Opinião: “Uma experiência espetacular - Ser eu mesmo”

QUAL O SEU EVEREST

Opinião: “Uma experiência espetacular – Ser eu mesmo”

Primeiro são criadas as dificuldades para depois venderem as soluções, mas que de fato não solucionam praticamente nada

Por Tribuna do Ceará em Opinião

7 de junho de 2020 às 20:31

Há 1 mês

Eu tenho a sensação de estar sendo doutrinado para tornar complexo o que é simples, que criamos mais burocracia do que a vida precisa. O sistema quer determinar o que eu consigo ou não consigo, o que devo e o que não devo fazer. Primeiro são criadas as dificuldades para depois venderem as soluções, mas que de fato não solucionam praticamente nada.

Dentro desta lógica de complicação, se criam regras e processos que dificultam ou atrasam o curso natural dos fatos. Fortalecido com isso, cresce o consumismo que absolutamente não traz felicidade. Quero ressaltar que não vejo nenhum problema em consumir algo que de fato tenha necessidade, o problema é o excesso, quando o consumo ocorre como uma fuga de uma realidade ou busca de satisfação através de consumo. Este sistema não incentiva a troca de uma droga pela apreciação do por do sol, uma meditação ou um exercício físico.

Eu me considero uma pessoa plenamente feliz, e não encontrei a felicidade em consumo, mas em experiências. A felicidade que vive em mim não depende de bens materiais, mas da sensibilidade para apreciar uma lua nascer, caminhar com os pés na areia, ouvir o som dos pássaros, escalar montanhas e encontrar amigos. Estes momentos geram experiências genuínas que são a essência da felicidade. Enquanto, na contramão o consumismo gera ansiedade, apego e sofrimento.

Quando eu andava nas ruas de Monsenhor Tabosa engraxando sapatos para ganhar alguns trocados, acreditem, eu não era menos feliz que depois que escalei o Everest. Falo isso com convicção, são desafios diferentes e em momentos distintos, mas a experiência de fazer algo bem feito é idêntica.

Procuro ficar atento para não me tornar escravo do consumismo que insiste em colocar todos na mesma forma, com os mesmos hábitos de consumo e a mesma ideologia. Eu respeito e valorizo a diversidade. Para mim o diferente, não é certo ou errado, mais ou menos, ele apenas é. É autêntico e enriquecedor.

Ser eu mesmo na minha melhor versão, me levou ao topo da minha felicidade e ao topo do Everest.

Te desejo uma excelente semana com o meu abraço do tamanho do Everest.

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QUAL O SEU EVEREST

Opinião: “Uma experiência espetacular – Ser eu mesmo”

Primeiro são criadas as dificuldades para depois venderem as soluções, mas que de fato não solucionam praticamente nada

Por Tribuna do Ceará em Opinião

7 de junho de 2020 às 20:31

Há 1 mês

Eu tenho a sensação de estar sendo doutrinado para tornar complexo o que é simples, que criamos mais burocracia do que a vida precisa. O sistema quer determinar o que eu consigo ou não consigo, o que devo e o que não devo fazer. Primeiro são criadas as dificuldades para depois venderem as soluções, mas que de fato não solucionam praticamente nada.

Dentro desta lógica de complicação, se criam regras e processos que dificultam ou atrasam o curso natural dos fatos. Fortalecido com isso, cresce o consumismo que absolutamente não traz felicidade. Quero ressaltar que não vejo nenhum problema em consumir algo que de fato tenha necessidade, o problema é o excesso, quando o consumo ocorre como uma fuga de uma realidade ou busca de satisfação através de consumo. Este sistema não incentiva a troca de uma droga pela apreciação do por do sol, uma meditação ou um exercício físico.

Eu me considero uma pessoa plenamente feliz, e não encontrei a felicidade em consumo, mas em experiências. A felicidade que vive em mim não depende de bens materiais, mas da sensibilidade para apreciar uma lua nascer, caminhar com os pés na areia, ouvir o som dos pássaros, escalar montanhas e encontrar amigos. Estes momentos geram experiências genuínas que são a essência da felicidade. Enquanto, na contramão o consumismo gera ansiedade, apego e sofrimento.

Quando eu andava nas ruas de Monsenhor Tabosa engraxando sapatos para ganhar alguns trocados, acreditem, eu não era menos feliz que depois que escalei o Everest. Falo isso com convicção, são desafios diferentes e em momentos distintos, mas a experiência de fazer algo bem feito é idêntica.

Procuro ficar atento para não me tornar escravo do consumismo que insiste em colocar todos na mesma forma, com os mesmos hábitos de consumo e a mesma ideologia. Eu respeito e valorizo a diversidade. Para mim o diferente, não é certo ou errado, mais ou menos, ele apenas é. É autêntico e enriquecedor.

Ser eu mesmo na minha melhor versão, me levou ao topo da minha felicidade e ao topo do Everest.

Te desejo uma excelente semana com o meu abraço do tamanho do Everest.