Entusiasta do ensino, professor cearense fomenta programa de educação do Google em Fortaleza


Entusiasta do ensino, professor cearense fomenta programa de educação do Google em Fortaleza

O Grupo de Educadores do Google usa diversas tecnologias em sala, proporcionando um envolvimento maior por parte dos alunos e potencializando o conhecimento

Por Thamiris Treigher em Educação

31 de maio de 2015 às 07:00

Há 4 anos
As atividades de Raul como líder do GEG começaram efetivamente em janeiro de 2015 (Foto: Arquivo Pessoal)

As atividades de Raul como líder do GEG começaram efetivamente em janeiro de 2015 (Foto: Arquivo Pessoal)

O professor de Biologia Raul Castilho é daqueles professores apaixonados pelo ensino. Ele acredita que a tecnologia é uma das melhores formas de aproximar os alunos do conteúdo. Um dia, Raul encontrou uma proposta do Google relacionado à educação que poderia trazer a possibilidade de difundir uma grande ideia: o Grupo de Educadores do Google, que é formado por comunidades de educadores que aprendem, compartilham e inspiram uns aos outros para atender às necessidades dos alunos por meio de soluções tecnológicas, dentro e fora da sala de aula.

Hoje, o professor de Biologia é o líder do GEG Fortaleza. Sua função é motivar os outros educadores a levarem as ferramentas do Google e outras tecnologias para as salas de aula. O grupo é uma espécie de plataforma em que os professores colaboram uns com os outros, permitindo a troca de ideias e experiências. As atividades acontecem online e offline. Além disso, qualquer pessoa pode participar do GEG, como diretores, administradores de escolas, professores e até mesmo alunos. Cada grupo é organizado por um voluntário local (líder do GEG) que é totalmente independente do Google enquanto corporação.

As atividades de Raul como líder do GEG começaram efetivamente em janeiro de 2015. Segundo ele, a principal vantagem do grupo é o aprendizado dos alunos. “Usando as tecnologias em sala, podemos observar um envolvimento maior por parte dos alunos durante as aulas e a própria construção do conhecimento”. O  professor torna-se uma mediador que induz o aluno a buscar cada vez mais conhecimento sobre um determinado conteúdo.

Além de criar e receber tarefas, os professores podem trabalhar de forma mais dinâmica e eficiente. (Foto: Arquivo Pessoal)

Além de criar e receber tarefas, os professores podem trabalhar de forma mais dinâmica e eficiente. (Foto: Arquivo Pessoal)

Dentre as atividades offline estão encontros e workshops. Eles são uma oportunidade de troca de experiências com a utilização de tecnologia em sala de aula. Nestes encontros os professores percebem os resultados e benefícios da nova prática, além de ser o momento em que eles se conectam com as novas tecnologias, atualizações das ferramentas e sua implementação na escola.

Segundo Andréa Machado, coordenadora de mídias do Colégio Espaço Aberto, que faz parte do GEG, os professores estão iniciando agora o trabalho com o “Classroom”, uma sala virtual em que o professor cria a sua disciplina e nela compartilha com todos os seus alunos os arquivos usados em sala de aula, como planilhas, documentos, apresentações, imagens e até vídeos do próprio Youtube. “Já notamos toda a empolgação dos alunos, pois estes vivem em um mundo tecnológico. A escola não pode ficar de fora deste mundo”, explica Andréa.

Além de criar e receber tarefas, os professores podem trabalhar de forma mais dinâmica e eficiente. Através dos “hangouts”, o professor pode criar bate papos com alunos, tira-dúvidas e trabalhar de forma colaborativa com eles. “Trabalhos de grupo se tornam muito mais eficazes, pois vários alunos podem colaborar em um mesmo documento, enquanto são monitorados e auxiliados pelo professor, tudo em tempo real”, afirma Andréa Machado. Tudo que os usuários fazem fica registrado, o que facilita o trabalho do professor em melhor administrar a participação de cada aluno.

Os GEGs são basicamente formados por professores absolutamente encantados pelo ensino e pela educação. “O céu é o limite. Todos os dias buscamos solução para otimizar o nosso trabalho. E o Google for Education tem nos dado todas elas”, finaliza Andréa.

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Entusiasta do ensino, professor cearense fomenta programa de educação do Google em Fortaleza

O Grupo de Educadores do Google usa diversas tecnologias em sala, proporcionando um envolvimento maior por parte dos alunos e potencializando o conhecimento

Por Thamiris Treigher em Educação

31 de maio de 2015 às 07:00

Há 4 anos
As atividades de Raul como líder do GEG começaram efetivamente em janeiro de 2015 (Foto: Arquivo Pessoal)

As atividades de Raul como líder do GEG começaram efetivamente em janeiro de 2015 (Foto: Arquivo Pessoal)

O professor de Biologia Raul Castilho é daqueles professores apaixonados pelo ensino. Ele acredita que a tecnologia é uma das melhores formas de aproximar os alunos do conteúdo. Um dia, Raul encontrou uma proposta do Google relacionado à educação que poderia trazer a possibilidade de difundir uma grande ideia: o Grupo de Educadores do Google, que é formado por comunidades de educadores que aprendem, compartilham e inspiram uns aos outros para atender às necessidades dos alunos por meio de soluções tecnológicas, dentro e fora da sala de aula.

Hoje, o professor de Biologia é o líder do GEG Fortaleza. Sua função é motivar os outros educadores a levarem as ferramentas do Google e outras tecnologias para as salas de aula. O grupo é uma espécie de plataforma em que os professores colaboram uns com os outros, permitindo a troca de ideias e experiências. As atividades acontecem online e offline. Além disso, qualquer pessoa pode participar do GEG, como diretores, administradores de escolas, professores e até mesmo alunos. Cada grupo é organizado por um voluntário local (líder do GEG) que é totalmente independente do Google enquanto corporação.

As atividades de Raul como líder do GEG começaram efetivamente em janeiro de 2015. Segundo ele, a principal vantagem do grupo é o aprendizado dos alunos. “Usando as tecnologias em sala, podemos observar um envolvimento maior por parte dos alunos durante as aulas e a própria construção do conhecimento”. O  professor torna-se uma mediador que induz o aluno a buscar cada vez mais conhecimento sobre um determinado conteúdo.

Além de criar e receber tarefas, os professores podem trabalhar de forma mais dinâmica e eficiente. (Foto: Arquivo Pessoal)

Além de criar e receber tarefas, os professores podem trabalhar de forma mais dinâmica e eficiente. (Foto: Arquivo Pessoal)

Dentre as atividades offline estão encontros e workshops. Eles são uma oportunidade de troca de experiências com a utilização de tecnologia em sala de aula. Nestes encontros os professores percebem os resultados e benefícios da nova prática, além de ser o momento em que eles se conectam com as novas tecnologias, atualizações das ferramentas e sua implementação na escola.

Segundo Andréa Machado, coordenadora de mídias do Colégio Espaço Aberto, que faz parte do GEG, os professores estão iniciando agora o trabalho com o “Classroom”, uma sala virtual em que o professor cria a sua disciplina e nela compartilha com todos os seus alunos os arquivos usados em sala de aula, como planilhas, documentos, apresentações, imagens e até vídeos do próprio Youtube. “Já notamos toda a empolgação dos alunos, pois estes vivem em um mundo tecnológico. A escola não pode ficar de fora deste mundo”, explica Andréa.

Além de criar e receber tarefas, os professores podem trabalhar de forma mais dinâmica e eficiente. Através dos “hangouts”, o professor pode criar bate papos com alunos, tira-dúvidas e trabalhar de forma colaborativa com eles. “Trabalhos de grupo se tornam muito mais eficazes, pois vários alunos podem colaborar em um mesmo documento, enquanto são monitorados e auxiliados pelo professor, tudo em tempo real”, afirma Andréa Machado. Tudo que os usuários fazem fica registrado, o que facilita o trabalho do professor em melhor administrar a participação de cada aluno.

Os GEGs são basicamente formados por professores absolutamente encantados pelo ensino e pela educação. “O céu é o limite. Todos os dias buscamos solução para otimizar o nosso trabalho. E o Google for Education tem nos dado todas elas”, finaliza Andréa.