracou na Venezuela em 15 de julho e, lá, carregou cerca de 1 milhão de barris de petróleo cru. Depois seguiu viagem, no dia 18, com destino à Malásia. As investigações apontam que o derramamento teria ocorrido a 700 quilômetros da costa brasileira e aconteceu entre 29 de julho e 30 de agosto.

A Marinha informou nesta sexta-feira que o navio suspeito de derramar óleo no litoral nordestino operava com o sistema de monitoramento ligado (Automatic Indentification System-AIS), o que contribuiu com as investigações. Cerca de 826 imagens de satélite também foram utilizadas para chegar à embarcação.

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LITORAL LIMPO

Praias do Ceará estão livres de manchas de óleo, garante a Marinha

Segundo o levantamento feito pelo Ibama, até esta quinta-feira (31) foram contabilizadas, aproximadamente, 3.647 toneladas de resíduos de óleo retiradas das praias nordestinas

Por Tribuna do Ceará em Ceará

1 de novembro de 2019 às 17:43

Há 3 meses
As manchas chegaram ao litoral cearense em setembro (FOTO: Marcos Rodrigues/Agência Brasil)

As manchas chegaram ao litoral cearense em setembro (FOTO: Marcos Rodrigues/Agência Brasil)

A Marinha do Brasil afirmou, nesta quinta-feira (31), que as praias do Ceará estão limpas. Os estados da Paraíba e Pernambuco também estão livres das manchas de óleo que atingem o litoral nordestino desde o final de agosto. Em Sergipe, Bahia, Alagoas e Rio Grande do Norte, as ações de limpeza ainda continuam.

De acordo com a Marinha, a limpeza das praias é feita diariamente com a participação de órgãos envolvidos e voluntários. Até esta quinta-feira (31), foram contabilizadas, aproximadamente, 3.647 toneladas de resíduos de óleo retirados das praias nordestinas, segundo o levantamento feito pelo Ibama.

Já nesta sexta-feira (1°), a operação deflagrada pela Polícia Federal, em conjunto com aInterpol, para investigar a origem do desastre ambiental na costa nordestina, apontou um navio de bandeira grega como o principal suspeito do vazamento de óleo que atingiu o litoral do Ceará e de outros estados do Nordeste desde 30 de agosto.

Segundo a PF, dois mandados de busca estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro, em endereços ligados à empresa grega responsável pelo navio. Os mandados foram expedidos pela 14ª Vara Federal Criminal de Natal, Rio Grande do Norte.

De acordo com as investigações, o petroleiro se chama Bouboulina, atracou na Venezuela em 15 de julho e, lá, carregou cerca de 1 milhão de barris de petróleo cru. Depois seguiu viagem, no dia 18, com destino à Malásia. As investigações apontam que o derramamento teria ocorrido a 700 quilômetros da costa brasileira e aconteceu entre 29 de julho e 30 de agosto.

A Marinha informou nesta sexta-feira que o navio suspeito de derramar óleo no litoral nordestino operava com o sistema de monitoramento ligado (Automatic Indentification System-AIS), o que contribuiu com as investigações. Cerca de 826 imagens de satélite também foram utilizadas para chegar à embarcação.