Prefeitura de Maragogi destaca equipe médica para acompanhar retorno de turistas cearenses

TRAUMA

Prefeitura de Maragogi destaca equipe médica para acompanhar retorno de turistas cearenses

Ao todo, 50 turistas do Eusébio faziam parte do grupo que passou por momentos de terror em naufrágio de catamarã no último sábado (30)

Por TV Jangadeiro em Cotidiano

30 de julho de 2019 às 09:44

Há 3 meses
As cearenses foram veladas no cemitério Jardim Metropolitano, em Eusébio (FOTO: TV Jangadeiro)

As cearenses foram veladas no cemitério Jardim Metropolitano, em Eusébio (FOTO: TV Jangadeiro)

Os corpos de Maria de Fátima Façanha da Silva, de 65 anos, e Lucimar Gomes da Silva, 69 anos, chegaram ao cemitério Jardim Metropolitano, em Eusébio, na manhã da última segunda-feira (30). As cearenses foram vítimas de um naufrágio durante um passeio de barco em Maragogi (AL) no último sábado (29). No velório, houve forte comoção de amigos e familiares das idosas, que eram professoras.

“Lucimar foi uma pessoa extremamente altruísta, descontraída e de bem com a vida. Ela estava alegre pela viagem, radiante. Me mandou fotos de como estava sendo lá”, revela Pedro Alcântara, que foi uma das últimas pessoas a conversar com a vítima por meio do Whatsapp.

Os demais sobreviventes do acidente chegaram ao Eusébio no último domingo (28). O grupo viajou acompanhado por uma equipe médica disponibilizada pela Prefeitura Municipal de Maragogi. Cinquenta turistas participavam da excursão. Desses, apenas dois não eram cearenses. Os sobreviventes afirmam que as ninguém usava coletes salva-vidas no momento do acidente

Lucimar era mãe do operador de turismo Tarcísio Silva, proprietário da agência Simbora Vip Tour, que contratou o passeio. Segundo apurou o portal UOL, o atestado de óbito confirmou que as vítimas morreram afogadas.

Este era o segundo passeio da Simbora Vip Tour em menos de dois meses no catamarã Tô à Toa Receptivo. De acordo com a Prefeitura de Maragogi e a Associação dos Proprietários de Catamarãs de Maragogi, a empresa alagoana não possuía licença e atuava de forma irregular e clandestina.

O catamarã naufragou após bater numa pedra, segundo relatos feitos aos bombeiros que atenderam a ocorrência. Os ocupantes foram salvos por outras embarcações que estavam próximo. De acordo com nota da Prefeitura de Maragogi, o acidente aconteceu em área de visitação proibida.

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Prefeitura de Maragogi destaca equipe médica para acompanhar retorno de turistas cearenses

Ao todo, 50 turistas do Eusébio faziam parte do grupo que passou por momentos de terror em naufrágio de catamarã no último sábado (30)

Por TV Jangadeiro em Cotidiano

30 de julho de 2019 às 09:44

Há 3 meses
As cearenses foram veladas no cemitério Jardim Metropolitano, em Eusébio (FOTO: TV Jangadeiro)

As cearenses foram veladas no cemitério Jardim Metropolitano, em Eusébio (FOTO: TV Jangadeiro)

Os corpos de Maria de Fátima Façanha da Silva, de 65 anos, e Lucimar Gomes da Silva, 69 anos, chegaram ao cemitério Jardim Metropolitano, em Eusébio, na manhã da última segunda-feira (30). As cearenses foram vítimas de um naufrágio durante um passeio de barco em Maragogi (AL) no último sábado (29). No velório, houve forte comoção de amigos e familiares das idosas, que eram professoras.

“Lucimar foi uma pessoa extremamente altruísta, descontraída e de bem com a vida. Ela estava alegre pela viagem, radiante. Me mandou fotos de como estava sendo lá”, revela Pedro Alcântara, que foi uma das últimas pessoas a conversar com a vítima por meio do Whatsapp.

Os demais sobreviventes do acidente chegaram ao Eusébio no último domingo (28). O grupo viajou acompanhado por uma equipe médica disponibilizada pela Prefeitura Municipal de Maragogi. Cinquenta turistas participavam da excursão. Desses, apenas dois não eram cearenses. Os sobreviventes afirmam que as ninguém usava coletes salva-vidas no momento do acidente

Lucimar era mãe do operador de turismo Tarcísio Silva, proprietário da agência Simbora Vip Tour, que contratou o passeio. Segundo apurou o portal UOL, o atestado de óbito confirmou que as vítimas morreram afogadas.

Este era o segundo passeio da Simbora Vip Tour em menos de dois meses no catamarã Tô à Toa Receptivo. De acordo com a Prefeitura de Maragogi e a Associação dos Proprietários de Catamarãs de Maragogi, a empresa alagoana não possuía licença e atuava de forma irregular e clandestina.

O catamarã naufragou após bater numa pedra, segundo relatos feitos aos bombeiros que atenderam a ocorrência. Os ocupantes foram salvos por outras embarcações que estavam próximo. De acordo com nota da Prefeitura de Maragogi, o acidente aconteceu em área de visitação proibida.