Cearense desaparecido na Alemanha é encontrado, mas motivação do sumiço ainda é mistério

VISTO NO METRÔ

Cearense desaparecido na Alemanha é encontrado, mas motivação do sumiço ainda é mistério

Irmão do jovem pretende retornar à Alemanha na quarta-feira (6) para conversar com o irmão e entender o motivo do desaparecimento

Por Tribuna do Ceará em Segurança Pública

4 de novembro de 2019 às 13:06

Há 3 meses

Wesley estuda Química na Universidade Livre de Berlim (FOTO: Arquivo pessoal da família)

O jovem cearense que estava desaparecido na Alemanha desde o último dia 11 de outubro foi encontrado nesta segunda-feira (4). Wesley Franklin Alencar Oliveira, de 27 anos, foi visto em uma estação de metrô em Berlim, “aparentemente bem e sem danos físicos”, segundo informou a polícia alemã à irmã dele, Giselle Oliveira.

“A polícia entrou em contato e falou que conseguiu identificar ele com ajuda da foto que eu deixei lá”, explicou Giselle em entrevista concedida ao Sistema Jangadeiro.

No Brasil, a notícia foi recebida pela família com sentimento de alívio. “O importante é que o pior já passou e agora a gente pode entender o que aconteceu. Deu uma acalmada na família”, classifica Adriano Caetano, primo de Wesley.

Os parentes agradecem aos grupos de Whatsapp com brasileiros que moram em Berlim e que formaram uma rede para localizar o jovem desaparecido. “Muita gente compartilhou a notícia para ajudar e a polícia foi entendendo que o caso era sério”, conta o primo.

Desaparecimento

Wesley mora há quatro anos na Alemanha, onde cursa Química na Universidade Livre de Berlim. Amigos do jovem contactaram a irmã dele no último dia 30 de outubro para informar que o rapaz estava desaparecido há mais de 14 dias.

No último final de semana, Giselle esteve em Berlim e procurou pelo irmão em diversos locais da capital alemã. Ela desconfiava que o rapaz estivesse enfrentando problemas psicológicos, mas não sabe a motivação para o sumiço. “Eu mandava mensagens para ele, perguntava se ele estava com depressão, mas ele dizia que não”, conta a irmã.

Giselle mora em Roma, na Itália, e deve retornar à Alemanha na próxima quarta-feira (6) para conversar com irmão, na tentativa de entender o que motivou o desaparecimento do universitário.

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VISTO NO METRÔ

Cearense desaparecido na Alemanha é encontrado, mas motivação do sumiço ainda é mistério

Irmão do jovem pretende retornar à Alemanha na quarta-feira (6) para conversar com o irmão e entender o motivo do desaparecimento

Por Tribuna do Ceará em Segurança Pública

4 de novembro de 2019 às 13:06

Há 3 meses

Wesley estuda Química na Universidade Livre de Berlim (FOTO: Arquivo pessoal da família)

O jovem cearense que estava desaparecido na Alemanha desde o último dia 11 de outubro foi encontrado nesta segunda-feira (4). Wesley Franklin Alencar Oliveira, de 27 anos, foi visto em uma estação de metrô em Berlim, “aparentemente bem e sem danos físicos”, segundo informou a polícia alemã à irmã dele, Giselle Oliveira.

“A polícia entrou em contato e falou que conseguiu identificar ele com ajuda da foto que eu deixei lá”, explicou Giselle em entrevista concedida ao Sistema Jangadeiro.

No Brasil, a notícia foi recebida pela família com sentimento de alívio. “O importante é que o pior já passou e agora a gente pode entender o que aconteceu. Deu uma acalmada na família”, classifica Adriano Caetano, primo de Wesley.

Os parentes agradecem aos grupos de Whatsapp com brasileiros que moram em Berlim e que formaram uma rede para localizar o jovem desaparecido. “Muita gente compartilhou a notícia para ajudar e a polícia foi entendendo que o caso era sério”, conta o primo.

Desaparecimento

Wesley mora há quatro anos na Alemanha, onde cursa Química na Universidade Livre de Berlim. Amigos do jovem contactaram a irmã dele no último dia 30 de outubro para informar que o rapaz estava desaparecido há mais de 14 dias.

No último final de semana, Giselle esteve em Berlim e procurou pelo irmão em diversos locais da capital alemã. Ela desconfiava que o rapaz estivesse enfrentando problemas psicológicos, mas não sabe a motivação para o sumiço. “Eu mandava mensagens para ele, perguntava se ele estava com depressão, mas ele dizia que não”, conta a irmã.

Giselle mora em Roma, na Itália, e deve retornar à Alemanha na próxima quarta-feira (6) para conversar com irmão, na tentativa de entender o que motivou o desaparecimento do universitário.