"Começou com 15, pode rebolar no mato, nenhum presta", diz irmã de Ciro Gomes

BOICOTE AO MDB

“Começou com 15, pode rebolar no mato, nenhum presta”, diz irmã de Ciro Gomes

Lia Ferreira Gomes será candidata nas eleições de 2018, seguindo o rumo dos irmãos Cid, Ivo e Ciro Gomes na política cearense

Por Tribuna do Ceará em Eleições 2018

30 de julho de 2018 às 13:43

Há 1 ano
Lia Ferreira Gomes será candidata à Assembleia Legislativa. (Foto: Reprodução)

Lia Ferreira Gomes será candidata à Assembleia Legislativa. (Foto: Reprodução)

A pré-candidata a deputada estadual Lia Ferreira Gomes (PDT), irmã do presidenciável Ciro Gomes e do pré-candidato ao Senado Cid Gomes, recomendou boicote à sigla do MDB no Ceará. Lia fez o discurso contra a legenda durante evento com trabalhadores rurais no município de Varjota (a 297 km de Fortaleza). A prefeita da cidade, Célia Rodrigues, é do MDB.

“Aqui no Ceará, pelo amor de Deus, não votem em ninguém que começa com 15, nem senador, nem presidente, nem deputado federal, nem deputado estadual. Risquem o 15 da lista de vocês”, declarou. “Começou com 15, pode rebolar no mato, nenhum presta”, disse.

Entrevista à Coluna do Estadão, Lia reforçou as declarações dadas na quarta-feira (25).

http://mais.uol.com.br/view/16479879

Cid e Ciro Gomes, até 2014, eram aliados de Eunício Oliveira (MDB), principal liderança do 15 no Ceará. A aliança se desfez quando Cid indicou Camilo Santana (PT) como seu candidato à sucessão e não Eunício.

Dois anos depois da disputa, no entanto, com Eunício presidente do Senado, o governador do Estado e o emedebista retomaram parceria política. Nas eleições de 2018, o grupo dos Ferreira Gomes se deparou com um impasse: Camilo quer apoiar Eunício, mas Ciro tem sido opositor ferrenho da parceria.

Ainda assim, PT e PDT acordaram nos últimos dias que deixarão uma vaga livre na chapa do Senado. Não é cogitada aliança com Eunício, mas a ausência de um segundo candidato beneficia o presidente do Senado.

Em entrevista ao site A Voz de Santa Quitéria, no domingo (29), Cid evitou polemizar sobre as alianças.

“Já há uma decisão do partido do governador de lançar um candidato ao governo e um candidato do PDT ao Senado. O PDT tem a mesma disposição: coligar-se com PT, apoiar Camilo, indicar o vice na chapa do Camilo e indicar um candidato a senador do PDT”, disse o ex-governador.

Publicidade

Dê sua opinião

BOICOTE AO MDB

“Começou com 15, pode rebolar no mato, nenhum presta”, diz irmã de Ciro Gomes

Lia Ferreira Gomes será candidata nas eleições de 2018, seguindo o rumo dos irmãos Cid, Ivo e Ciro Gomes na política cearense

Por Tribuna do Ceará em Eleições 2018

30 de julho de 2018 às 13:43

Há 1 ano
Lia Ferreira Gomes será candidata à Assembleia Legislativa. (Foto: Reprodução)

Lia Ferreira Gomes será candidata à Assembleia Legislativa. (Foto: Reprodução)

A pré-candidata a deputada estadual Lia Ferreira Gomes (PDT), irmã do presidenciável Ciro Gomes e do pré-candidato ao Senado Cid Gomes, recomendou boicote à sigla do MDB no Ceará. Lia fez o discurso contra a legenda durante evento com trabalhadores rurais no município de Varjota (a 297 km de Fortaleza). A prefeita da cidade, Célia Rodrigues, é do MDB.

“Aqui no Ceará, pelo amor de Deus, não votem em ninguém que começa com 15, nem senador, nem presidente, nem deputado federal, nem deputado estadual. Risquem o 15 da lista de vocês”, declarou. “Começou com 15, pode rebolar no mato, nenhum presta”, disse.

Entrevista à Coluna do Estadão, Lia reforçou as declarações dadas na quarta-feira (25).

http://mais.uol.com.br/view/16479879

Cid e Ciro Gomes, até 2014, eram aliados de Eunício Oliveira (MDB), principal liderança do 15 no Ceará. A aliança se desfez quando Cid indicou Camilo Santana (PT) como seu candidato à sucessão e não Eunício.

Dois anos depois da disputa, no entanto, com Eunício presidente do Senado, o governador do Estado e o emedebista retomaram parceria política. Nas eleições de 2018, o grupo dos Ferreira Gomes se deparou com um impasse: Camilo quer apoiar Eunício, mas Ciro tem sido opositor ferrenho da parceria.

Ainda assim, PT e PDT acordaram nos últimos dias que deixarão uma vaga livre na chapa do Senado. Não é cogitada aliança com Eunício, mas a ausência de um segundo candidato beneficia o presidente do Senado.

Em entrevista ao site A Voz de Santa Quitéria, no domingo (29), Cid evitou polemizar sobre as alianças.

“Já há uma decisão do partido do governador de lançar um candidato ao governo e um candidato do PDT ao Senado. O PDT tem a mesma disposição: coligar-se com PT, apoiar Camilo, indicar o vice na chapa do Camilo e indicar um candidato a senador do PDT”, disse o ex-governador.