Estudantes pedem mais segurança no Campus do Porangabussu da UFC


Estudantes pedem mais segurança no Campus do Porangabussu da UFC

Cerca de 250 pessoas participaram da ação, que percorreu os arredores da universidade e paralisou o trânsito da Avenida José Bastos

Por Jackson Cruz em Fortaleza

18 de dezembro de 2012 às 17:35

Há 7 anos
Alunos protestam contra falta de segurança na UFC. Foto: Mara Assef

Alunos protestam contra falta de segurança na UFC. Foto: Mara Assef

Denúncias de carros arrombados e roubados, tiroteios e de estupro são as causas da manifestação realizada, nesta terça-feira (18), pelos estudantes da Universidade Federal do Ceará (UFC), do Campus do Porangabussu. Cerca de 250 pessoas participaram da ação, que percorreu os arredores da universidade e paralisou o trânsito da Avenida José Bastos.

De acordo com a estudante Christine Pinto, uma das organizadoras do evento e membro da nova gestão do Centro Acadêmico de Medicina, o fórum do campus que reunia alunos de todos os cursos alojados no local decidiram realizar a manifestação com o objetivo de mostrar a realidade para a sociedade e órgãos públicos. Os estudantes de Medicina também tiveram a ideia de realizar um velório na ocasião.

A estudante reclama principalmente da falta de policiamento nas ruas, já que o campus é aberto. “Nem a prefeita, nem o governador fazem nada. Não pode entrar polícia dentro da universidade, mas o campus é aberto. Não é só um problema da UFC, é questão de segurança pública”, diz.

Reivindicações

Dentre as reivindicações, os alunos pedem: estacionamento próprio e próximo, o fechamento do campus, mais iluminação e policiamento nas ruas que dão acesso à UFC. “Tem uma favela perto da gente que não é bem assistida pela prefeitura. Se tivesse um projeto social na região talvez melhorasse”, explica Christine.

Ela também ressalta os problemas com os flanelinhas do local. “Se você não pagar dois ou três reais, eles ameaçam, riscam o carro, arranham (…) É um perigo”. Para ela, a solução seria ou o afastamento dos flanelinhas ou um cadastro dos que podem trabalhar por lá.

Tiroteio

No dia 6 de novembro, um assaltante trocou tiros com a polícia nas proximidades da UFC e invadiu a sede da universidade. O criminoso foi baleado no pé e acabou preso.

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Estudantes pedem mais segurança no Campus do Porangabussu da UFC

Cerca de 250 pessoas participaram da ação, que percorreu os arredores da universidade e paralisou o trânsito da Avenida José Bastos

Por Jackson Cruz em Fortaleza

18 de dezembro de 2012 às 17:35

Há 7 anos
Alunos protestam contra falta de segurança na UFC. Foto: Mara Assef

Alunos protestam contra falta de segurança na UFC. Foto: Mara Assef

Denúncias de carros arrombados e roubados, tiroteios e de estupro são as causas da manifestação realizada, nesta terça-feira (18), pelos estudantes da Universidade Federal do Ceará (UFC), do Campus do Porangabussu. Cerca de 250 pessoas participaram da ação, que percorreu os arredores da universidade e paralisou o trânsito da Avenida José Bastos.

De acordo com a estudante Christine Pinto, uma das organizadoras do evento e membro da nova gestão do Centro Acadêmico de Medicina, o fórum do campus que reunia alunos de todos os cursos alojados no local decidiram realizar a manifestação com o objetivo de mostrar a realidade para a sociedade e órgãos públicos. Os estudantes de Medicina também tiveram a ideia de realizar um velório na ocasião.

A estudante reclama principalmente da falta de policiamento nas ruas, já que o campus é aberto. “Nem a prefeita, nem o governador fazem nada. Não pode entrar polícia dentro da universidade, mas o campus é aberto. Não é só um problema da UFC, é questão de segurança pública”, diz.

Reivindicações

Dentre as reivindicações, os alunos pedem: estacionamento próprio e próximo, o fechamento do campus, mais iluminação e policiamento nas ruas que dão acesso à UFC. “Tem uma favela perto da gente que não é bem assistida pela prefeitura. Se tivesse um projeto social na região talvez melhorasse”, explica Christine.

Ela também ressalta os problemas com os flanelinhas do local. “Se você não pagar dois ou três reais, eles ameaçam, riscam o carro, arranham (…) É um perigo”. Para ela, a solução seria ou o afastamento dos flanelinhas ou um cadastro dos que podem trabalhar por lá.

Tiroteio

No dia 6 de novembro, um assaltante trocou tiros com a polícia nas proximidades da UFC e invadiu a sede da universidade. O criminoso foi baleado no pé e acabou preso.