Registros de violência sexual contra crianças e adolescentes aumentam em comparação com 2018

DISQUE 100

Registros de violência sexual contra crianças e adolescentes aumentam em comparação com 2018

As vítimas nem sempre têm coragem de denunciar. É papel do adulto seja ele a mãe, o pai ou outro responsável perceber os sinais, como mudanças extremas de comportamento

Por TV Jangadeiro em Jornal Jangadeiro

28 de maio de 2019 às 06:56

Há 1 ano
A Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente afirma que os números não refletem a realidade do Estado. (Foto: Reprodução/TV Jangadeiro)

A Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente afirma que os números não refletem a realidade do Estado. (Foto: Reprodução/TV Jangadeiro)

Foram 54 registros de prisões ou apreensões por estupro e exploração sexual de crianças e adolescentes somente nos primeiros quatro meses do ano no Ceará, 58,8% a mais que no mesmo período do ano passado. Mesmo assim, a Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente afirma que os números não refletem a realidade do Estado, porque muitas famílias ainda preferem esconder o crime.

O abuso acontece quando o agressor utiliza o menor para satisfação sexual própria. Já a exploração é quando a criança ou adolescente é usado para fins sexuais em troca de dinheiro ou favores. O vilão costuma estar mais perto do que se imagina: pais, padrastos, tios, vizinhos e amigos estão entre os principais agressores.

Um exemplo aconteceu no último dia 20 de maio quando um pai e uma mãe foram presos por deixarem que as quatro filhas, com idade entre 8 e 12 anos, tivessem relações com um abusador.

As vítimas nem sempre têm coragem de denunciar. Muitas vezes por medo ou vergonha. É papel do adulto seja ele a mãe, o pai ou até mesmo o professor da escola perceber os sinais que indicam a ocorrência de violência sexual, como mudanças extremas de comportamento, relutância em voltar para casa e aversão ao contato físico.

Qualquer pessoa pode denunciar anonimamente pelo Disque 100 ou na delegacia. Para abertura do inquérito e encaminhamento do menor para rede de assistência psicossocial.

Confira a reportagem de Pâmela Marinho, no Jornal Jangadeiro / TV Jangadeiro:

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Registros de violência sexual contra crianças e adolescentes aumentam em comparação com 2018

As vítimas nem sempre têm coragem de denunciar. É papel do adulto seja ele a mãe, o pai ou outro responsável perceber os sinais, como mudanças extremas de comportamento

Por TV Jangadeiro em Jornal Jangadeiro

28 de maio de 2019 às 06:56

Há 1 ano
A Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente afirma que os números não refletem a realidade do Estado. (Foto: Reprodução/TV Jangadeiro)

A Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente afirma que os números não refletem a realidade do Estado. (Foto: Reprodução/TV Jangadeiro)

Foram 54 registros de prisões ou apreensões por estupro e exploração sexual de crianças e adolescentes somente nos primeiros quatro meses do ano no Ceará, 58,8% a mais que no mesmo período do ano passado. Mesmo assim, a Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente afirma que os números não refletem a realidade do Estado, porque muitas famílias ainda preferem esconder o crime.

O abuso acontece quando o agressor utiliza o menor para satisfação sexual própria. Já a exploração é quando a criança ou adolescente é usado para fins sexuais em troca de dinheiro ou favores. O vilão costuma estar mais perto do que se imagina: pais, padrastos, tios, vizinhos e amigos estão entre os principais agressores.

Um exemplo aconteceu no último dia 20 de maio quando um pai e uma mãe foram presos por deixarem que as quatro filhas, com idade entre 8 e 12 anos, tivessem relações com um abusador.

As vítimas nem sempre têm coragem de denunciar. Muitas vezes por medo ou vergonha. É papel do adulto seja ele a mãe, o pai ou até mesmo o professor da escola perceber os sinais que indicam a ocorrência de violência sexual, como mudanças extremas de comportamento, relutância em voltar para casa e aversão ao contato físico.

Qualquer pessoa pode denunciar anonimamente pelo Disque 100 ou na delegacia. Para abertura do inquérito e encaminhamento do menor para rede de assistência psicossocial.

Confira a reportagem de Pâmela Marinho, no Jornal Jangadeiro / TV Jangadeiro: