Funileira comanda trabalho pesado em oficina cearense


Funileira comanda trabalho pesado em oficina cearense

Uma polida ali, uma pintura acolá e para finalizar, verniz. As descrições revelam um trabalho feito em veículos. O senso comum já remete a homens na mão de obra, o que não é o caso da funileira Maria Olinda Peralta, conhecida como Gaúcha. O serviço é delicado e com perfeições feitas por mãos femininas. A […]

Por Renato Ferreira em Gente na TV

13 de março de 2014 às 13:58

Há 6 anos

Uma polida ali, uma pintura acolá e para finalizar, verniz. As descrições revelam um trabalho feito em veículos. O senso comum já remete a homens na mão de obra, o que não é o caso da funileira Maria Olinda Peralta, conhecida como Gaúcha. O serviço é delicado e com perfeições feitas por mãos femininas.

A funileira aprendeu a trabalhar com o marido falecido, já que ele não tinha condições de executar o ofício por problemas de saúde. “Em 2004 ele não tinha mais condições, daí eu comecei a aprender. Em 2007 ele faleceu e eu não tinha o que fazer: ou continuava aqui, ou voltava pro sul”, conta Maria Olinda.

Enfrentar a morte do marido e continuar com a funilaria não foi fácil. Muitas pessoas não sabiam que era ela que pintava. Quando descobriam, sentiam um pouco de receio, logo quebrado pelo profissionalismo prestado. Anteriormente a isso, o marido já enfermo ficava com as partes administrativas da empresa e Olinda enfrentava o serviço pesado. Com a ausência, era hora de se tornar o homem e a mulher do negócio.

[uol video=”https://mais.uol.com.br/view/14953409″]

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Funileira comanda trabalho pesado em oficina cearense

Uma polida ali, uma pintura acolá e para finalizar, verniz. As descrições revelam um trabalho feito em veículos. O senso comum já remete a homens na mão de obra, o que não é o caso da funileira Maria Olinda Peralta, conhecida como Gaúcha. O serviço é delicado e com perfeições feitas por mãos femininas. A […]

Por Renato Ferreira em Gente na TV

13 de março de 2014 às 13:58

Há 6 anos

Uma polida ali, uma pintura acolá e para finalizar, verniz. As descrições revelam um trabalho feito em veículos. O senso comum já remete a homens na mão de obra, o que não é o caso da funileira Maria Olinda Peralta, conhecida como Gaúcha. O serviço é delicado e com perfeições feitas por mãos femininas.

A funileira aprendeu a trabalhar com o marido falecido, já que ele não tinha condições de executar o ofício por problemas de saúde. “Em 2004 ele não tinha mais condições, daí eu comecei a aprender. Em 2007 ele faleceu e eu não tinha o que fazer: ou continuava aqui, ou voltava pro sul”, conta Maria Olinda.

Enfrentar a morte do marido e continuar com a funilaria não foi fácil. Muitas pessoas não sabiam que era ela que pintava. Quando descobriam, sentiam um pouco de receio, logo quebrado pelo profissionalismo prestado. Anteriormente a isso, o marido já enfermo ficava com as partes administrativas da empresa e Olinda enfrentava o serviço pesado. Com a ausência, era hora de se tornar o homem e a mulher do negócio.

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