Ailton Lopes, do Psol, quer reduzir salário de governador e secretários; ouça


Ailton Lopes, do Psol, quer reduzir salário de governador e secretários; ouça

Candidato foi entrevistado no jornal Primeira Edição, da rádio Tribuna Band News FM

Por Pedro Alves em Política

8 de julho de 2014 às 10:57

Há 5 anos
Ailton Lopes, do Psol

Candidato do Psol defendeu redução de cargos comissionados e terceirizados (foto: Divulgação/Facebook)

O candidato do Psol a governador do Ceará, Ailton Lopes, defendeu nesta terça-feira (08/07) uma reforma administrativa do Poder Executivo, com objetivo de reduzir salário do governador, dos secretários e valorizar a realização de concursos públicos, diminuindo o número de cargos comissionados e de terceirizados na gestão estadual.

Em quase todos os temas que abordou, Ailton defendeu uma gestão direcionada para a população mais pobre – ou seja, a maioria da população – criticando o que ele chamou de “governo voltado para pequenos grupos empresariais”. Ailton explanou suas ideias em entrevista ao jornal Primeira Edição, da rádio Tribuna Band News, com transmissão em cadeia com emissoras de rádio em Iguatu, Sobral, Quixeramobim e Crateús, e apresentação dos jornalistas Ariane Cajazeiras e Nonato Albuquerque.

A participação dele inaugurou a série de entrevistas que a emissora realiza com todos os candidatos a governador do Ceará. Ailton também defendeu uma mobilização social a favor de garantir mais segurança a população. Aliado a isto, ele defendeu a concentração de investimentos no combate a problemas sociais, como a precariedade na educação e na saúde. “Quanto mais justa uma sociedade, mais segura ela será”, afirmou.

Ailton disse ainda que é preciso haver mudança na formação dos policiais, que devem, segundo ele, ter uma formação mais humanizada. “Se o policial não reconhece a si mesmo como um sujeito de direitos, como ele vai reconhecer um popular como um sujeito de direito?”, questionou. O candidato do Psol falou ainda sobre seca, produção agrícola no Ceará, desmilitarização da Polícia, cultura e economia. Ouça na íntegra:

 

Publicidade

Dê sua opinião

Ailton Lopes, do Psol, quer reduzir salário de governador e secretários; ouça

Candidato foi entrevistado no jornal Primeira Edição, da rádio Tribuna Band News FM

Por Pedro Alves em Política

8 de julho de 2014 às 10:57

Há 5 anos
Ailton Lopes, do Psol

Candidato do Psol defendeu redução de cargos comissionados e terceirizados (foto: Divulgação/Facebook)

O candidato do Psol a governador do Ceará, Ailton Lopes, defendeu nesta terça-feira (08/07) uma reforma administrativa do Poder Executivo, com objetivo de reduzir salário do governador, dos secretários e valorizar a realização de concursos públicos, diminuindo o número de cargos comissionados e de terceirizados na gestão estadual.

Em quase todos os temas que abordou, Ailton defendeu uma gestão direcionada para a população mais pobre – ou seja, a maioria da população – criticando o que ele chamou de “governo voltado para pequenos grupos empresariais”. Ailton explanou suas ideias em entrevista ao jornal Primeira Edição, da rádio Tribuna Band News, com transmissão em cadeia com emissoras de rádio em Iguatu, Sobral, Quixeramobim e Crateús, e apresentação dos jornalistas Ariane Cajazeiras e Nonato Albuquerque.

A participação dele inaugurou a série de entrevistas que a emissora realiza com todos os candidatos a governador do Ceará. Ailton também defendeu uma mobilização social a favor de garantir mais segurança a população. Aliado a isto, ele defendeu a concentração de investimentos no combate a problemas sociais, como a precariedade na educação e na saúde. “Quanto mais justa uma sociedade, mais segura ela será”, afirmou.

Ailton disse ainda que é preciso haver mudança na formação dos policiais, que devem, segundo ele, ter uma formação mais humanizada. “Se o policial não reconhece a si mesmo como um sujeito de direitos, como ele vai reconhecer um popular como um sujeito de direito?”, questionou. O candidato do Psol falou ainda sobre seca, produção agrícola no Ceará, desmilitarização da Polícia, cultura e economia. Ouça na íntegra: