Empresário iraniano Farhad Marvizi é condenado a 20 anos de prisão


Empresário iraniano Farhad Marvizi é condenado a 20 anos de prisão

O empresário iraniano Farhad Marzivi era dono de uma rede de lojas de eletroeletrônicos, localizadas em Fortaleza e registradas em nomes de terceiros

Por Tribuna do Ceará em Polícia

8 de maio de 2013 às 18:04

Há 7 anos

O Tribunal Regional Federal da 5ª região condenou o empresário iraniano Farhad Marvizi a 20 anos de reclusão, nesta quarta-feira (8), pela tentativa de homicídio ao auditor da Receita Federal José de Jesus Ferreira, em dezembro de 2008.

Seguindo o voto do desembargador federal Vladimir Carvalho, relator do processo, a Segunda Turma do TRF5 entendeu que não há razão aos fundamentos utilizados pela defesa, baseado no conjunto de provas. A condenação é resultado de apelação do Ministério Público Federal no Ceará ao TRF5, que determinou a realização do julgamento por Tribunal de Júri da Justiça Federal. Atualmente, o iraniano encontra-se recluso no Presídio de Segurança Máxima de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

Entenda o caso

O empresário iraniano Farhad Marvizi, conhecido como “Tony”, era dono de uma rede de lojas de eletroeletrônicos, localizadas em Fortaleza e registradas em nomes de terceiros (laranjas). A Receita Federal realizou auditorias e autuações, em 2007 e 2008, nas lojas do iraniano e apreendeu mercadorias importadas de forma irregular e colocadas à venda. A equipe da Receita era chefiada pelo auditor José de Jesus Ferreira.

No dia 9 de dezembro de 2008, Ferreira sofreu uma tentativa de homicídio, no bairro Varjota, em Fortaleza. O auditor levou cinco tiros disparados por uma arma de uso restrito da Polícia e efetuados por duas pessoas que trafegavam em uma moto.

De acordo com as apurações da investigação policial, o crime foi firmado entre o iraniano e o eletricista Francisco Cícero Gonçalves de Sousa, assassinado por cobrar a segunda parte do pagamento pelo crime que não conseguiu concluir. O empresário foi processado na Justiça comum pelas mortes do casal Carlos José Medeiros e Maria Elizabeth Almeida Bezerra, colaboradores na averiguação do atentado a Jesus Ferreira.

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Empresário iraniano Farhad Marvizi é condenado a 20 anos de prisão

O empresário iraniano Farhad Marzivi era dono de uma rede de lojas de eletroeletrônicos, localizadas em Fortaleza e registradas em nomes de terceiros

Por Tribuna do Ceará em Polícia

8 de maio de 2013 às 18:04

Há 7 anos

O Tribunal Regional Federal da 5ª região condenou o empresário iraniano Farhad Marvizi a 20 anos de reclusão, nesta quarta-feira (8), pela tentativa de homicídio ao auditor da Receita Federal José de Jesus Ferreira, em dezembro de 2008.

Seguindo o voto do desembargador federal Vladimir Carvalho, relator do processo, a Segunda Turma do TRF5 entendeu que não há razão aos fundamentos utilizados pela defesa, baseado no conjunto de provas. A condenação é resultado de apelação do Ministério Público Federal no Ceará ao TRF5, que determinou a realização do julgamento por Tribunal de Júri da Justiça Federal. Atualmente, o iraniano encontra-se recluso no Presídio de Segurança Máxima de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

Entenda o caso

O empresário iraniano Farhad Marvizi, conhecido como “Tony”, era dono de uma rede de lojas de eletroeletrônicos, localizadas em Fortaleza e registradas em nomes de terceiros (laranjas). A Receita Federal realizou auditorias e autuações, em 2007 e 2008, nas lojas do iraniano e apreendeu mercadorias importadas de forma irregular e colocadas à venda. A equipe da Receita era chefiada pelo auditor José de Jesus Ferreira.

No dia 9 de dezembro de 2008, Ferreira sofreu uma tentativa de homicídio, no bairro Varjota, em Fortaleza. O auditor levou cinco tiros disparados por uma arma de uso restrito da Polícia e efetuados por duas pessoas que trafegavam em uma moto.

De acordo com as apurações da investigação policial, o crime foi firmado entre o iraniano e o eletricista Francisco Cícero Gonçalves de Sousa, assassinado por cobrar a segunda parte do pagamento pelo crime que não conseguiu concluir. O empresário foi processado na Justiça comum pelas mortes do casal Carlos José Medeiros e Maria Elizabeth Almeida Bezerra, colaboradores na averiguação do atentado a Jesus Ferreira.