Juiz mantém prisão preventiva de médico acusado de praticar abortos - Noticias


Juiz mantém prisão preventiva de médico acusado de praticar abortos

A decisão foi proferida nesta segunda-feira (20)

Por Tribuna do Ceará em Polícia

20 de dezembro de 2010 às 20:23

Há 9 anos

Dionísio Lapa Filho é acusado de Liderar o esquema de abortos (Foto: Reprodução TV Jangadeiro)

 

A Justiça negou o pedido de revogação da prisão preventiva do médico Dionísio Broxado Lapa Filho, acusado de praticar abortos em clínica de sua propriedade, no Bairro de Fátima, em Fortaleza. A decisão foi proferida nesta segunda-feira (20). 

Leia também: 

Aborto: OAB contra liberdade de médico 
Justiça nega liberdade provisória a médico acusado de praticar abortos 
Justiça nega liberdade a médico acusado de praticar abortos 

Foi mantida ainda a custódia preventiva de Adriana Fernandes Vieira, Antônia Deuzanira Mota Teixeira, Elizabete de Lima, Ricardo Henrique de Lima Demétrio e Francisco José de Lima, funcionários da clínica. Eles foram presos no dia 10 de novembro deste ano, durante operação do Ministério Público (MP) estadual e Polícia Civil, pela suposta prática dos crimes de aborto provocado por terceiro e formação de quadrilha. 

O pedido de revogação foi ajuizado, no dia 1º de dezembro, pelo advogado Rodrigo de Farias Teixeira, com o argumento de que a prisão do acusado e dos outros cinco réus do processo “fere o princípio constitucional da presunção de inocência”.  O advogado sustenta, ainda, que os réus são primários, possuem bons antecedentes e comportamento adequado ao convívio em sociedade. 

Na última quinta-feira (16), o promotor de Justiça Francisco Marques Lima se manifestou favorável ao pedido. Porém, o juiz José de Castro Andrande, da 1ª Vara do Júri do Fórum Clóvis Beviláqua, considerou que a prisão preventiva deve ser mantida “a fim de se preservar a condição de aquisição de prova ainda não encerrada, considerando que os denunciados poderão conturbar seu regular curso na fase processual, ante a possibilidade de devastar provas e desaparecer com vestígios existentes contra si, circunstância que só reforça a necessidade de segregação”. 

Com informações do TJCE

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Juiz mantém prisão preventiva de médico acusado de praticar abortos

A decisão foi proferida nesta segunda-feira (20)

Por Tribuna do Ceará em Polícia

20 de dezembro de 2010 às 20:23

Há 9 anos

Dionísio Lapa Filho é acusado de Liderar o esquema de abortos (Foto: Reprodução TV Jangadeiro)

 

A Justiça negou o pedido de revogação da prisão preventiva do médico Dionísio Broxado Lapa Filho, acusado de praticar abortos em clínica de sua propriedade, no Bairro de Fátima, em Fortaleza. A decisão foi proferida nesta segunda-feira (20). 

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Foi mantida ainda a custódia preventiva de Adriana Fernandes Vieira, Antônia Deuzanira Mota Teixeira, Elizabete de Lima, Ricardo Henrique de Lima Demétrio e Francisco José de Lima, funcionários da clínica. Eles foram presos no dia 10 de novembro deste ano, durante operação do Ministério Público (MP) estadual e Polícia Civil, pela suposta prática dos crimes de aborto provocado por terceiro e formação de quadrilha. 

O pedido de revogação foi ajuizado, no dia 1º de dezembro, pelo advogado Rodrigo de Farias Teixeira, com o argumento de que a prisão do acusado e dos outros cinco réus do processo “fere o princípio constitucional da presunção de inocência”.  O advogado sustenta, ainda, que os réus são primários, possuem bons antecedentes e comportamento adequado ao convívio em sociedade. 

Na última quinta-feira (16), o promotor de Justiça Francisco Marques Lima se manifestou favorável ao pedido. Porém, o juiz José de Castro Andrande, da 1ª Vara do Júri do Fórum Clóvis Beviláqua, considerou que a prisão preventiva deve ser mantida “a fim de se preservar a condição de aquisição de prova ainda não encerrada, considerando que os denunciados poderão conturbar seu regular curso na fase processual, ante a possibilidade de devastar provas e desaparecer com vestígios existentes contra si, circunstância que só reforça a necessidade de segregação”. 

Com informações do TJCE