Ceará bate recorde no número de trabalhadores na informalidade

MERCADO DE TRABALHO

Ceará bate recorde de trabalhadores na informalidade: mais de 1 milhão de pessoas

Entre os meses de abril e junho deste ano, o Ceará atingiu uma marca superior a 1 milhão de pessoas que trabalham sem carteira assinada ou têm negócio próprio sem CNPJ

Por TV Jangadeiro em Jornal Jangadeiro

29 de agosto de 2019 às 07:00

Há 2 meses

O Ceará bateu recorde no número de trabalhadores na informalidade. Realidade que afeta mais de 1 milhão de pessoas.

Entre os meses de abril e junho deste ano, o Ceará atingiu uma marca superior a 1 milhão de pessoas que trabalham sem carteira assinada ou têm negócio próprio sem CNPJ. No mesmo período do ano passado, eram 896 mil trabalhadores nessa situação.

Isso mostra que, em um ano, mais de 100 mil pessoas passaram a trabalhar na informalidade no Ceará, número suficiente para encher quase 2 vezes a Arena Castelão. É como se, todo dia, 290 pessoas começassem a viver sem vínculos empregatícios, seguro social e benefícios previdenciários.

A desvantagem é que os trabalhadores informais têm renda média mensal de R$ 804, enquanto aqueles que possuem CNPJ, como os Micro Empreendedores Individuais, conhecidos como MEI, por exemplo, possuem um rendimento médio de R$ 2.771.

Confira todos os detalhes no Jornal Jangadeiro, da TV Jangadeiro/SBT:

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Ceará bate recorde de trabalhadores na informalidade: mais de 1 milhão de pessoas

Entre os meses de abril e junho deste ano, o Ceará atingiu uma marca superior a 1 milhão de pessoas que trabalham sem carteira assinada ou têm negócio próprio sem CNPJ

Por TV Jangadeiro em Jornal Jangadeiro

29 de agosto de 2019 às 07:00

Há 2 meses

O Ceará bateu recorde no número de trabalhadores na informalidade. Realidade que afeta mais de 1 milhão de pessoas.

Entre os meses de abril e junho deste ano, o Ceará atingiu uma marca superior a 1 milhão de pessoas que trabalham sem carteira assinada ou têm negócio próprio sem CNPJ. No mesmo período do ano passado, eram 896 mil trabalhadores nessa situação.

Isso mostra que, em um ano, mais de 100 mil pessoas passaram a trabalhar na informalidade no Ceará, número suficiente para encher quase 2 vezes a Arena Castelão. É como se, todo dia, 290 pessoas começassem a viver sem vínculos empregatícios, seguro social e benefícios previdenciários.

A desvantagem é que os trabalhadores informais têm renda média mensal de R$ 804, enquanto aqueles que possuem CNPJ, como os Micro Empreendedores Individuais, conhecidos como MEI, por exemplo, possuem um rendimento médio de R$ 2.771.

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