Sindionibus desmente boato de que haverá paralisação de ônibus na tarde desta sexta

É FAKE!

Sindionibus desmente boato de que haverá paralisação de ônibus nesta sexta

Há desvios nas esquinas da avenida da Universidade com General Sampaio, Domingos Olímpio e Duque de Caxias, em virtude de ônibus com pneus furados

Por Tribuna do Ceará em Ceará

14 de junho de 2019 às 16:37

Há 5 meses

Sindiônibus desmente boato de que haverá paralisação de ônibus. (FOTO: Divulgação/Sindiônibus)

O ato de Greve Geral, contra a reforma da previdência e cortes na educação propostos pelo Governo Bolsonaro, foi realizado em todo o Brasil nesta sexta-feira (14). Em Fortaleza, os protestos começaram na Avenida da Universidade, no bairro Benfica. Foram deteriorados dez ônibus, que tiveram os pneus furados.

O porta-voz do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Ceará (Sindiônibus), João Luís Maciel, explicou que as empresas resolveram o problema e esses ônibus já estão operando novamente. Ele também negou boatos espalhados de que haverá paralisação dos coletivos no final da tarde e reforçou que o transporte continuará regularmente. O Tribuna do Ceará acompanhou toda a movimentação ao vivo.

O porta-voz afirmou que a operação funciona, nesta tarde, com desvios na Avenida da Universidade, com General Sampaio, Duque de Caxias e Domingos Olímpio. As demais rotas da cidade funcionam normalmente.

“O Sindiônibus e as empresas de transporte coletivo de Fortaleza e Região Metropolitana estão todas operando, assim como todos os sete terminais estão funcionando. As equipes de profissionais das empresas e do Sindiônibus, cientes do seus papéis, colocaram os ônibus em operação nas ruas da cidade. Asseguramos que alguns problemas pontuais estão sendo tratados pelas equipes do Sindiônibus que estão nas ruas para garantir a oferta do transporte aos cidadãos de Fortaleza”, disse a empresa por meio de nota.

Em rede social, Dimas Barreira, presidente do sindicato, criticou as manifestações e os problemas causados nos ônibus na Avenida da Universidade, onde os protestos tiveram início.

Publicidade

Dê sua opinião

É FAKE!

Sindionibus desmente boato de que haverá paralisação de ônibus nesta sexta

Há desvios nas esquinas da avenida da Universidade com General Sampaio, Domingos Olímpio e Duque de Caxias, em virtude de ônibus com pneus furados

Por Tribuna do Ceará em Ceará

14 de junho de 2019 às 16:37

Há 5 meses

Sindiônibus desmente boato de que haverá paralisação de ônibus. (FOTO: Divulgação/Sindiônibus)

O ato de Greve Geral, contra a reforma da previdência e cortes na educação propostos pelo Governo Bolsonaro, foi realizado em todo o Brasil nesta sexta-feira (14). Em Fortaleza, os protestos começaram na Avenida da Universidade, no bairro Benfica. Foram deteriorados dez ônibus, que tiveram os pneus furados.

O porta-voz do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Ceará (Sindiônibus), João Luís Maciel, explicou que as empresas resolveram o problema e esses ônibus já estão operando novamente. Ele também negou boatos espalhados de que haverá paralisação dos coletivos no final da tarde e reforçou que o transporte continuará regularmente. O Tribuna do Ceará acompanhou toda a movimentação ao vivo.

O porta-voz afirmou que a operação funciona, nesta tarde, com desvios na Avenida da Universidade, com General Sampaio, Duque de Caxias e Domingos Olímpio. As demais rotas da cidade funcionam normalmente.

“O Sindiônibus e as empresas de transporte coletivo de Fortaleza e Região Metropolitana estão todas operando, assim como todos os sete terminais estão funcionando. As equipes de profissionais das empresas e do Sindiônibus, cientes do seus papéis, colocaram os ônibus em operação nas ruas da cidade. Asseguramos que alguns problemas pontuais estão sendo tratados pelas equipes do Sindiônibus que estão nas ruas para garantir a oferta do transporte aos cidadãos de Fortaleza”, disse a empresa por meio de nota.

Em rede social, Dimas Barreira, presidente do sindicato, criticou as manifestações e os problemas causados nos ônibus na Avenida da Universidade, onde os protestos tiveram início.