PM acusado de participar de grupo de extermínio tem habeas corpus negado - Noticias


PM acusado de participar de grupo de extermínio tem habeas corpus negado

A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) negou habeas corpus ao policial militar Glaydston Gama Lopes, acusado de participação em suposto grupo de extermínio

Por Joao Lobo em Polícia

13 de março de 2012 às 18:15

Há 8 anos

A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) negou habeas corpus ao policial militar Glaydston Gama Lopes, acusado de participação em suposto grupo de extermínio.

Segundo denúncia do Ministério Público do Ceará (MP/CE), o grupo teria o objetivo de vingar crimes praticados contra PMs do Estado. Além do réu, que está detido desde novembro de 2007, faria parte do bando o policial Daimler da Silva Santiago e Sílvio Pereira do Vale Silva, conhecido como “Pé de Pato”. Eles respondem pelo assassinato de Rogério Candeias da Silva e pela tentativa de homicídio contra Roger Alves da Silva, ocorridos naquele ano.

A defesa de Glaydston ingressou com habeas corpus no TJCE alegando excesso de prazo na formação da culpa. O pedido, no entanto, foi negado pela 1ª Câmara Criminal.
“É pacífico na jurisprudência que, havendo sentença de pronúncia em desfavor do réu, não há amparo que sustente a ilegalidade da custódia preventiva por excesso de prazo”, afirmou o relator do processo, desembargador Paulo Camelo Timbó.

O relator destacou que o caso é complexo e envolve, no total, nove acusados, com diversos atos processuais realizados durante a instrução criminal. Explicou ainda que o julgamento de Glaydston Gama, Daimler da Silva e Sílvio Pereira está marcado para ocorrer no próximo dia 2 de maio.

Envolvidos

Outros dois réus já foram julgados e condenados por envolvimento no suposto grupo de extermínio. Pedro Cláudio Duarte Pena, o “cabo Pena”, foi levado a júri popular em março de 2009, sendo sentenciado a 20 anos de reclusão. Já Francisco José dos Santos, o “cabo Jacaré”, foi julgado em dezembro de 2009 e recebeu pena de 18 anos de prisão.

Com informações do TJCE

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PM acusado de participar de grupo de extermínio tem habeas corpus negado

A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) negou habeas corpus ao policial militar Glaydston Gama Lopes, acusado de participação em suposto grupo de extermínio

Por Joao Lobo em Polícia

13 de março de 2012 às 18:15

Há 8 anos

A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) negou habeas corpus ao policial militar Glaydston Gama Lopes, acusado de participação em suposto grupo de extermínio.

Segundo denúncia do Ministério Público do Ceará (MP/CE), o grupo teria o objetivo de vingar crimes praticados contra PMs do Estado. Além do réu, que está detido desde novembro de 2007, faria parte do bando o policial Daimler da Silva Santiago e Sílvio Pereira do Vale Silva, conhecido como “Pé de Pato”. Eles respondem pelo assassinato de Rogério Candeias da Silva e pela tentativa de homicídio contra Roger Alves da Silva, ocorridos naquele ano.

A defesa de Glaydston ingressou com habeas corpus no TJCE alegando excesso de prazo na formação da culpa. O pedido, no entanto, foi negado pela 1ª Câmara Criminal.
“É pacífico na jurisprudência que, havendo sentença de pronúncia em desfavor do réu, não há amparo que sustente a ilegalidade da custódia preventiva por excesso de prazo”, afirmou o relator do processo, desembargador Paulo Camelo Timbó.

O relator destacou que o caso é complexo e envolve, no total, nove acusados, com diversos atos processuais realizados durante a instrução criminal. Explicou ainda que o julgamento de Glaydston Gama, Daimler da Silva e Sílvio Pereira está marcado para ocorrer no próximo dia 2 de maio.

Envolvidos

Outros dois réus já foram julgados e condenados por envolvimento no suposto grupo de extermínio. Pedro Cláudio Duarte Pena, o “cabo Pena”, foi levado a júri popular em março de 2009, sendo sentenciado a 20 anos de reclusão. Já Francisco José dos Santos, o “cabo Jacaré”, foi julgado em dezembro de 2009 e recebeu pena de 18 anos de prisão.

Com informações do TJCE