Policiais civis do Ceará marcam assembleia e também podem parar - Noticias


Policiais civis do Ceará marcam assembleia e também podem parar

Policiais Civis do Ceará convocam assembleia para esta terça-feira, às 18h30, para decidirem se paralisam as atividades em solidariedade aos PMs e Bombeiros Militares que estão parados desde a última sexta-feira (30)

Por Tribuna do Ceará em Polícia

2 de janeiro de 2012 às 12:08

Há 8 anos

O Sindicato dos Policiais Civis de Carreira do Ceará – SINPOCI vai reunir a categoria em assembleia na terça-feira (3), às 18h30, na sede do sindicato. Eles vão discutir a possibilidade dos policiais civis aderirem à paralisação dos PMs e Bombeiros Militares. A reunião vai acontecer da sede da entidade, no Centro de Fortaleza.

Esta seria a terceira paralisação dos Policiais Civis, em menos de um ano. Em julho do ano passado os Policiais Civis do Ceará resolveram parar as atividades. A categoria permaneceu 39 dias parada, suspendendo a greve no dia 9 de agosto. No dia 14 de outubro, em uma nova assembleia, os Policiais decidiram retomar a paralisação que durou dois meses, terminando no último dia 15 de dezembro. Uma das principais reivindicações da categoria é a solução para o problema do baixo efetivo da Polícia Civil do Ceará, sobretudo de inspetores e escrivães.

Monvimento dos PMs e bombeiros

Os militares decidiram paralisar as atividade por tempo indeterminado durante assembleia da categoria realizada na quinta-feira (29), no Ginásio da Parangaba. Após a deliberação, eles começaram a se mobilizar, com o apoio das mulheres e realizaram várias manifestações ao longo da madrugada.

Reivindicações

Os policiais e bombeiros reclamam da falta de efetivo para fazer a segurança em todo o Estado. Segundo Pedro Queiroz, presidente da Associação dos Praças da Polícia Militar e dos Bombeiros Militares do Ceará (Aspramece), são mais de 14 mil policiais na folha, mas aproximadamente 7.400 estariam licenciados. O ideal, conforme a Associação, seriam 33.700 policiais; os dados seriam da ONU.

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Redação do Jangadeiro Online, com informaçõe da Assessoria de Comunicação do SINPOCI

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Esta seria a terceira paralisação dos Policiais Civis, em menos de um ano. Em julho do ano passado os Policiais Civis do Ceará resolveram parar as atividades. A categoria permaneceu 39 dias parada, suspendendo a greve no dia 9 de agosto. No dia 14 de outubro, em uma nova assembleia, os Policiais decidiram retomar a paralisação que durou dois meses, terminando no último dia 15 de dezembro. Uma das principais reivindicações da categoria é a solução para o problema do baixo efetivo da Polícia Civil do Ceará, sobretudo de inspetores e escrivães.

Monvimento dos PMs e bombeiros

Os militares decidiram paralisar as atividade por tempo indeterminado durante assembleia da categoria realizada na quinta-feira (29), no Ginásio da Parangaba. Após a deliberação, eles começaram a se mobilizar, com o apoio das mulheres e realizaram várias manifestações ao longo da madrugada.

Reivindicações

Os policiais e bombeiros reclamam da falta de efetivo para fazer a segurança em todo o Estado. Segundo Pedro Queiroz, presidente da Associação dos Praças da Polícia Militar e dos Bombeiros Militares do Ceará (Aspramece), são mais de 14 mil policiais na folha, mas aproximadamente 7.400 estariam licenciados. O ideal, conforme a Associação, seriam 33.700 policiais; os dados seriam da ONU.

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