Tasso apoia prisão após condenação em segunda instância

POSICIONAMENTO

Tasso apoia prisão após condenação em segunda instância

A carta assinada por Tasso Jereissati será entregue ao presidente do Supremo, Dias Toffoli , e ao procurador-geral da República, Augusto Aras.

Por Tribuna do Ceará em Política

5 de novembro de 2019 às 17:15

Há 2 semanas
(FOTO: Divulgação)

O documento foi assinado nesta terça-feira (FOTO: Divulgação)

O senador Tasso Jereissati assinou, na manhã desta terça-feira (5), carta em que se posiciona a favor da prisão depois de condenação em segunda instância.

O documento, será entregue ao presidente do Supremo, Dias Toffoli , e ao procurador-geral da República, Augusto Aras.

“Exigir trânsito em julgado após terceiro ou quarto graus de jurisdição para então autorizar prisão do condenado contraria a Constituição e coloca em descrédito a Justiça brasileira perante a população e instituições nacionais e estrangeiras, a exemplo das preocupações manifestadas por entidades como a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A lei deve valer para todos e, após a segunda instância, não mais se discute a materialidade do fato, nem existe mais produção de provas”, diz o texto.

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Tasso apoia prisão após condenação em segunda instância

A carta assinada por Tasso Jereissati será entregue ao presidente do Supremo, Dias Toffoli , e ao procurador-geral da República, Augusto Aras.

Por Tribuna do Ceará em Política

5 de novembro de 2019 às 17:15

Há 2 semanas
(FOTO: Divulgação)

O documento foi assinado nesta terça-feira (FOTO: Divulgação)

O senador Tasso Jereissati assinou, na manhã desta terça-feira (5), carta em que se posiciona a favor da prisão depois de condenação em segunda instância.

O documento, será entregue ao presidente do Supremo, Dias Toffoli , e ao procurador-geral da República, Augusto Aras.

“Exigir trânsito em julgado após terceiro ou quarto graus de jurisdição para então autorizar prisão do condenado contraria a Constituição e coloca em descrédito a Justiça brasileira perante a população e instituições nacionais e estrangeiras, a exemplo das preocupações manifestadas por entidades como a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A lei deve valer para todos e, após a segunda instância, não mais se discute a materialidade do fato, nem existe mais produção de provas”, diz o texto.